O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
André Brandão quer fortalecer atuação do BB em áreas como o crédito rural e também ampliar a concessão de crédito em linhas com margens melhores (e com maior risco)
André Brandão assumiu a presidência do Banco do Brasil em setembro, ainda no olho do furacão do coronavírus. Em sua primeira entrevista coletiva de resultados, ele ressaltou os efeitos da crise no balanço, mas sinalizou que o banco pode mais.
O novo presidente afirmou que tem como objetivo melhorar os indicadores de rentabilidade do BB. No terceiro trimestre, o retorno sobre o patrimônio da instituição ficou em 12%, o menor entre os quatro grandes de capital aberto na B3. O lucro do BB foi de R$ 3,5 bilhões, queda de 23,3% na comparação com o mesmo período de 2019 e ficou abaixo das projeções.
Brandão deu algumas pistas de como pretende reduzir a diferença no retorno para os concorrentes privados. Entre os focos está a melhora na experiência do cliente e redução de despesas.
“Não são só palavras ao vento. Nesse mundo novo de maior concorrência é preciso ter uma melhor experiência para o cliente continuar conosco”, disse o executivo, em entrevista realizada por videoconferência.
Do lado das receitas, o Banco do Brasil pretende reforçar a atuação nas áreas em que já possui presença importante. Uma delas é o agronegócio. “Não há outro banco com tanta informação sobre o setor.”
A ideia é ir além do crédito rural e atuar com outros tipos de produtos, como o financiamento de cadeias produtivas, consórcio e seguros. “Não queremos perder mais participação de mercado no setor”
Leia Também
Brandão também aposta em uma maior integração das linhas de negócios do Banco do Brasil. “Podemos criar uma relação cruzada, incluindo metas cruzadas, para extrair mais valor dos clientes no atacado e no varejo.”
O banco também deve ser um pouco mais ousado no crédito para melhorar os níveis de rentabilidade. Brandão disse que o BB pretende explorar linhas de financiamento com melhores margens (e mais risco), como o crédito pessoal e produtos para não-correntistas.
O presidente do Banco do Brasil disse que os planos de venda de ativos seguem em andamento, mas apenas nos negócios considerados não-estratégicos para a instituição.
O BB não pretende, por exemplo, se desfazer da participação na empresa de maquininhas de cartão Cielo, como o mercado chegou a especular. “A atividade de pagamentos é essencial para o banco. A nossa discussão com o parceiro [Bradesco] está em como melhorar experiência dos clientes”, afirmou.
Em outros negócios, como a unidade de gestão de fundos de investimento (BB DTVM), o banco continua estudando atrair um parceiro estratégico, segundo Brandão.
No pregão desta quinta-feira, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) eram negociadas em alta de 0,99% por volta das 11h05. Leia também nossa cobertura completa de mercados.
A decisão foi motivada pelo vazamento de água e sedimentos que atingiu cursos d’água e áreas industriais da região há algumas semanas.
A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026
Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento
Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento
Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço
O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander