Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
PAGUE MENOS EM ALTA

Quer pagar menos? A hora de investir em novata da bolsa é agora, segundo o J.P Morgan

Para os analistas do banco americano J.P. Morgan, as ações estão com grande desconto se comparadas aos papéis de seus principais concorrentes.

Imagem: shutterstock

Os primeiros passos da rede de farmácias Pague Menos (PGMN3) têm sido lentos. As ações foram precificadas 16% abaixo do piso da faixa indicativa, a R$ 8,50 na oferta inicial (IPO, na sigla em inglês), e, depois de subirem 22% no primeiro dia de negociações, em setembro, registram um avanço acumulado de 6,7% desde a estreia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o banco americano J.P Morgan, essa pode ser a sua chance de pagar menos pelos papéis da terceira maior rede de farmácias do país.

No relatório que inicia a cobertura das ações da Pague Menos, os analistas Joseph Giordano, Eugenia Cavalheiro, Olivia B Petronilho e Nicolas Larrain, explicam as razões por trás da recomendação de compra (overweight - acima da média do mercado) e do potencial de alta de até 38% no preço-alvo (a R$ 12,50).

Para o banco americano, os papéis apresentam um desconto excessivo, principalmente se comparado com a Raia Drogasil, hoje principal empresa do setor de farmácias no país. Além disso, as ações da Pague Menos também oferecem uma boa relação risco-retorno para os próximos anos. A expectativa do J.P para ocrescimento anual composto é de 10% nas vendas para os próximos cinco anos, e de 20% para o Ebitda.

Em dia positivo para a bolsa brasileira, as ações ordinárias da companhia subiram 0,33%, a R$ 9,10.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reestruturação ainda não está completa

Cerca de 3 anos atrás, a Pague Menos iniciou um processo de reestruturação extenso, com mudanças na gestão, governança e o fechamento de 130 lojas. As mudanças tinham como objetivo incentivar a melhora operacional ao encerrar operações improdutivas e destravar números melhores de média de venda por loja, um índice que caiu cerca de 10% nos últimos anos.

Leia Também

RESUMO SEMANAL

Wall Street sobe, mas Ibovespa afunda: por que a bolsa brasileira andou na contramão do mundo nesta semana

A TREND DA RECOMPRA

Mineradora usa mecanismo queridinho dos investidores em meio a tombo de 40%; ‘confiança na geração de caixa’, diz CEO

Os analistas do J.P. Morgan destacam que esse processo de 'turnaround' ainda não está completo e que o capital adquirido na oferta inicial de ações pode ser utilizado para acelerar a reformulação das lojas e ao mesmo tempo melhorar a qualidade do seu estoque, com menos deficiências de produtos, o que elevaria as receitas da companhia e financiaria de forma sustentável o plano de expansão da companhia. A previsão é que ele seja finalizado nos próximos 18 meses.

Com os pés no chão

O segundo ponto destacado pelos analistas é o potencial que a Pague Menos tem para expandir os seus negócios em faixas importantes do mercado. A companhia deve se beneficiar ao evitar erros já cometidos no passado, já que agora a gestão tem um olhar mais apurado para o crescimento sustentável.

O banco americano espera que com o caixa reforçado, a rede de farmácias abra 140 novas unidades até 2022. O número expressa um ritmo mais lento do que o observado em momentos anteriores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra diferença com os planos executados por gestões anteriores é do foco. Se antes o plano de expansão era nacional, agora o objetivo é fortalecer a Pague Menos em mercados mais favoráveis aos negócios da companhia.

Segundo estimativas do banco, existem pelo menos 60 novas cidades na região Norte e Nordeste que podem receber novas unidades da Pague Menos.

A companhia tem cerca de 19,6% e 9,9% do mercado nas regiões Nordeste e Norte, respectivamente. A liderança regional ajuda a reduzir os riscos trazidos pelo projeto expansionista.

Presença nacional

Antes do processo de reestruturação, a Pague Menos também tinha um plano de crescimento, considerado 'errático' pelos analistas do J.P. Morgan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, o processo é baseado na criação de clusters, com ganho de mercado em cidades com pouca presença de seus maiores concorrentes, o que gera confiança nos analistas.

A primeira parte do plano de expansão tem como foco os principais mercados da Pague Menos e deve durar cerca de 2 ou 3 anos. Depois disso, a companhia deve voltar a apostar em fortalecer a sua presença em escala nacional. Para os analistas, essa deve ser a fase mais desafiadora do processo.

"O fato de que sua marca já está presente nos principais mercados nacionais, apesar de sua baixa participação regional, deve reduzir o peso da expansão para essas regiões, uma vez que a maior parte das oportunidades do Norte e Nordeste são exploradas".

Ampliando horizontes

Além de estar presentes em cada vez mais cidades, a Pague Menos também tem optado por oferecer cada vez mais produtos que a diferencie de seus concorrentes regionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como o público-alvo da rede de farmácias é normalmente composto por pessoas com acesso mais limitado aos serviços de saúde, a companhia tem investido no oferecimento de serviços nas próprias lojas e até mesmo de telemedicina, um movimento que permite que a empresa amplie a receita em canais já existentes.

E isso envolve também uma melhoria dos serviços digitais. Com o caixa reforçado, a companhia pode apostar no digital para tirar o peso da expansão física e aumentar a sua presença em mercados mais concorridos. Aliado ao oferecimento de novos serviços médicos, a Pague Menos pode aumentar a fidelização, recorrência e o tíquete médio.

Riscos

No radar dos analistas, estão alguns eventos que podem desacelerar o processo de expansão da Pague Menos.

O principal deles está na capacidade da gestão de entregar o plano proposto. Caso o resultado seja negativo, a companhia deve sofrer penalizações nos próximos anos. Uma abordagem mais agressiva dos players concorrentes e pressões inflacionárias também estão entre os fatores que devem ser considerados pelos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Edifício corporativo Dynamic Faria Lima, alugado pelo Ibmec. 16 de junho de 2026 - 12:32
Fachada do shopping Eldorado | Aliansce Sonae (ALSO3) 16 de junho de 2026 - 12:02
bolsas caindo fundo bolsa de valores alerta perigo queda de ações 15 de junho de 2026 - 19:01
Imagem criada por IA traz a bandeira do Brasil de fundo e um gráfico de ações em alta 14 de junho de 2026 - 11:43
ranking de Fundos imobiliários 13 de junho de 2026 - 17:55
Gráfico de ações em alta com a palavra ibovespa no centro 13 de junho de 2026 - 15:47
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 12 de junho de 2026 - 19:30
Em um fundo escuro, um japonês de óculos aparece em frente a um microfone, ao lado direito da imagem. No centro, a frase: o próximo gatilho da bolsa 11 de junho de 2026 - 16:32
Miniatura de casa e moedas representando o investimento e os dividendos de fundos imobiliários 11 de junho de 2026 - 12:35
B3, bolsa de valores brasileira 10 de junho de 2026 - 19:52
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar