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Os fundos imobiliários viraram queridinhos dos investidores brasileiros com sua proposta de pagamento de “aluguel” e rendimento isento de Imposto de Renda. Mas esses fundos sentiram a crise e tiveram uma queda de mais de 15% apenas em março.
É bem verdade que eles subiram junto com a recuperação dos mercados nos últimos meses. Só em junho se valorizaram 4,33% até agora. Mesmo assim, acumulam perdas de 13,28% neste ano.
Afinal, eles estão caros ou baratos?
Para responder a essa pergunta, a RBR Asset Management fez um levantamento dos valores de mercado e valores patrimoniais dos FII. E avaliou riscos e oportunidades de cada segmento: lajes corporativas, galpões industriais, shoppings e recebíveis imobiliários.
Na reportagem de hoje, a Julia Wiltgen mostra quais estão realmente em condições atrativas para a compra.
•O Ibovespa fechou na sexta-feira aos 94.637,06 pontos, uma alta de 0,86% no pregão, o sexto consecutivo no azul. O dólar à vista caiu 2,73%, a R$ 4,99.
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• A semana começa com os mercados dando continuidade ao rali visto na semana passada. As bolsas asiáticas fecharam em alta e os índices futuros em Nova York operam no azul. Mas os investidores possuem inúmeros fatores de risco que podem fazer o mercado retomar a cautela. O Victor Aguiar traz um panorama do que mexe com os seus investimentos nesta semana, em um texto exclusivo para leitores Premium. Você pode destravar o seu acesso por 30 dias sem compromisso aqui.
• Quais setores de fundos imobiliários ainda valem a pena? A gestora RBR dividiu os fundos em quatro segmentos e mostra qual deles é o melhor para investir.
• Como montar um plano de aposentadoria a partir de R$ 150? O colunista Richard Camargo aponta o caminho.
• A BR Distribuidora divulga o balanço primeiro trimestre nesta semana. Saiba o que esperar dos números.
• Latam, Avianca, JCPenney e Hertz são algumas empresas que precisaram recorrer à recuperação judicial após a crise do coronavírus. Saiba mais sobre a situação dessas companhias.
•A Volkswagen desenvolveu um utilitário-esportivo de forma digital durante a quarentena. Isso reduziu o tempo de criação em dez meses.
• O Ministério Público abriu uma investigação sobre o atraso na divulgação de dados do coronavírus. Desde o boletim de sexta, o governo federal deixou de apresentar o número acumulado de mortes e os balanços passaram a ser publicados mais tarde.
• À revelia do governo, os Estados começaram a divulgar um painel com dados consolidados de coronavírus. Os números foram compilados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
• O empresário Carlos Wizard Martins desistiu de fazer parte do Ministério da Saúde. Ele havia questionado a veracidade dos dados repassados por Estados e municípios sobre mortes por covid-19.
• O domingo foi marcado por uma nova onda de manifestações no Brasil. Ao menos onze Estados e o Distrito Federal registram atos contra o governo Bolsonaro. Houve também manifestações a favor do governo em algumas capitais, como São Paulo e Brasília.
• O mercado financeiro ampliou de 6,25% para 6,48% a projeção para queda do PIB brasileiro neste ano, mostra a edição do boletim Focus, do BC, publicada há pouco.
• O PIB do Japão encolheu a um ritmo anualizado de 2,2% no trimestre até março, segundo revisão do governo. O país está em recessão técnica.
• Na China, as importações desabaram 16,7% em maio na comparação com 2019. A expectativa do mercado era de uma queda de 9,7%.
• Ainda não declarou o Imposto de Renda? Você agora tem menos de um mês. Caso precise de ajuda, acesse aqui o Guia Definitivo do Imposto de Renda.
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