🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

It’s only rock’n’roll but I like it

O estranho ano de 2020 talvez acabe muito melhor do que todos poderiam supor a priori.

9 de novembro de 2020
11:22 - atualizado às 13:22
música
Imagem: Shutterstock

Antes de entrarmos no prato principal desta segunda-feira, três anúncios importantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confirmamos hoje a aquisição da fintech Real Valor. Ficamos muito felizes em oferecer aos nossos assinantes uma solução importante para consolidação, monitoramento e análise de suas carteiras de investimento, uma demanda antiga deles mesmos. É um passo importante para o nosso Super App e para a consolidação da Empiricus , junto com a Vitreo, como um grande ecossistema de investimentos pautado nas melhores recomendações de investimento e na tecnologia de ponta, tendo sempre o investidor como centro, blindado de conflitos de interesse. Na minha opinião — e também na avaliação da Apple Store —, o Real Valor já é o melhor aplicativo de consolidação de carteiras do Brasil. Mas não o adquirimos somente por isso. Demos esse passo por conta dos brilhantes Gabriel Farias e Eduardo Belotti, fundadores da fintech, e por tudo que eles podem fazer pelos nossos assinantes. Iniciamos ainda hoje uma integração do Real Valor ao App da Empiricus . Em paralelo, o Real Valor segue também como um aplicativo independente. Se você ainda não fez o download desse app, fica aqui o convite.

Como talvez os dois leitores mais assíduos saibam, outro pilar importante desse grande universo de investimentos será a educação financeira. Estamos bastante ansiosos e motivados pelo início do nosso MBA com a Estácio amanhã. Além disso, estamos também muito felizes com o interesse e o engajamento das pessoas com o tema. Subimos a aula 3 na última sexta-feira e em poucas horas chegamos a mais de 2.000 comentários na página do lançamento. Fechamos os últimos detalhes ao longo dos últimos dias e gostaria de deixar aqui meu testemunho pessoal de como não há paralelos frente ao que estamos levando aos alunos. É algo verdadeiramente único e transformador. Se você ainda não assistiu à terceira aula, fica aqui o convite para fazê-lo.

E eu ainda gostaria de dividir outra questão marcante sobre nosso momento empresarial e também pessoal. No sábado, saiu mais uma resenha do meu livro "Princípios do Estrategista", em adição àquela recentemente publicada na Exame. Você pode conferir o texto neste link. A verdade, confesso, é que não estou muito acostumado com críticas elogiosas da imprensa especializada e é marcante e estimulante a transformação observada nessa relação. Será que estamos ficando velhos? O grande desafio entre a institucionalização, o mainstream e a manutenção do espírito de Day One. A referência é Mick Jagger, cavaleiro da Coroa britânica e até hoje um grande artista inovador. It’s only rock and roll, but I like it.

Bom, agora vamos lá.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Amanhecemos com novo recorde histórico do MSCI All-Country World, referência para o consolidado das Bolsas globais. A intensidade do otimismo também é relevante. Futuros dos índices de ações dos EUA sobem mais de 2%. A confirmação da eleição de Joe Biden por margem razoável de votos, com uma composição de Câmara de maioria democrata e, provavelmente, Senado e Suprema Corte com maioria republicana, cria uma ambiência percebida como positiva para os ativos de risco.

Leia Também

As chances de contestação séria das eleições parecem baixas, afastando um temor antigo do mercado. Em breve, devemos ter aprovado um pacote fiscal superior a US$ 1 trilhão nos EUA — a Goldman Sachs, por exemplo, acaba de soltar relatório prevendo um programa fiscal superior a essa cifra ainda em dezembro. Em paralelo, o equilíbrio de forças no Congresso americano, sem a configuração de uma “blue wave”, sugere dificuldades para muitos aumentos de impostos ou para um avanço notável da regulação sobre as big techs. Não haveria combinação melhor.

Ao otimismo com a eleição nos EUA, se somou anúncio da Pfizer e da BioNTech, de que já há 90% de efetividade na vacina contra o coronavírus. A expectativa da comunidade científica, em geral, era de uma efetividade de pelo menos 75%.

Comemoramos o ambiente favorável para ativos de risco e o bom comportamento das nossas carteiras na semana passada, claro. Há algo talvez ainda mais interessante, porém: a julgar pelo histórico, o que vemos até aqui pode não ser apenas aquilo que tradicionalmente se chama de um “rali de alívio”, quando há altas de curto prazo derivadas da superação de alguma preocupação anterior. Se o passado pode servir de guia, podemos estar diante de uma grande tendência positiva à frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Benoit Mandelbrot foi preciso em identificar o que chamamos de clusters de volatilidade. Ou seja, há correlação entre a volatilidade de hoje e a de amanhã, na média. Em linguagem mais simples, dias turbulentos costumam trazer mais dias turbulentos pela frente. Ao mesmo tempo, temos também clusters de dias positivos. Dos cinco primeiros dias de novembro, quatro trouxeram uma alta superior a 1% do S&P 500. Nos últimos 50 anos, esse tipo de sequência foi um bom indicador de novas altas. Os retornos subsequentes de seis meses montaram a 10,65% na média (foram 11 períodos de alta, contra uma única queda). Já a valorização dos próximos 12 meses foi de 14,66%. A última vez em que tivemos uma sequência similar foi em março de 2020.

Segundo dados da Nautilus Investment Research, no dia 6 de novembro, tínhamos 85% das ações do S&P 500 negociando acima de sua média móvel de 10 dias. Uma semana antes, esse número não passava de 5%. Uma reversão de natureza tão extrema costuma significar um aumento da volatilidade de curtíssimo prazo, com uma perda média de 0,85 ponto percentual na semana subsequente à reversão (12 quedas contra 9 altas), acompanhada de um bom desempenho nos meses seguintes — retornos médios de três meses de 5,41% (16 altas contra apenas 5 quedas). 

Outro indicador de força é o aumento da correlação entre os setores. De acordo com a Nautilus, a correlação de três meses entre setores atingiu o pico de 98% em abril e, desde então, vinha caindo, para bater 66% em outubro. Nos últimos dias, isso subiu para 70%. Tipicamente, quando esse indicador passa de 70% depois de seis meses, temos uma perspectiva de força do mercado como um todo. Em situações assim, o retorno médio de seis meses do S&P foi de 7,84% (19 altas frente a apenas 3 baixas). O desempenho médio dos 12 meses posteriores marcou 13,73% (21 altas contra uma única queda). 

O argumento mais forte acontece com os mercados emergentes. A principal referência para mercados emergentes fechou três desvios-padrão acima de sua média móvel de um mês. Extremos dessa forma tendem a preceder grandes valorizações, com os mercados emergentes tradicionalmente superando o S&P nos meses subsequentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estranho ano de 2020 talvez acabe muito melhor do que todos poderiam supor a priori.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O lado B dos data centers, a guerra no Oriente Médio e os principais dados do mercado hoje

12 de março de 2026 - 8:55

Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Petróleo em alta — usando dosagens para evitar o risco de uma aposta “certa” 

11 de março de 2026 - 19:57

Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade

ALÉM DO CDB

Prêmios de risco do crédito privado têm certo alívio em fevereiro, mas risco de algumas empresas emissoras aumenta

11 de março de 2026 - 14:39

Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar