Menu
2020-10-08T16:07:47-03:00
Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
Graduado em Jornalismo pela USP, passou pelas redações de Bloomberg e Estadão.
otimismo com balanços

Grandes bancos sobem forte na B3 com projeções do UBS BB para resultados do 3º tri

Ações de Santander, Itaú e Bradesco estão entre as cinco maiores altas percentuais do Ibovespa hoje

8 de outubro de 2020
16:05 - atualizado às 16:07
Bancos - Itaú - Santander - Bradesco - Banco do Brasil
Imagem: Montagem Andrei Morais / Estadão Conteúdo / Shutterstock

O dia é dos bancões na bolsa. Em um dia positivo para a tomada de risco, as ações de Santander, Itaú e Bradesco estão entre as cinco maiores altas percentuais do Ibovespa, sendo que a do Banco do Brasil tem o sétimo maior ganho do índice.

Por volta das 16h, as units do Santander (SANB11) sobem 7,94%, enquanto as ações preferenciais (PN) do Itaú (ITUB4) avançam 6,08%.

As ordinárias e PN do Bradesco (BBDC3 e BBDC4) ganham 5,67% e 5,14%, respectivamente, e as ON do Banco do Brasil (BBAS3) têm alta de 4,76%. Acompanhe a nossa cobertura de mercados.

E não é por acaso. A expectativa é que os resultados do terceiro trimestre mostrem uma melhora da rentabilidade das instituições, segundo as projeções do UBS BB.

"O menor custo do risco e a melhor receita de taxas de serviço serão provavelmente os principais impulsionadores dos lucros e da expansão do retorno sobre patrimônio líquido médio dos bancos", diz o relatório dos analistas Thiago Batista, Olavo Arthuzo e Philip Finch.

Segundo a análise, a medida de rentabilidade dos negócios dessas empresas deverá subir para 14,5% (ante 13,3% no segundo trimestre) e o lucro por ação deve subir 16% em comparação ao trimestre anterior — ainda com queda de 24% na comparação anual.

O banco avalia que o custo do risco de crédito dos bancos deverá ter uma "considerável queda" no período, especialmente no caso de Bradesco e Santander.

A ação preferida do UBS BB no setor, no entanto, não é de nenhum desses dois.

A queridinha

O papel do Itaú é o predileto do UBS BB no atual momento entre os bancos, uma vez que ele é considerado subvalorizado em relação ao dos pares.

"Vemos o Itaú (excluindo a participação na XP) negociado a 7,7 vezes a estimativa do PE21 [métrica que avalia a relação entre preço da ação e o lucro por ação, indicando se um papel está desvalorizado ou supervalorizado], que acreditamos ser barato", diz o UBS BB, citando ainda a possível expansão da rentabilidade do banco.

O UBS BB informou que as projeções dos bancos para 2021 deve ser um gatilho para novos movimentos dos papéis, mas observa que elas só deverão ser divulgadas em 2021.

O banco recomenda compra para ações de Itaú (preço-alvo de R$ 34), Bradesco (R$ 27) e BTG Pactual (R$ 92), e tem recomendação neutra para a do Santander (R$ 34).

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Que pi… é essa?

Eu decidi sair do banco, mas não queria entrar em uma enrascada. Bem, acredito que eu tenha encontrado um portal para fugir dessa Caverna do Dragão das finanças. E cá estou para explicar essa descoberta.

MERCADOS HOJE

Exterior positivo faz Ibovespa operar com ganhos nesta manhã

Aprovação de pacote de estímulos trilionário nos EUA animou os investidores pelo mundo e deve impulsionar a bolsa por aqui

evolução

Indústrias de grandes economias registram aceleração em fevereiro

Manufatura da zona do euro se expande no ritmo mais forte em três anos, enquanto Japão tem primeira alta desde abril de 2019

dragão à vista

Economistas voltam a piorar projeções para inflação e dólar em 2021

Possibilidade de dólar fechar o ano abaixo de R$ 5,00 ficou ainda mais remota, segundo mediana de projeções divulgada pelo BC

O melhor do Seu Dinheiro

Quem vai ganhar a corrida das varejistas?

Quem será o novo Magazine Luiza? Essa pergunta virou quase um clichê no mercado depois que a varejista se tornou um dos maiores casos de sucesso da bolsa, com uma valorização de quase 35.000% desde dezembro de 2015. Entre o antigo modelo de lojas de rua e o promissor varejo online, o segredo da empresa […]

alívio no caixa

Governo reabre programa para renegociação de dívidas das empresas

A ideia é proporcionar um alívio no caixa das empresas no momento em que governadores decretaram o fechamento de estabelecimentos não essenciais devido ao colapso em seus sistemas de saúde

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies