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Payroll nos Estados Unidos e negociações no Congresso para “ajeitar” o texto do Orçamento entusiasmaram os investidores – que aproveitaram para buscar setores mais descontados
Coelhinho da páscoa, o que trazes pra mim? Dados fortes da principal economia do mundo, acenos para resolução dos problemas do Orçamento de 2021 e um otimismo com relação ao ritmo de vacinação da população brasileira.
Depois de uma pausa para a celebração da Páscoa em boa parte do mundo, foi com esse combo de “boas notícias” que os investidores acordaram para repercutir nesta segunda-feira (05). Com boa parte das bolsas europeias ainda fechadas por conta de um feriado, restou a Nova York ditar o ritmo dos negócios - mas a melhora de fatores locais também influenciou o saldo final, que foi bem positivo.
Enquanto Wall Street celebrava novos recordes, o Ibovespa fechou o dia próximo das máximas, em uma alta de 1,97%, aos 117.518 pontos. No começo do dia, o dólar à vista chegou a recuar com mais ímpeto, de olho nos Treasuries, mas perdeu força ao longo do dia acompanhando a queda expressiva do petróleo. Ao fim do dia, a moeda americana recuou 0,62%, a R$ 5,6798.
Assim como nos Estados Unidos, os juros futuros brasileiros tiveram um dia de queda. Confira as taxas de fechamento do dia:
A grande estrela do dia foram os dados do payroll, o relatório do emprego americano, divulgado na sexta-feira, e que vieram acima do esperado. Aliado ao ritmo de vacinação no exterior, as bolsas americanas buscaram novas máximas.
O Dow Jones e o S&P 500 renovaram os seus topos de fechamento ao subirem respectivamente 1,13% e 1,44%. Já o Nasdaq avançou 1,67%.
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Durante o feriado, o departamento de trabalho dos EUA divulgou que o país criou 916 mil vagas de emprego em março, bem acima das 700 mil vagas projetadas pelos analistas. Embora tenha celebrado o resultado, o presidente Joe Biden voltou a falar sobre a importância da aprovação do pacote de estímulos voltado ao setor de infraestrutura, que deve movimentar a economia e criar ainda mais vagas.
Essa possível nova injeção de recursos segue animando o mercado, mas traz um misto de sentimentos. Além do quadro de pressão inflacionária, pode ser que o pacote seja de difícil aprovação, e o mercado pondera a viabilidade de aprovação do pacote de US$ 2 trilhões. Principalmente porque o texto também propõe o aumento dos impostos corporativos de 21% para 28%.
Grande "vilão" dos últimos meses para as bolsas de valores - principalmente de mercados emergentes e o Nasdaq - os juros dos Treasuries tiveram um dia de queda na volta do feriado e ampliaram o apetite por ativos mais arriscados.
Além disso, outra notícia animou as bolsas americanas nesta segunda-feira. O índice de gerentes de compras (PMI) veio acima do esperado, subindo a 60,4 em março. A previsão era de 60,2.
Diante de uma expectativa de aceleração na compra e distribuição de doses de vacinas contra o coronavírus, o mercado também recebe de forma positiva sinalizações de que o Orçamento de 2021 será “ajeitado”.
É que a pauta, que já tem meses de atraso, tem causado polêmica desde a sua aprovação pelas aberturas para pedaladas fiscais e a destinação elevada de recursos para pagamento de emendas parlamentares.
Ainda que o relator da pauta, o senador Márcio Bittar, tenha retirado R$ 10 bilhões do texto, a quantia ainda foi considerada insuficiente. Ao longo dos últimos dias, Congresso e equipe econômica estiveram em negociações para cortar a quantia destinada às emendas parlamentares do Orçamento, ponto que vem causando desconforto, já que impacta na diminuição das despesas obrigatórias.
A equipe econômica tem sido vocal sobre esse descontentamento, o que levantou dúvidas sobre a recém celebrada base de apoio com o Centrão. Hoje, em evento da XP Investimentos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, negou que exista desentendimentos com o Congresso e endereçou o problema de coordenação com com relação ao Orçamento.
Segundo Bruno Madruga, Head de Renda Variável da Monte Bravo, esse impasse emperra a captação de recursos estrangeiros, já que o investidor aguarda uma solução para manter o capital aplicado no país. Madruga reforça que, ainda que a sinalização de Guedes tenha sido positiva, o mercado aguarda “uma efetiva execução dos planos para resolver o problema”.
Diante das notícias atrasadas a serem repercutidas, a queda o petróleo acabou ficando em segundo plano, mas foi um tombo expressivo. A commodity recuou 4%, de olho no aumento ainda incerto da produção por parte dos países produtores de petróleo (Opep+).
Na maior parte do dia, o grande destaque positivo ficou com as ações do setor de educação. Diante da busca dos investidores por “barganhas” na bolsa, empresas como Yduqs e Cogna, vistas como descontadas, viram suas ações dispararem.
A Vale - e por tabela a Bradespar, com participação na companhia - subiu forte após anunciar um novo programa de recompra de ações.
O otimismo com relação à retomada da economia também atingiu outros setores descontados, como o de companhias aéreas e turismo, ainda que essas empresas não tenham figurado no TOP 5. Confira os principais destaques positivos do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 28,95 | 8,67% |
| HGTX3 | Cia Hering ON | R$ 16,98 | 6,99% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 103,39 | 6,16% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 4,07 | 5,99% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 67,10 | 5,77% |
Com o recuo do dólar, as empresas exportadoras acabaram acompanhando a queda. O principal destaque negativo acabou ficando com a Cemig. Na semana passada, a companhia avançou forte - levando em bloco todo o setor elétrico - após anunciar que avalia vender a sua participação na Taesa Confira também os destaques negativos do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 12,51 | -2,04% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 17,52 | -1,96% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 28,64 | -1,28% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 12,33 | -1,12% |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 6,31 | -0,79% |
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