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Você sabe que mundo vai emergir da crise provocada pela pandemia do coronavírus? Seremos mais generosos e com maiores preocupações sócio-ambientais? Haverá uma revolta contra o capital e a concentração de renda? O distanciamento social veio para ficar ou no dia seguinte da vacina faremos um grande Carnaval fora de época?
Eu me arrisco a dizer que ninguém tem as respostas para as questões acima. Neste exato momento, algumas das cabeças mais brilhantes da academia e do mercado financeiro tentam desvendar esse enigma.
Afinal, são perguntas que valem trilhões — para ficar em linha com as cifras dos estímulos monetários promovidos pelos governos ao redor do mundo.
O fato é que a forma como lidamos com a crise hoje vai definir o futuro. E, na falta de uma bola de cristal, a melhor maneira de vislumbrar o que pode acontecer é examinar como nos comportamos no passado.
Esse foi o exercício proposto pela SPX Capital. Com R$ 35 bilhões em patrimônio, uma das principais gestoras independentes do país espera por um período de “fúria e euforia” no pós-crise, com crescimento econômico puxado pelo aumento do consumo e moldado por uma maior intervenção do Estado.
Mas enquanto o mundo se prepara para os cenários possíveis após a pandemia, no Brasil as preocupações ainda são de curtíssimo prazo, como o risco fiscal provocado pelo aumento de gastos durante a crise.
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Para a SPX, as pressões para o governo gastar mais vão continuar, e isso pode levar o Banco Central a elevar os juros antes do esperado. Confira o cenário e as posições da gestora nesta matéria que eu escrevi.
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• Se antes as empresas de tecnologia brasileiras buscavam a bolsa americana para abrir capital, agora elas começam a fazer negócios em casa. Conheça as companhias do setor que pretendem lançar suas ações na B3 e quanto elas pretendem captar.
• Falando em IPO, depois de captar R$ 4,63 bilhões e protagonizar a maior abertura de capital do ano na B3 até agora, o Grupo Mateus fechou o seu primeiro pregão no vermelho, na contramão do Ibovespa.
• O momento é favorável para as empresas de commodities, mas não para todas. Essa é a visão do Credit Suisse, que aposta em nomes do setor de siderurgia e mineração e recomenda quatro empresas em sua carteira.
• Entre as ações que estrearam na bolsa neste ano, uma delas apresenta um grande desconto se comparada aos papéis das concorrentes, de acordo com o J.P Morgan. A Jasmine Olga conta para você a recomendação dos analistas do banco.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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