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Kaype Abreu
Kaype Abreu
Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.
efeito coronavírus

No pior cenário, PIB do Brasil cresce 0,7% em 2020, diz UBS

Banco suíço considera situação em que os efeitos do coronavírus perdurem ao longo do terceiro trimestre; estimativa oficial é de um avanço de 1,3% da economia brasileira

Kaype Abreu
Kaype Abreu
11 de março de 2020
13:15 - atualizado às 22:41
Imagem: Shutterstock

A economia brasileira pode crescer 0,7% em 2020, caso a crise do coronavírus perdure no terceiro trimestre deste ano. A avaliação é dos economistas do UBS, Tony Volpon e Fabio Ramos. A projeção oficial do banco é de uma alta de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, considerando um cenário em que a demanda logo se normalize.

A estimativa de 1,3% considera que a maior parte do impacto para o Brasil da desaceleração da China hoje seria no segundo trimestre. Mas a recuperação do país asiático no segundo trimestre deve beneficiar a economia brasileira no terceiro. Com a retomada do ritmo, o banco projeta um avanço de 3,2% do PIB em 2021.

Os economistas explicam que, para a estimativa, veem uma estabilização das taxas de infecções em uma janela de quatro a seis semanas. "Consideramos a atual interrupção da cadeia de suprimentos observada na China, Coreia, Itália e Japão. Mas assumimos normalização substancial do lado da oferta chinesa até o final deste mês", dizem.

Para os especialistas, ao contrário da crise de 2008, a baixa de agora não é sincronizada: começou na China e deve se alastrar para outras regiões do mundo. Segundo dados desta terça-feira do Ministério da Saúde, o Brasil tem 34 casos confirmados do coronavírus. Na China, até o mesmo dia eram mais de 80 mil pessoas infectadas.

No último dia 2, Volpon, do UBS, avaliou em entrevista ao Seu Dinheiro que o coronavírus também poderia levar o Banco Central do Brasil a cortar a taxa básica de juros logo na próxima reunião do Copom — em janeiro, a autoridade monetária havia sinalizado que o ciclo de redução da Selic chegara ao fim.

Nesta quarta-feira, a estimativa do UBS para a Selic foi atualizada para 3,5%, de 4,0% anteriormente. No cenário pessimista, chegaria a 3,0%. Hoje a taxa básica de juros está em 4,25%. O dólar, ainda segundo o UBS, deve chegar a R$ 4,50 neste ano.

Revisões em série

A projeção para o PIB divulgada pelo UBS nesta quarta-feira se soma às revisões que instituições financeiras têm feito desde o início do mês por causa dos impactos do coronavírus. Itaú, Goldman Sachs e Safra, por exemplo, disseram que estimam um avanço da economia brasileira menor do que 2% em 2020.

Para a edição da segunda-feira (9) do Focus — publicação do Banco Central que reúne estimativas do mercado para os principais indicadores do país — o Brasil deve crescer 1,99% em 2020.

Nesta quarta-feira (11), o Ministério da Economia reduziu de 2,4% para 2,1% a projeção para alta do PIB neste ano. Em nota, a secretária ligada à pasta afirmou que os impactos do coronavírus são a redução das exportações, a queda nos preços internacionais de commodities e o aumento do valor de insumos importados.

Revisões do PIB de 2020 em março

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