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Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
segregação

Acionistas do Itaú aprovam ‘divórcio’ da XP, mas falta um detalhe

Separação da participação de 40,52% que detém na corretora em uma nova empresa ainda precisa ser aprovada pelo Fed

1 de fevereiro de 2021
7:17 - atualizado às 17:20
star wars itau xp
Imagem: Montagem Andrei Morais

O “divórcio” entre o Itaú Unibanco (ITUB4) e a XP Investimentos foi aprovado, mas ainda falta constituir a empresa que receberá a participação, batizada de XPart.

A segregação foi aprovada pelos acionistas do banco em assembleia realizada no domingo (31). A ideia é que as 226.523.304 ações da XP que o Itaú detém, equivalente a 41,05% do capital social da plataforma de investimentos, sejam colocadas na XPart.

Cada acionista do Itaú receberá a mesma quantidade de ações da nova companhia — que também será negociada na B3.

No entanto, os controladores do banco – Itaúsa (ITSA4) e Itaú Unibanco Participações (Iupar) – informaram na assembleia que a criação da XPart depende da aprovação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), pelo fato de a XP ter suas ações listadas na Nasdaq e a empresa ter compromissos “previamente assumidos perante referida autoridade e que já está sendo providenciada”.

“A segregação jurídica e contábil da companhia e da XPart efetivar-se-á com a manifestação favorável do Fed, momento no qual a XPart tornar-se-á formalmente constituída”, diz trecho do comunicado.

Histórico

O Itaú anunciou que estudava o "divórcio" da sociedade com a corretora no início de novembro. O processo envolveu a venda de uma participação de 5% em uma oferta realizada no começo de dezembro e que rendeu quase US$ 1 bilhão ao banco.

O Itaú comprou uma participação de 49,9% no capital da XP em 2017, por R$ 6,3 bilhões. O acordo original previa a opção de o banco assumir o controle acionário da corretora. Mas o BC acabou vetando essa possibilidade como condição para aprovar o negócio.

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