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Retomada dos testes clínicos pela AstraZeneca coloca em segundo plano a leitura mista do IBC-Br de julho
O Ibovespa iniciou a semana em alta sustentado pela melhora do ambiente de negócios no exterior depois do anúncio da retomada dos testes clínicos de uma vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca.
Diante de uma agenda repleta de decisões de juros no decorrer da semana, o principal índice do mercado brasileiro de ações repercute nesta segunda-feira a alta consistente em Wall Street e opera próximo das máximas do dia, tentando firmar-se acima da marca de 100 mil pontos.
Por volta das 16h40, o Ibovespa operava em alta de 2,01%, aos 100.338 pontos.
O setor varejista destaca-se hoje na bolsa brasileira diante da percepção entre os investidores de que os papéis do varejo e de shopping centers ficaram baratos em meio à volatilidade das últimas semanas.
Outro setor cobiçado hoje é o de educação. As ações da Ser Educacional figuram entre os destaques da B3 depois do anúncio de um acordo para comprar a Laureate. Entretanto, a Yduqs informou que também elabora uma proposta pela proprietária da Anhembi-Morumbi e da FMU.
Mesmo os papéis do setor bancário, que começaram o dia patinando diante dos sinais mistos da economia brasileira, passou a acompanhar a alta observada no Ibovespa.
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A notícia sobre a retomada dos testes da vacina coloca em segundo plano a leitura mista do IBC-Br, o índice de atividade econômica medido pelo Banco Central do Brasil (BCB) considerado como prévia do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
Os investidores também observam o aumento das projeções dos participantes do mercado para a inflação deste ano na pesquisa Focus às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BCB.
Um dos poucos fatores a limitarem um desempenho ainda melhor do Ibovespa hoje reside na queda do preço do barril de petróleo nos mercados internacionais - e seu impacto sobre as ações da Petrobras - depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ter atualizado sua projeção para a queda da demanda global em 2020. O cartel também estima que a recuperação em 2021 será mais lenta do que o imaginado anteriormente.
Os mercados de câmbio e juros futuros também repercutiram a notícia sobre a retomada dos testes clínicos de uma vacina para a covid-19.
O dólar iniciou a segunda-feira em queda com os investidores mais dispostos a assumirem riscos nos mercados financeiros em um dia no qual as divisas de países emergentes ganharam terreno.
Por volta das 16h40, a moeda norte-americana recuava 1,00%, cotada a R$ 5,2800.
Já os contratos de juros futuros acompanham a dinâmica do mercado de câmbio e operam em queda.
Confira as taxas negociadas de alguns dos principais contratos negociados na B3:
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