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Toda vez que ouço falar em reforma tributária eu volto no tempo até 2007. Mais precisamente para um evento sobre o tema que cobri como repórter e foi promovido pelo Lide, do futuro governador de São Paulo João Doria.
Ao lado dele na mesa estava Bernard Appy, então secretário do Ministério da Fazenda. No discurso, ele defendeu que o país deveria aproveitar a fase de crescimento econômico para promover mudanças nos impostos.
A razão é simples: quando o PIB cresce, a arrecadação também aumenta, então fica mais fácil falar em (re)dividir o bolo. Vale lembrar que a economia brasileira cresceu 6,1% em 2007.
O fato de o governo não conseguir levar a reforma adiante apesar do momento favorável e do empenho de Appy mostra o quão difícil é mexer no sistema tributário brasileiro.
Se nem nos tempos de bonança foi possível fazer a reforma, quais as chances de o governo conseguir aprovar qualquer mudança em um ano que projeta uma queda de 6% para o PIB?
A equipe de Paulo Guedes parece saber das dificuldades. Talvez por isso tenha mandado uma proposta tímida ao Congresso nesta terça-feira.
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Basicamente, o governo propôs a unificação das cobranças do PIS e da Cofins, com a criação da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), que deverá ter alíquota de 12%.
A aprovação da CBS sozinha não vai desatar o grande nó que ajuda a travar a nossa economia. O próprio governo diz que a unificação dos tributos é apenas um primeiro passo.
E o que mais podemos esperar? A Jasmine Olga analisou os projetos que caminham no Congresso e conta para você tudo que pode mudar com a reforma.
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