O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A tentativa da China de endurecer sua atuação em Hong Kong traz mais tensão na ja complicada relação diplomática com os Estados Unidos. No Brasil, divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril pode renovar a preocupação com o cenário político local
A sexta-feira chega junto com mais um capítulo na novela diplomática que se desenrola entre os Estados Unidos e China. O gigante asiático ameçou impor novas leis de segurança nacional a Hong Kong - um dos maiores centros financeiros do mundo, desagradando os Estados Unidos e o presidente Donald Trump. A tensão entre os países deixa os mercados globais em estado de alerta, com a cautela predominando nas principais bolsas.
Por aqui, os investidores ainda surfam nos resultados da reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e governadores, se apoiando no clima de reconciliação e no aguardo do veto presidencial ao reajuste dos funcionários públicos, previsto na PEC de auxílio aos Estados e municípios. Mas, o sentimento para não durar muito tempo. O ministro Celso de Mello deve definir hoje o destino do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril. Resta saber se o material considerado 'bombástico' será divulgado na íntegra ou apenas parcialmente.
Mais um capítulo na renovada tensão entre Estados Unidos e China. Dessa vez, a troca de farpas entre as duas maiores economias do mundo tem Hong
Kong como alvo das atenções.
A China pretende anunciar novas de leis de segurança nacional a Hong Kong, com o objetivo de interromper atividades consideradas subversivas pelo governo e a interferência estrangeira na ilha. Em resposta, o presidente Donald Trump disse que haverá uma 'reação muito forte' caso a China siga adiante com o plano.
A ex-colônia britânica é um território autônomo, reconhecido como um dos principais centros financeiros do mundo.
Vale lembrar que a relação dos dois países vem se deteriorando no último mês, com as seguidas acusações por parte do governo americano de que o país asiático é responsável pela pandemia do coronavírus.
Leia Também
Os investidores temem que a tensão diplomática afete os termos do tratado comercial assinado pelas duas potenciais no começo do ano, por isso a cautela redobrada com a situação.
A China deu início à sua reunião legislativa, muito esperada pelo mercado com as metas para a sua atividade econômica para o ano.
Mas, logo na abertura do Congresso do Povo, um banho de água fria. A China decidiu não fixar uma meta para o seu Produto Interno Bruto em 2020 - é a primeira vez que isso acontece desde 1994.
A decisão é um reflexo dos ainda incertos impactos do coronavírus na economia do gigante asiático. Somado aos elevados clima de tensão, as bolsas da Ásia fecharam em baixa - com o índice acionário de Hong Kong liderando as perdas.
A instabilidade política em Hong Kong também contamina as principais bolsas europeias, que operam em queda nesta manhã.
A cautela nos mercados também atinge os índices futuros em Nova York, que operam no campo negativo.
Depois de alguns dias de recuperação, o clima tenso entre Estados Unidos e China e a falta de uma meta econômica no país asiático também jogam o mercado de petróleo no campo negativo.
Por volta das 7h20, o barril do petróleo WTI tinha queda de mais de 6%, a US$ 31,83. O Brent para o mesmo mês caía 4,77%, a US$34,34
A tão aguardada reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e os governadores, realizada nesta quinta-feira, trouxe alívio ao cenário político doméstico e descolou o Ibovespa da cautela vista no mercado global.
O encontro foi bem recebido pelos investidores locais, que comemoraram uma aparente sintonia entre o presidente e governadores, além de sinais de coesão dentro do governo.
O governo federal e os governadores se uniram em torno do apoio ao veto ao reajuste aos servidores públicos, previsto na PEC que regulamenta o auxílio emergencial a Estados e municípios.
A reunião contou também com a presença dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, também inspirando o entendimento de que a tensão política deu espaço para discursos mais conciliadores.
Com o clima de reconciliação no ar e a a indicação de que o veto realmente virá, preservando as contas do governo e seguindo a orientação de Paulo Guedes, o Ibovespa fechou o dia em alta de 2,10%, aos 83.027,09 pontos. O dólar teve um dia de forte alívio - aliando o bom humor local com a repercussão da fala do presidente do BC, Roberto Campos Neto -, e caiu 1,88%, a R$ 5,5818.
Com a demora do presidente em sancionar a PEC, os Estados tiveram tempo para anunciar reajustes. Na Câmara, foi aprovada uma MP que reestrutura cargos e concede gratificações na chefia da Polícia Federal.
O alívio na tensão no cenário político pode não durar muito.
O ministro Celso de Mello deve divulgar hoje a sua decisão sobre o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril e deve pegar os mercados ainda abertos para repercutir o conteúdo.
A expectativa é que o vídeo seja divulgado integralmente, como pede a defesa do ex-ministro Sergio Moro ou parcialmente, como é defendido pela AGU e PGR.
Segundo o teor do conteúdo já vazado para a imprensa, o vídeo teria um potencial 'bombástico' e confirmaria as acusações de Moro sobre a tentativa de interferência política na Polícia Federal por parte do presidente Jair Bolsonaro.
Hoje pela manhã, antes da abertura do mercado, temos a divulgação de Usiminas.
Confira os últimos números divulgados:
O Banco Central oferta até R$ 4 bilhões em compromissadas de três meses.
O Banco Central Europeu irá divulgar a ata da sua última reunião de política monetária (8h30).
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos