O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A principal criptomoeda do mercado pode voltar aos patamares de US$ 27 mil e zerar os ganhos do ano; Confira também outras moedas
A principal criptomoeda do mercado está ensaiando uma queda mais vertiginosa. Por volta das 9h30, o bitcoin (BTC) recuava 3,05% aos US$ 30.750,49 nas últimas 24h. No acumulado dos últimos 7 dias, a moeda já registra desvalorização de 8,22%.
Assim como a música do compositor da Mangueira, o bitcoin vai “cambaleando, quase cai, não cai”. Durante o final de semana, a principal criptomoeda do mercado chegou perto dos US$ 30 mil, mas os investidores estão segurando para que a cotação não caia ainda mais.
A saída dos mineradores da China ainda pesa sobre as cotações da moeda, o que coloca os investidores na defensiva. De acordo com especialistas, o grande perigo está no próximo patamar do preço que o bitcoin pode sustentar.
Se a queda fizer a cotação cair abaixo dos US$ 30 mil, o próximo patamar deve ser apenas em US$ 27 mil, o que seria uma queda de quase 60% desde as máximas históricas.
Alguns indicadores têm preocupado os especialistas, como por exemplo a dificuldade por bloco. Durante a mineração do bitcoin, o ajuste de dificuldade serve para manter a taxa de emissão da criptomoeda constante. Quanto mais pessoas querem fazer transações, maior a dificuldade em cada bloco.
Entretanto, com a queda do mercado, a dificuldade por bloco vem caindo constantemente, de acordo com o portal The Block. Durante o pico de preços do bitcoin, a taxa de mineração ou hashrate estava em quase 180 EH/s (unidade usada para medir um quintilhão de hashes por segundo) e chegou a cair para 97 EH/s este mês.
Leia Também
Apesar disso, os especialistas destacam que os fundamentos que levaram o bitcoin para os US$ 65 mil seguem os mesmos e que o momento de baixa do mercado é transitório.
Apesar dos movimentos de curto prazo neste mercado, é importante observar os projetos promissores que, independentemente das oscilações do momento, tendem a se multiplicar no longo prazo diante da contribuição que trazem para a sociedade. O Seu Dinheiro fez uma seleção dos 6 criptoativos mais promissores do mercado para os próximos anos, com potencial de multiplicação. Confira e aproveite para se inscrever no nosso canal do YouTube:
A segunda principal moeda do mercado já sente com mais força o peso da aversão ao risco. O ethereum (ETH) perdeu o patamar dos US$ 2 mil e opera cotado a US$ 1.817,94, uma queda de 7,19% nas últimas 24h e de 13,75% nos últimos sete dias.
O mercado de criptomoedas é extremamente volátil e arriscado, por isso, os investidores tendem a migrar para investimentos mais seguros durante períodos de maior risco.
Mesmo assim, as perspectivas para o ETH também são tão boas quanto as do bitcoin. O “London fork”, a próxima atualização do ethereum, deve chegar nas próximas semanas, o que deve possibilitar as transações em éter e as aplicações dentro da blockchain da moeda ficarem ainda mais baratas e diversas.
Vale lembrar que o investimento em criptomoedas é arriscado e os especialistas recomendam cautela antes de colocar dinheiro em qualquer projeto.
Confira como anda o mercado de criptomoedas hoje:

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais