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O mercado conhecerá nesta quarta-feira (09) a última decisão de política monetária do ano. A expectativa do mercado é que o Copom mantenha a taxa Selic nas mínimas históricas e que o comunicado mostre uma postura mais firme do Banco Central, endereçando a escalada da inflação e a preocupação com o teto de gastos.
Falando em teto de gastos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou agora cedo que o governo está comprometido em não transgredir a meta e que o auxílio emergencial não deve ser prorrogado.
No exterior, o clima está morno. O avanço da pandemia do coronavírus se choca com as perspectivas positivas de um acordo entre Reino Unido e União Europeia e as negociações em torno de um novo pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos.
A briga por uma vacina e um plano de imunização que comece em breve aumenta a tensão entre o governo federal e os Estados. No centro dessa disputa está São Palo, que já tem um plano de vacinação contra o coronavírus, e o Ministério da Saúde. Em reunião, o ministro da pasta, Eduardo Pazuello, e o governador de São Paulo, João Doria, se desentenderam.
Segundo Pazuello, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só irá certificar uma vacina em fevereiro. Em São Paulo, a vacinação está prevista para começar no dia 25 de janeiro.
O briga política em torno da vacina contra o coronavírus pesa nos mercados e, por isso, o Ibovespa teve um ímpeto de alta reduzido na tarde de ontem. O principal índice da bolsa brasileira fechou o dia em alta leve de 0,2%, aos 113.790 pontos.
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No câmbio, o dólar voltou a avançar e fechou o dia em alta de 0,15%, cotado aos R$ 5,1275.
O cabo de guerra em torno da vacina contribuiu para que a moeda americana se valorizasse. O temor com a possível flexibilização do teto de gastos também fez a sua parte, tanto limitando a alta da bolsa como também para o avanço do dólar.
Nesta quarta-feira (09), o Comitê de Política Econômica e Monetária (Copom) encerra a sua última reunião do ano e o anúncio da decisão, após o fechamento do mercado (18h30) é o grande destaque do dia.
A expectativa do mercado é que o Banco Central mantenha a taxa básica de juros em 2% e o 'forward guidance' dos últimos comunicados. A instituição, no entanto, está sob pressão, já que o avanço da inflação e o risco fiscal cobram uma postura mais firme do BC.
A Selic se encontra em suas mínimas históricas desde agosto, com a sinalização de que o patamar atual deve ser mantido por um longo período de tempo. Os investidores buscam no comunicado os sinais do que deve vir pela frente. Confira nesta matéria do Kaype Abreu as razões para que o mercado aposte na estabilidade.
Antes do Copom, os investidores devem repercutir a fala do ministro da Economia, Paulo Guedes. Em evento logo no começo do dia, Guedes voltou a confirmar o compromisso do governo com o teto de gastos e que o auxílio emergencial não deverá ser prorrogado. Outra notícia anunciada pelo ministro foi a de que a União deve anunciar uma redução de subsídios 'de forma generalizada' até o fim do ano.
Nesta manhã, o otimismo com o início da vacinação contra a covid-19 e negociações de um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos e de um acordo para o Brexit deixam o mercado global morno, com leve predomínio de um viés positivo.
Na Europa, o dia deve ser decisivo para as trativas de um acordo pós-Brexit. Boris Johnson, primeiro ministro britânico, irá até Bruxelas negociar com a alta cúpula da União Europeia.
O otimismo com as vacinas, no entanto, não apaga a preocupação com a situação da pandemia no mundo. O número de casos segue crescendo, com medidas restritivas cada vez mais fortes, o que deve impactar as economias globais novamente. Hoje pela manhã, a chanceler alemã Angela Merkel voltou a defender um isolamento mais severo e pedir para que a população se volte para a ciência.
Na Ásia, o cenário foi insuficiente para sustentar ganhos mais expressivos e, por isso, as bolsas locais fecharam sem uma direção definida. No Velho Continente, a maioria das bolsas operam em alta, confiantes de que um acordo entre Reino Undio e UE está próximo.
O avanço da pandemia nos Estados Unidos pressiona o Congresso local para a aprovação de um novo pacote de estímulos. Com a possibilidade de ajuda no radar, os investidores se sentem mais confortáveis em buscar ativos de risco. Nesta manhã, os índices futuros em Wall Street também operam no azul.
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