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Risco do coronavírus continua se dissipando e as bolsas asiáticas engatam o terceiro dia seguido de alta
O aguardado corte de 25 pontos-base na taxa básica de juros foi anunciado ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O Comitê renovou o piso histórico em 4,25% na tentativa de impulsionar a economia brasileira.
Embora a queda na Selic tenha vindo em linha com o esperado, o mercado deve repercutir a decisão do BC de encerrar o ciclo de cortes. O Copom fez questão de não deixar dúvidas que o espaço para redução chegou ao fim.
“Considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o Comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária.”
Os juros futuros devem seguir com o ajuste, corrigindo as posições que antecipavam um novo corte na taxa em março.

O BNDES conseguiu levantar R$ 22 bilhões com a sua oferta de ações da Petrobras. O follow on foi precificado em R$ 30,00 e US$ 15,16 na B3 e Nyse, respectivamente. Ao todo, o banco vendeu 9,06% das ações ordinárias da companhia.
A demanda superou em três vezes a oferta. Durante o dia, as ações da estatal sofreu com a volatilidade. O desempenho do papel, precificado abaixo do esperado, pesou no saldo final do Ibovespa, que também refletiu a indicação de pausa no ciclo de cortes da Selic.
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O índice fechou o dia com alta de 0,41%, aos 116.028,27 pontos. Essa foi a terceira sessão consecutiva de ganhos para a bolsa brasileira.
Em meio aos sinais de avanço no combate ao coronavírus, os mercados asiáticos registraram a terceira alta seguida e consolidam o processo de recuperação. O vírus já infectou mais de 28 mil pessoas, com 563 mortes registradas.
O governo chinês anunciou novas medidas de estímulos para tentar conter os danos, além de anunciar a redução de tarifas sobre produtos americanos. A notícia de que pesquisadores avançam no desenvolvimento de um tratamento para a doença, que já haviam embalado os negócios na Europa e Estados Unidos mais cedo, também foi um dos fatores positivos do pregão.
Ontem, as bolsas americanas voltaram às máximas históricas e zeraram as perdas acumuladas desde o início do surto do coronavírus. Os índices futuros na bolsa de Nova York amanhecem no azul.
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