O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Cálculo é feito com base na projeção de lucro divulgada nesta quinta-feira; instituição financeira afirmou que espera uma cifra de R$ 18,5 bilhões a R$ 20,5 bilhões
O Banco do Brasil pode pagar até R$ 8,2 bilhões em juros sobre capital próprio e dividendos em 2020. O banco aprovou a manutenção de 30% a 40% do lucro líquido distribuído aos acionistas neste ano.
O cálculo é feito com base na projeção de lucro divulgado pelo Banco do Brasil nesta quinta-feira (13). A instituição financeira afirmou que espera uma cifra de R$ 18,5 bilhões a R$ 20,5 bilhões.
Se o Banco do Brasil lucrar o máximo da projeção e distribuir 40% do valor, o total em juros sobre capital próprio e dividendos chega a R$ 8,2 bilhões em 2020. Caso o lucro atinja a expectativa mínima e o banco distribua 30% em proventos, o valor chega a R$ 5,55 bilhões.
Segundo o banco, o valor dos lucro distribuído é estabelecido pelo conselho diretor considerando o resultado do banco, sua condição financeira, a necessidade de caixa, o plano de Capital e suas metas e respectivas projeções, perspectivas dos mercados, entre outros fatores.
Em 2019, o Banco do Brasil lucrou R$ 17,848 bilhões, um aumento de 32,1%. O resultado ficou dentro da projeção feita pelo banco, que esperava um lucro de R$ 16,5 bilhões a R$ 18,5 bilhões no ano passado.
O retorno sobre o patrimônio líquido avançou 3,4 pontos percentuais e alcançou os 17,3%, também me 2019.
Leia Também
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas