🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Esquenta dos mercados

Bolsas globais ensaiam recuperação em meio à instabilidade do petróleo

Investidores começam o dia mais dispostos ao risco e os mercados reagem mantendo as bolsas no campo positivo. No Brasil,o dia deve ser de ajuste após pausa para o feriado.

Jasmine Olga
Jasmine Olga
22 de abril de 2020
8:18 - atualizado às 9:00
Petróleo mercados Ibovespa dólar
Alta do petróleo coloca em risco a atual política de preços da Petrobras - Imagem: Shutterstock

Após a pausa para o feriado, que deixou as bolsas fechadas nesta terça-feira (21), o dia deve começar sendo de ajustes, para acompanhar o clima dos últimos dias. Mas, a menor aversão ao risco observada nesta manhã pode diminuir as perdas na bolsa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ontem, as bolsas americanas - Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq - fecharam o dia com quedas superiores a 2,5%. Além de dados econômicos mais fracos do que o esperado, a queda histórica do petróleo também pesou sobre os índices. Foram dois dias de fortes perdas lá fora, mas, o que prevalece pela manhã no exterior é uma menor aversão ao risco

Enquanto por aqui a B3 estava fechada, o EWZ, principal ETF brasileiro negociado em Nova York e que representa as ações locais no exterior, teve uma queda de 3,21%.

O grande susto

Na segunda-feira, os investidores tiveram um susto, com o WTI para maio sendo negociado abaixo de US$ 0 pela primeira vez na história.
A commodity teve queda de mais de 300% e fechou o pregão do dia 20 com valor negativo, US$ -37,63 o barril.

Com a demanda da commodity em baixa e os estoques cheios, os compradores precisaram se desfazer dos contratos um dia antes do vencimento, para evitar que os barris fossem entregues de forma física, que não teriam onde ser armazenados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na terça-feira, enquanto o mercado estava fechado no Brasil, o preço da commodity continuou em queda livre, com o barril do tipo Brent, para junho,registrando pesadas perdas, influenciado pela queda do WTI. Durante a madrugada, o Brent chegou a atingir o menor valor desde 1999 durante a madrugada.

Leia Também

Nesta manhã, o petróleo WTI para junho continua no vermelho, caindo 2,33%, a US$ 11,30 o barril - menor nível histórico desde 1999. Já o Brent, também para junho, recupera parte das perdas e oscila perto da estabilidade.

A divulgação dos dados dos estoques americanos da commodity, prevista para hoje, devem mexer ainda mais com a cotação. Também circulam informações de que a Opep pode realizar uma nova reunião no dia 10 de maio para avaliar novos cortes na produção.

Os ADRs da Petrobras sobem 4,79% no pré-mercado em Nova York, por volta das 7h. A estatal usa o barril do tipo Brent como referência para seus preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As incertezas que se multiplicam

A queda histórica do petróleo não foi o único assunto do feriado. As incertezas geradas pela pandemia e avanço do coronavírus continuaram aumentando a cautela dos investidores.

Já são 2,5 milhões de casos confirmados no mundo todo, com um total de 178 mil mortos. No Brasil, o número ultrapassou a marca dos 43 mil infectados pela covid-19, com 2,7 mil mortes registradas.

A aprovação de um pacote fiscal de US$ 480 bilhões para pequenas empresas e hospitais nos Estados Unidos dão fôlego aos mercados.
Ainda nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump proibiu por 60 dias a entrada de novos imigrantes no país.

Na Itália, o primeiro-ministro do país, Giuseppe Conte, confirmou que o país pode começar a sua reabertura econômica no dia 4 de maio, mas descartou um relaxamento total das medidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Virando a página

Mesmo com a queda do petróleo, as bolsas asiáticas fecharam o pregão majoritariamente em alta durante a madrugada, apagando parte das perdas recentes, quando os mercados estiveram fortemente pressionados pelo tombo da commodity.

Na Europa, os investidores também enxergam um dia mais positivo. O mercado se prepara para o ínicio da temporada de balanços, com as primeiras empresas divulgando os seus resultados nesta manhã, e repercute as notícias sobre avanços nos testes de algumas vacinas contra o coronavírus.

O cenário ainda é caótico no mercado da commodity, mas o índice intercontinental Stoxx-600 avança mais de 1,0% no começo da manhã.

Os índices futuros em Nova York também operam em alta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novas apostas

Na segunda-feira, mesmo em meio ao caos do petróleo, a bolsa brasileira se manteve próxima da estabilidade, com queda de 0,02%, aos aos 78.972,76 pontos.

Nesta manhã, o EWZ, principal ETF brasileiro negociado em Nova York, avança 2,82%.

A tensão no exterior fez o dólar ter um ganho de 1,35%, indo aos R$ 5,3078. Os juros futuros caíram, com o mercado precificando novos cortes na Selic nas proxímas reuniões do Copom, que acontecem em maio e junho. Os contratos de DI para janeiro de 2021 chegaram a fechar abaixo de 3% pela primeira vez, em 2,83%.

Com a retomada do risco no exterior, o dólar aparece mais enfraquecido ante outras moedas emergentes nesta manhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pegou mal

O ministro do STF Alexandre de Moraes abriu um inquérito para apurar a organização das manifestações que ocorreram no último domingo (19). O ministro concluiu que se tratou de um episódio 'gravíssimo' e que atenta contra o Estado Democrático de Direito e as instituições republicanos

Agenda

Em Brasília, o Senado deve votar hoje as alterações nas regras do auxílio emergencial. Na Câmara, expectativa pela votação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

A Receita Federal também divulga hoje os dados da arrecadação de março.

A temporada de balanços lá fora tem a divulgação dos números da AT&T, Alcoa, Heineken e Delta Air Lines.

Fique de olho

  • Conselho da Unidas aprovou compra de mais de 20 milhões de ações ordinárias, correspondente a 4% do capital social
  • IRB Brasil elegeu Regina Nunes, Ivan Passos Henrique Luz e Marcos Falcão para o conselho após renúncias.
  • Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS, afirmou em evento da XP que listagem na Nyse é prioridade.
  • Assembleias da BRF serão aprcialmente digitais.
  • Eneva retirou a proposta de fusão com a AES Tietê.
  • Roberto Monteiro é o novo CEO da PetroRio.
  • Grupo Fleury cancelou Assembleia Geral Ordinária marcada para o dia 30, ainda sem nova data para acontecer.
  • Michael Klein deixará a presidência do conselho da Via Varejo e será substituído pelo seu filho, Raphael Klein.
  • Fábio Schvartsman deixará a Vale. Ele era presidente na época do rompimento da barragem de Brumadinho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar