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Lançado para o Dia das Crianças, a peça está sendo vendida por R$ 14,99.
Com a intenção de homenagear o empresário Luciano Hang, dono da Havan, o presidente da Sulamericana, empresa de produção de brinquedos, Kiko Smitas, idealizou um boneco de super-herói com roupa em cores verde e amarela com as feições de Hang. A partir disso, conta Kiko, a Havan encomendou o produto para vendê-lo em grande escala. Lançado para o Dia das Crianças, a peça está sendo vendida por R$ 14,99.
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O Boneco Patriota, como é chamado na embalagem, vem depois de, no ano passado, Kiko ter criado a fantasia do personagem Capitão Brasil, que o dono da Havan chegou a utilizar em aparições públicas. "Desde o ano passado, acompanhando o Luciano, com atitudes de patriota, de levantar bandeira do Brasil, de ter caminhão com a bandeira, fizemos essa homenagem do Capitão Brasil, que é uma fantasia, com verde e amarelo, representando a bandeira", explica Kiko. No futuro, a Sulamericana deve ainda lançar Hang com outros figurinos, em "várias situações".
O Capitão Brasil, segundo o idealizador, é de uma categoria chamada Hug Toys (brinquedos de abraçar, em uma tradução livre). Com isso, graças a arames que o brinquedo tem nas pernas, é possível agarrar objetos, como crachás, roupas, computadores e afins. Por enquanto, é vendido somente em lojas da Havan.
"Não é só para criança, é para adultos também. Ele tem milhões de seguidores, tem reciprocidade do público", diz Kiko.
Mas a quantidade produzida ainda não deve atender toda a rede do empresário Luciano Hang. Kiko, da Sula, como é chamada a empresa, não confirma o valor investido pela Havan para ter os bonecos nem a quantidade que já foi produzida, mas afirmou que espera que o produto tenha "uma venda importante" e adiantou: "a ideia é levar para todas as lojas da rede." Segundo ele, o preço da peça é "de custo".
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Kiko Smitas conta que Hang foi cliente da Sulamericana por muitos anos. Porém, em tempos recentes, estavam afastados. O que mudou esse cenário foi a fantasia do Capitão Brasil. Atualmente, ele fala que "vislumbra continuidade da parceria por meio de produtos, fornecimentos de fantasias e bonecos".
A Havan desistiu de abrir seu capital na Bolsa de Valores. A empresa pretendia fazer sua estreia avaliada em R$ 70 bilhões, contudo o mercado só estava disposto a ofertar entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões.
O plano era ter uma oferta pública inicial com uma parcela primária, ou seja, para o caixa da companhia. Além disso, planejavam uma oferta secundária, que vai diretamente para o bolso do dono.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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