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E mais: a retirada de estímulos da economia americana segue no radar e já conta com o aval do presidente dos EUA, Joe Biden
A bolsa brasileira volta seus olhos mais um dia para Brasília. A pequena cidadela política, palco de grandes embates há muitos anos, segue pressionando o Ibovespa quando fala — e quando cala.
Por mais uma vez, a votação da PEC que traz a reforma do Imposto de Renda foi adiada, agora sem data marcada. Empresários, governadores e prefeitos pressionam os deputados porque acreditam que o texto pode aumentar ainda mais a insegurança jurídica do sistema tributário brasileiro.
Os empresários afirmam que a redução no Imposto de Renda para Pessoa Jurídica (IRPJ) não compensa o aumento da taxa sobre lucros e dividendos. Já da parte dos estados e municípios, a perda para os cofres regionais pode chegar a R$ 16,5 bilhões com a redução do IR cobrado das empresas.
Além disso, o texto-base para a reforma eleitoral foi “desidratado” ao passar pela Câmara. O chamado “distritão”, que mudaria a forma de contagem dos votos, foi retirado da proposta.
O investidor brasileiro deve seguir de olho na temporada de balanços, que vem animando os negócios nas últimas semanas. As empresas têm reportado bons resultados no último trimestre, em sua maioria, o que deve puxar o Ibovespa para cima, tendo em vista que o exterior segue ameno.
Além disso, os dados de serviços, divulgados pelo IBGE na manhã de hoje, devem movimentar os negócios. De acordo com as projeções do Broadcast, o mercado prevê uma alta de 0,4% em junho em comparação ao 1,1% de avanço em maio.
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No pregão de ontem, a bolsa brasileira fechou em leve queda de 0,12%, aos 122.056 pontos. O dólar à vista, por sua vez, encerrou o dia em alta de 0,47%, a R$ 5,2212.
Confira o que mais deve movimentar o Ibovespa nesta quinta-feira (12):
Cada vez mais os dirigentes do Federal Reserve colocam no debate a retirada de estímulos da economia americana, movimento conhecido como tapering. De acordo com os chefes regionais do BC americano, os estímulos estão cada vez menos eficazes e só estão aumentando a inflação e os juros.
O presidente dos EUA, Joe Biden, deu uma demonstração de apoio às decisões monetárias. Biden declarou que seu governo "confia" que o Fed tomará as ações necessárias para conter a inflação se necessário.
A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) deve divulgar ainda hoje o relatório mensal sobre produção de petróleo. A demanda global pela commodity deve aumentar com a retomada das atividades, mas pode pressionar os preços no curto prazo devido à ameaça da variante delta voltar a fechar a economia global.
Por volta das 7h30, os futuros do petróleo Brent operavam em alta de 0,11%, cotados a US$ 71,42 por barril.
Os principais índices asiáticos encerraram o pregão em baixa moderada. O medo de que a variante delta do coronavírus volte a impactar a economia mundial pressionou as bolsas da região e injetou cautela nos mercados locais.
Já as bolsas da Europa operam em alta na manhã de hoje. Os investidores locais estão digerindo os últimos dados do Reino Unido e da Zona do Euro, o que pode trazer volatilidade ao pregão.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para um pregão sem direção definida. Wall Street deve ficar de olho nos dados de inflação do produtor, divulgados ainda hoje.
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