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Durante a queda do mercado, grandes instituições aproveitaram para aumentar suas posições em criptomoedas, o que tem feito o bitcoin subir
Quando o bitcoin (BTC) chegou a encostar na Cruz da Morte na semana passada, houve uma certa preocupação entre os investidores de que isso poderia acarretar uma queda ainda maior no preço da criptomoeda. Por enquanto, ainda não aconteceu.
Por volta das 11h40 desta terça-feira (29), a principal criptomoeda do mercado operava em alta de 5,46%, cotada a US$ 36.323,02. No acumulado dos últimos sete dias, o bitcoin avança na casa dos 22,35% e já se recupera também na base mensal, tímidos 1,73%.
Os especialistas alertam, desde o início do crash do criptomercado, que a situação deveria ser passageira. Os fundamentos do bitcoin se mantiveram, mesmo com os ruídos gerados pela China e pelo excêntrico bilionário Elon Musk.
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A atualização, prevista para entrar em vigor em setembro deste ano, chamada “taproot” também trouxe novo ânimo para o mercado de criptomoedas. Os dois grandes ganhos para o bitcoin são o aumento da segurança e possibilidade de se criarem aplicações dentro da blockchain da criptomoeda, o que deve aumentar seu uso mais convencional.
Além disso, o próprio mercado já se acostumou com os sinais negativos vindos da China, que vem fechando o cerco contra a mineração e atividades com criptomoedas. O hashrate de mineração já caiu mais de 50% desde o início das proibições no país asiático, mas os mineradores de criptomoeda têm migrado para outros países, o que deve normalizar a rede no médio prazo.
Foi o caso da última movimentação de mais de 3 mil máquinas de mineração de bitcoin, os chamados rigs de mineração, que saíram da China para o Cazaquistão. A Bit Mining, sediada anteriormente em Shenzhen, um dos principais pólos tecnológicos do Gigante Asiático, afirmou que na última semana conseguiu transportar toda a sua operação para outro país.
De acordo com o Glassnode, as carteiras de longo prazo tem aumentado sua posição em bitcoin e aproveitando a queda do mercado para comprar mais moedas. E o JP Morgan também não está ficando para trás nessa história.
A instituição financeira comprou mais de 28 mil unidades do Grayscale Bitcoin Trust, um tipo de investimento oferecido pelo maior fundo de criptomoedas do mundo em que os usuários podem comprar e vender suas próprias contas. O montante total do investimento é de aproximadamente US$ 1,3 trilhão.
Confira como anda o mercado de criptomoedas esta manhã:

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
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