O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após as altas recentes, as bolsas globais apresentam recuo nesta manhã. No Brasil, o clima negativo se soma aos esforços do governo para combater o coronavírus
A sexta-feira dos mercados reserva mais um dia de emoções para os investidores. Após as altas das bolsas globais ontem, hoje o dia parece trazer um cenário mais pessimista.
Nos Estados Unidos, o coronavírus continua assustando. O país passou a ser o local com o maior número de infectados pela doença, ultrapassando até mesmo a China e contabilizando cerca de 1.200 mortos.
O recorde histórico dos pedidos de auxílio desemprego, divulgado ontem, não assustou as bolsas americanas, mesmo sendo um reflexo do que o coronavírus está causando ao país. As bolsas encerraram o dia em alta firme, muito influenciadas pela aprovação do pacote de estímulos trilionário pelo Senado americano.
Na Ásia, os investidores ainda repercutem de forma positiva as medidas dos governos para conter o impacto do coronavírus na economia. Assim, as bolsas do continente fecharam em alta.
Mas hoje pela manhã, os índices futuros em Nova York mostram menos fôlego para manter o movimento de alta e recuam fortemente, com queda superior a 2%. Na Europa, a mesma tendência é seguida.
Mesmo em meio ao caos, a bolsa brasileira fechou em alta de 3,67%, aos 77.709,66 pontos e engatou a terceira alta consecutiva nesta quinta-feira. A expectativa agora é para ver até quando o principal índice da bolsa vai ter fôlego para manter a alta.
Leia Também
O EWZ, principal ETF brasileiro negociado em Nova York, cai 5,46% no pré-mercado.
O dólar apresentou tendência de queda no mundo todo e aqui não foi diferente, com a moeda recuando 0,71%, a R$ 4,9970. A divisa não encerrava uma sessão abaixo dos R$ 5,00 desde o dia 13 de março.
Já são cerca de 3.000 infectados e 77 casos fatais do novo coronavírus no país e em meio ao cenário negativo no exterior, os investidores devem digerir as medidas que estão sendo tomadas localmente para amparar a economia e evitar a disseminação da doença
As medidas econômicas para o enfrentamento do coronavírus no Brasil começam a ganhar contornos mais firmes.
A Câmara aprovou o aumento da ajuda aos trabalhadores informais de R$ 200 para R$ 600 por mês. Além disso, o presidente Jair Bolsonaro autorizou uma medida provisória que irá destinar R$ 36 bilhões para o socorro de bares e restaurantes.
Ainda é pouco. Trabalhadores e empresas aguardam um pacote de medidas mais robustas para conseguirem enfrentar os impacto da epidemia de coronavírus. Outras medidas estão sendo estudadas e anunciadas pelo governo, mas do pacote de R$ 308,9 bilhões anunciados, até agora, R$ 105,3 bilhões ainda não foi nem discutido pelo governo. Ou seja, 64 % das propostas ainda estão no papel.
Além da resposta lenta na área econômica, o presidente continua em atrito com os governadores, ao dar novas declarações defendendo o fim do isolamento e contrariando as instruções de autoridades médicas e sanitárias.
O governo estuda, inclusive, o lançamento de uma campanha nomeada "O Brasil não pode parar", que pode pegar mal com os investidores.
Último gás das divulgações corporativas. Hoje o dia reserva os números de Eletrbras, Equatorial e Cogna.
Nos Estados Unidos temos a leitura final do sentimento do consumidor de março (11h). Na Câmara, discussão sobre o pacote de estímulo trilionário proposto pelo governo e que já foi aceito pelo Senado.
Por aqui a semana termina com uma agenda fraca de divulgação de indicadores. POr volta das 8h, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participa de videoconferência com o FMI.
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM