O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para clientes do País, a expectativa é que até o final de junho de 2020, esteja liberado o acesso a mais de 65 destinos para os Estados Unidos e Canadá
A Latam Airlines divulgou na quinta-feira, 27, como vai funcionar o acordo de compartilhamento de voos (codeshare) que a unidade brasileira firmou com a empresa norte-americana de aviação Delta Airlines. Prevista para entrar em vigor já no primeiro semestre deste ano, a parceria ainda precisa ser aprovada por órgãos regulatórios.
Por meio de nota, a Latam Brasil anunciou que o acordo com a Delta irá permitir maior "conectividade entre as duas regiões, com acesso a 435 destinos ao redor do mundo".
Para clientes do País, a expectativa é que até o final de junho de 2020, esteja liberado o acesso a mais de 65 destinos para os Estados Unidos e Canadá.
Já para usuários do Latam Pass, programa de fidelidade da empresa, os benefícios da parceria passam a valer a partir do dia 1º de abril. Desta data em diante, será possível "acumular e resgatar pontos em todos os voos da Delta Airlines, para mais de 300 destinos internacionais", informa a empresa.
O acordo firmado pela Latam também vai se estender as subsidárias Latam Peru, Latam Colômbia e Latam Equador. Ao todo, mais de 74 voos com destino para a América do Norte estarão disponíveis para estes países.
Em troca, clientes da Delta Airlines também terão acesso aos programas de milhagem e fidelidade das unidades da Latam envolvidas no acordo.
Leia Também
Uma possível parceria entre as empresas começou a ser desenhada em setembro de 2019, quando foi divulgada a compra de 20% do grupo Latam pela Delta. A transação foi avaliada em US$ 1,9 bilhão.
Como parte da compra - e do acordo -, a Latam irá se retirar da Oneworld, aliança internacional formada por empresas do setor da aviação. Sua saída oficial está programada para acontecer em 1º de maio deste ano.
Para seus clientes, a Latam já informou que continuará mantendo acordos bilaterais com as companhias British Airways, Cathay Pacific, Finnair, Iberia, Japan Airlines, Malaysia Airlines, Qantas, Qatar Airways, Royal Jordanian, S7 Airlines e SriLankan Airline, todas integrantes da aliança.
No entanto, a American Airlines - rival da Delta que faz parte da Oneworld - romperá oficialmente a parceria com a Latam no dia 30 de abril, como parte do acordo.
Depois da data, a empresa vai começar a operar com a brasileira Gol (antiga parceira da Delta). Passagens adquiridas ou trocadas até esta data "serão mantidas", informou a Latam.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro