🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

De volta aos céus

Gol e Azul começam a sair do chão. Chegou a hora de investir nas ações?

Companhias aéreas começam a fazer planos para retomar as atividades, mas pandemia ainda é fator de risco para quem quer se tornar sócio de Gol ou Azul

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
9 de novembro de 2020
5:26 - atualizado às 9:21
Avião nos céus
Avião nos céus - Imagem: Shutterstock

Ir ao aeroporto sempre me traz uma sensação boa. Mas sei de muita gente que, se pudesse, se teletransportaria de um lugar para o outro, sem ter que passar por lá.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É compreensível. Ninguém gosta de encarar as filas de check-in, a revista, os assentos apertados dos aviões. Eu também não gosto de nada disso, mas encaro a experiência numa boa, porque é apenas um entreposto ao meu destino.

Eu tinha planejado ir este ano para o Nordeste nas minhas férias. Mas aí veio a pandemia, e meu merecido descanso debaixo de um coqueiro foi por terra.

A crise de covid-19 arruinou não só os meus planos, mas os de todo mundo. Porém, ela pegou em cheio as companhias aéreas, que tiveram de paralisar suas atividades com as medidas de restrição à circulação impostas pela pandemia do coronavírus.

A falta de demanda e as restrições à oferta de voos levaram estas companhias à lona. As ações de Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4) acumulam perda de mais da metade do valor de mercado na bolsa neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recentemente, porém, as empresas começaram a ver sinais de melhora. A Gol informou que, no início de outubro, ampliou a sua oferta de voos para 400 por dia e espera terminar o mês com 500 voos diários, o que colocaria a operação em aproximadamente 60% da programação registrada no mesmo período de 2019. A Azul vem divulgando melhoras sequenciais de tráfego, capacidade e taxa de ocupação desde agosto.

Leia Também

Os dados parecem indicar que o pior está ficando para trás. E nisso surge a dúvida: será que é sustentável? Se sim, vale a pena comprar as ações?

Fundo do poço

Atuar no setor aéreo não é fácil. São muitos os custos envolvidos – só a despesa com combustível equivale a um terço dos gastos operacionais. Fora questões como arrendamento de aeronaves e pessoal, e aqueles que estão fora do controle da companhia, como o dólar.

É muito difícil entrar no mercado. Basta ver o que aconteceu com a Avianca. Ela tentou competir com Gol e Azul nas rotas nacionais, mas não durou muito tempo, tendo a sua falência decretada em julho deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então quando a pandemia de covid-19 começou a virar um problema sério no país, surgiu a preocupação sobre o futuro destas companhias. Com as pessoas em casa, nem cogitando a possibilidade de embarcar em um avião, como elas iriam sobreviver, diante de custos fixos tão elevados?

A Gol viu uma redução de 90,5% da demanda por voos domésticos no segundo trimestre e realizou apenas voos internacionais para repatriação de pessoas e de ajuda humanitária. A Azul registrou uma queda de 83,8% na procura por viagens no período.

A covid-19 vem sendo implacável. A Gol fechou o terceiro trimestre com um prejuízo de R$ 1,696 bilhão, quase 10 vezes maior que o resultado negativo do mesmo período do ano passado. Mas os indicadores operacionais, incluindo a receita, evoluíram na comparação com o trimestre anterior. A Azul divulga o balanço no dia 16.

Para lidar com esta situação, as duas empresas implementaram iniciativas de corte de custos. Ambas renegociaram o perfil de pagamento com seus arrendadores de aeronaves e fecharam acordos com fabricantes para postergar a entregar de novos aviões, além de adiarem investimentos, gastos com marketing e outras despesas não essenciais. Elas também aproveitaram medidas de ajuda aprovadas pelo governo federal para reduzir salário de funcionários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estas mudanças permitiram que as companhias não quebrassem em abril, maio e junho”, disse Renato Hallgren, analista do BB Investimentos. “Isso fez com que elas pudessem negociar com os credores para postergar o vencimento das dívidas e preservar caixa para passarem por este momento difícil.”

Retomando

A situação começou a virar na segunda metade do ano. As empresas começaram a ver uma retomada da demanda, diante da flexibilização da quarentena. Em setembro, a Azul informou que o tráfego de passageiros consolidado aumentou 23,5% em relação a agosto e que sua capacidade em setembro representou 42% do registrado no mesmo período do ano passado. A Gol registrou aumento de 36% na demanda no mesmo período.

A perspectiva é de melhora, ainda que as operações não se recuperem totalmente dos efeitos da crise do novo coronavírus. Continuando assim, as ofertas de voos podem chegar a 70% ou até 90% do registrado no ano passado. Trata-se de uma virada brusca das expectativas – no início da pandemia, a Azul previa fechar o ano com 40% da oferta.

E elas entram nesta nova fase com uma posição financeira fortalecida. A Gol encerrou setembro com aproximadamente R$ 2,2 bilhões em liquidez total, com o prazo médio de vencimento da dívida de longo prazo, excluindo arrendamento de aeronaves e notas perpétuas, de quase quatro anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Azul informou que, no final de setembro, a posição de caixa totalizou R$ 2,3 bilhões. A previsão inicial era de um consumo de caixa de aproximadamente R$ 3,0 milhões por dia para o segundo semestre do ano, mas, no fim do terceiro trimestre, apresentou um aumento de caixa de aproximadamente R$ 700 mil por dia.

Os ajustes nas operações permitiram às companhias não terem que recorrer ao BNDES para obter recursos. Elas estão conseguindo captar recursos no mercado. A Azul pretende emitir R$ 1,6 bilhão em debêntures conversíveis em ações, numa operação que tem garantia de participação de investidores e em condições melhores do que aquelas propostas pelo banco de fomento, segundo informações do jornal Valor Econômico.

Tese de investimento

Considerando então estas duas questões (dados apontando para a retomada e posição financeira fortalecida), fica a questão sobre se chegou o momento de retomar os investimentos nestas duas companhias.

Ilan Arbetman, analista da corretora Ativa Investimentos, atesta que as companhias estão em uma boa posição financeira, após a reestruturação que promoveram, mas é cauteloso em relação ao discurso de volta da demanda das companhias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele pontua que as companhias possuem dois tipos de público, o de viajantes a lazer e o que voa a trabalho. Enquanto a demanda do primeiro grupo parece estar voltando, o segundo ainda está paralisado. Encontros de negócios, convenções, tudo isso está suspenso por conta da pandemia e dificilmente retorna em 2020. E este grupo, de acordo com Arbetman, responde por uma parte significativa do faturamento e das margens destas empresas. O segmento de turismo, por si só, não segura os resultados.

Além disso, as melhoras são em termos sequenciais, ou seja, entre um mês e outro. Na comparação anual, a história é outra. A demanda para os voos da Gol no acumulado do ano até setembro ficou 55,3% abaixo do visto no mesmo período de 2019. “Quando a gente vê os dados de tráfego, ainda existe descompasso relativamente grande entre expectativas de Gol e Azul para fim do ano e os dados presentes”, disse o analista.

Fora isso, a pandemia continua aí. Nos últimos dias vimos notícias de que a Europa, que aparentemente tinha controlado o surto, começou a ver um aumento de casos, no que começa a ser descrito como uma segunda onda de covid-19. No pregão de 28 de outubro, quando o Ibovespa fechou com queda de mais de 4% por conta destas informações, as ações da Gol e da Azul recuaram 9,03% e 9,58%, respectivamente.

Investir ou não investir?

A resposta mais simples para esta pergunta após ouvir os especialistas é: depende do seu estômago para encarar riscos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por um lado, existe uma demanda reprimida de viajantes que está voltando a olhar passagens e encarar avião, como registrado pelas companhias mês a mês. E o quarto trimestre é um período de alta demanda, por conta das festas de fim de ano. Então é de se esperar um fluxo maior de novos passageiros.

As empresas estão bem posicionadas em termos operacionais e financeiro, longe de estar numa posição em que é preciso se preocupar sobre o seu futuro. E as ações estão em patamares baixos. Quem embarcar nessa agora vai pagar um bom preço.

Mas existe o fator covid-19, e ele precisa ser muito bem considerado. Ninguém sabe dizer quando a pandemia passará, ou até mesmo se teremos uma segunda onda de contaminações no País, como aparentemente ocorre na Europa. O tempo que a pandemia vai perdurar é o que vai determinar a performance das ações.

“Nós aqui estamos acompanhando a situação”, afirmou Eduardo Cavalheiro, sócio fundador e responsável pelos fundos de renda variável da Rio Verde Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A gestora dele, que cuida de R$ 150 milhões em recursos, já investiu nas aéreas por muito tempo, mas atualmente não possui exposição ao setor. Segundo ele, as perspectivas no começo do ano eram bastante positivas, especialmente após a saída da Avianca, por ter concentrado o mercado em Gol e Azul, empresas com anos de experiência e que apresentam uma gestão competente. As projeções positivas para a economia em 2020 também abriam caminho para aumento da demanda por passagens aéreas.

Ele acredita que a tese de investimento de ambas ficou muito boa depois dos ajustes operacionais, mas as incertezas a respeito da pandemia impedem de fazer qualquer tipo de projeção financeira para Azul e Gol. Por isso, prefere esperar mais um pouco.

“Sei que, à medida que os riscos diminuem, o preço das ações sobe, mas quero ter uma clareza maior do atual cenário”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar