O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Estamos aprendendo a sofrer, uns sofrendo mais que os outros, uns aprendendo mais que os outros
Depois de duas disparadas dificilmente explicadas pela razão, provavelmente teremos um ajuste de ânimos nesta quinta-feira.
Tudo conforme o plano, sem motivos para surpresa.
Estamos aprendendo a sofrer, uns sofrendo mais que os outros, uns aprendendo mais que os outros.
Há dois tipos de sofrimento no mundo.
Há o sofrimento estúpido, injustificável, fruto da ignorância e da maldade.
E há o sofrimento que é o custo a se pagar em busca de uma causa nobre, também conhecido como sacrifício.
Leia Também
Esse segundo sofrimento é parte inerente ao ofício do investidor — e também do empresário, do esportista, do educador, etc. —, de modo que não é possível viver sem ele.
Simplesmente não é possível investir por cinco, dez, vinte ou trinta anos sem arcar com alguns episódios de sofrimento da pior espécie.
Se alguém lhe contou que a jornada do investidor era um conto de fadas, você foi enganado. O coronavírus é apenas o sofrimento escolhido para este momento. Esteja certo de que outros virão. Esteja preparado.
Bem, se não é possível investir sem sofrer, precisamos encontrar um jeito de tolerar esse sofrimento, e até mesmo regozijá-lo.
Como não somos pessoas penitentes, masoquistas, resta apenas a seguinte solução: transformar o sofrimento em outra coisa, que faça mais sentido e seja útil.
Vamos transformá-lo em uma história.
Do ponto de vista do investidor, a história é bastante simples, para quem sobrevive. A história é sempre contada do ponto de vista dos sobreviventes, ainda que sejam uma minoria.
Quando a Bolsa cai, desaba, estamos arcando com um enorme sacrifício emocional e financeiro (marcado a mercado), em troca da raríssima oportunidade de comprar ações de qualidade a preço de banana.
Por tempo indeterminado (o tempo da crise), pagamos um custo altíssimo em troca da chance pontual de multiplicarmos por duas, três ou quatro vezes o capital investido perto de um momento de máximo estresse.
Note que essa é uma troca "justa", pois decisões que nos façam enriquecer várias vezes nunca serão fáceis, por definição.
É justa porque:
(i) Primeiro você deve sofrer, para depois se beneficiar. A sobremesa só chega depois da salada.
(ii) Enquanto você sofre por um tempo longo e indefinido, a virada de mão se oferece em uma janela curta, que demanda grande sensibilidade. Não falo aqui de um timing perfeito, pois isso não existe. Mas falo de um timing imperfeito, cuja implantação é suficientemente difícil e valiosíssima.
(iii) Durante praticamente todo o tempo, você se sente um completo idiota. Enquanto o mercado cai e todos estão desovando posições, você é o idiota que não se deixa dominar pelo pânico. Você corre o risco de ser o idiota que perde a virada de mão depois de sofrer tanto. E se candidata ao cargo do idiota que confunde um suspiro do mercado com o primeiro sinal confiável de recuperação secular.
Tudo isso parece terrível, e é mesmo. Para nós que vivemos o dia a dia de uma crise, nenhum controle emocional é o bastante. A cada minuto, você terá suas convicções testadas, e deverá se relembrar de quem verdadeiramente é.
Mas esse é o jogo, não adianta lamentar. É um jogo justo.
Ou você queria receber a chance de transformar R$ 500 mil em R$ 1 milhão (ou mais) sem sacrifício algum?
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas
Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026
Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?
Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
Conheça a história da Gelato Borelli, com faturamento de R$ 500 milhões por ano e 240 lojas no país
Existem muitos “segredos” que eu gostaria de sair contando por aí, especialmente para quem está começando uma nova fase da vida, como a chegada de um filho
Cerveja alemã passa a ser produzida no Brasil, mas mantém a tradição
Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro