O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os protestos surgiram logo no primeiro dia da quarentena aqui em casa. O André, meu filho mais velho, reclamou de tédio, e não demorou até ganhar a adesão da Helena.
A situação se acalmou depois que a escola adotou as aulas virtuais. Mas com as férias a partir desta semana já começo a temer por novas “manifestações”. De todo modo, não tenho do que reclamar.
Mesmo que o equilíbrio muitas vezes não seja simples, eu diria que o saldo do home office na quarentena tem sido muito positivo.
Essa é uma visão compartilhada de modo geral tanto pelas empresas como pelos funcionários. Afinal, por que passar parte do dia no deslocamento para o emprego se o trabalho remoto não apenas se mostrou viável como produtivo?
Isso significa que para muita gente o espaço da casa ou do escritório se tornou mais importante do que a localização — o fator primordial nos tempos pré-corona.
É claro que ainda é cedo para afirmar se a fase de isolamento provocada pelo coronavírus vai transformar o conceito de moradia e trabalho. Mas no setor imobiliário algumas empresas já começam a lucrar com essa tendência.
Leia Também
As ações da JHSF dispararam 16% no pregão desta sexta-feira após um acordo firmado com a XP Investimentos. A corretora pretende instalar sua nova sede, a “Villa XP”, em uma área que pertence à incorporadora em uma área na Rodovia Castello Branco. Eu conto para você os detalhes nesta matéria.
A valorização chamou ainda mais a atenção porque o dia na bolsa de um modo geral foi morno em razão do feriado nos Estados Unidos. Mas o saldo da semana foi bastante positivo tanto para o mercado de ações como para o dólar, como mostra o Victor Aguiar.
Dados do BC têm demonstrado que o brasileiro, em meio a um cenário de crise econômica e juros na mínima histórica, está indo para o mercado externo. De janeiro a maio, investidores brasileiros mandaram US$ 3,452 bilhões para fundos lá fora — eram US$ 791 milhões em igual período de 2019. Mas o que me chama a atenção é o tamanho dos recursos em ações e o quanto eles dispararam em relação ao ano passado.
A Copel Distribuição aderiu à Conta-Covid, o programa que consiste em empréstimo obtido junto a pool de bancos públicos e privados para preservar a liquidez das empresas do setor. A Copel diz que pleiteia recursos no valor de R$ 869,5 milhões — um valor considerado “suficiente” pelo CEO da companhia.
O governo federal estendeu até 2 de outubro a isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide em operações de crédito. A alíquota do IOF foi zerada em abril com o objetivo de suavizar os efeitos do coronavírus e a isenção valia até hoje. O único problema é que o dinheiro arrecadado com o tributo faz falta para o governo. Confira o tamanho da conta.
Depois de um primeiro semestre histórico — para o bem e, principalmente, para o mal —, os nossos olhos se voltam para a longa estrada à frente. E o podcast Touros e Ursos de hoje foi justamente sobre o futuro: o que é que vai mexer com os seus investimentos no 2º semestre? Quais são os riscos à retomada da bolsa? E o dólar? A Julia Wiltgen e o Victor Aguiar contam para você lá no nosso canal no YouTube.
Pegar um carro pela primeira vez em uma autoescola não é nada trivial, ainda mais se o instrutor não é dos mais pacientes. Mas, bem, você certamente não sabia tudo, não é mesmo? Para investir vale o mesmo: na primeira aplicação, são poucos os que conhecem todos os riscos e custos envolvidos. Você só não pode achar que a barreira é intransponível. O nosso colunista Bruno Merola mostra como avançar nas diferentes fases do “test drive” do investidor. Imperdível!
Um ótimo fim de semana para você!
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto