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Conheça o Super Renda Fixa, que apresenta as melhores oportunidades para investir na modalidade, seja nos títulos do Tesouro ou nos de emissores privados
Ele te irrita em diversos momentos.
Você fica se perguntando por que ainda insistem nisso.
Até mesmo tenta lembrar por que alguém investiu nesse ativo.
O que ele pode trazer de positivo?
Se você é palmeirense assim como eu e pensou que eu estava falando do Deyverson, você (também) acertou.
Mas o intuito desta newsletter é falar dos conflitos que você tem com seus recursos em caixa — isso se você tiver algum valor investido nesse tipo de ativo.
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E quando eu falo “caixa”, quero dizer aquele valor além da reserva de emergência. Afinal de contas, a reserva deveria ser utilizada quando você não esperava o acontecimento de uma situação grave, aquele momento fortuito.
Até entendo a pessoa utilizar esses valores para aproveitar alguma oportunidade única no mercado. Não repreendo; apenas reforço a necessidade de refazer a reserva na sequência, uma vez que ela te dará a paz de espírito necessária para passar por circunstâncias desfavoráveis.
Mas você provavelmente já viveu momentos em que a sua carteira de investimentos estava bem no positivo, com aquela parcela ali em caixa parada, sendo uma detratora do resultado total.
É verdade, mas esse valor permite que você aproveite ótimas oportunidades em momentos de estresse do mercado.
Me lembro de ao final de 2015 ter me deparado com um título prefixado do Tesouro Direto que pagava taxas da ordem de 15% ao ano. Nessa magnitude, o capital investido dobraria no período do investimento, pouco mais de cinco anos (nada mau).
[Dica: para ter uma noção aproximada de quanto tempo levaria para o investimento dobrar de valor, é só dividir 72 pela taxa de retorno; caso queira saber qual a taxa necessária para atingir o mesmo objetivo, troque a taxa pelo prazo estipulado.]
Apesar dos riscos envolvidos nesse tipo de investimento (quem não se lembra das dificuldades e incertezas no período pré-impeachment?), me parecia atrativo alocar parte do caixa naquela oportunidade. E aqui estamos, mesmo com todos os percalços do caminho.
Ainda que você não tenha as mesmas rentabilidades daquele período, hoje você encontra boas oportunidades na renda fixa, tanto nos títulos do Tesouro como nos de emissores privados — mas isso eu deixo para a Laís com a sua Super Renda Fixa.
E o melhor de tudo é que o caixa é imparcial: você pode aproveitar não somente as maiores taxas de juros da renda fixa como também possíveis quedas no preço das ações.
O episódio com a nova variante do coronavírus foi emblemático nesse sentido. Se em um primeiro momento vimos o pânico se instalar nos mercados internacionais com as perspectivas de o crescimento global ser afetado negativamente pela ômicron, agora já temos especialistas tratando essa mutação como um “presente de Natal” que poderia sinalizar um desfecho mais positivo para essa crise que ainda vivemos.
Precisamos de mais dados para entender se, de fato, teremos melhores dias pela frente. Precaução aqui ainda se faz necessária.
Só que a grande maioria das ações acabaram sofrendo nesses dias, até aquelas de excelentíssima qualidade e que devem continuar entregando crescimento, independentemente do cenário para o próximo ano.
As ações da Apple, por exemplo, chegaram a cair mais de 3% no pregão após o Dia de Ação de Graças. Desde então, já se valorizam quase 10%, com vários analistas apontando o caminho para os US$ 3 trilhões de valor de mercado.
Você pode questionar que eu peguei a variação de um dia específico e me beneficiei do resultado final. No caso da Apple (e de outras empresas de qualidade acima da média), mesmo considerando que o investidor tenha adquirido as ações nas máximas do ano passado, ele ainda estaria ganhando dinheiro hoje — ou seja, é menos sobre timing e mais sobre poder aproveitar as oportunidades caso tenha recursos em caixa.
Você provavelmente irá se questionar diversas vezes por que tem dinheiro parado em caixa. Mas assim como um gol na prorrogação na final da Libertadores de quem você menos espera, esse valor pode ser o fruto de boas lembranças no futuro.
Um abraço,
Enzo Pacheco
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