🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Sem freio

Ladeira abaixo: dólar à vista cai pelo sexto dia seguido e chega a R$ 5,27

O dólar à vista voltou a ter um alívio intenso e, com isso, já acumula perdas de mais de 5% apenas nesta semana — com a baixa de hoje, a moeda chegou ao menor nível desde 17 de abril

Dólar para baixo
Imagem: Shutterstock

A primeira lei de Newton diz que "todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças aplicadas sobre ele". O enunciado, originalmente formulado para descrever a dinâmica dos corpos, parece reger também o comportamento recente do dólar à vista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Basta pensar nos vetores que atuam sobre o câmbio. Há algumas semanas, todos empurravam a moeda americana para cima — tínhamos uma forte tensão política doméstica e uma enorme incerteza econômica no exterior. E, enquanto essas forças não eram alteradas, o dólar continuou subindo.

Pois, de uns dias para cá, esses vetores se inverteram. Aqui dentro, tivemos uma diminuição nas turbulências em Brasília; lá fora, um otimismo cada vez mais firme quanto à retomada da atividade começou a ser visto. O dólar, assim, foi forçado a mudar o seu movimento uniforme — e, de acordo com o reequilíbrio das forças, passou a cair.

  • Eu gravei um vídeo para explicar a dinâmica dos mercados brasileiros nesta quarta-feira. Veja abaixo:

E, ainda obedecendo à Lei da Inércia, essa queda da moeda americana tem ocorrido de maneira praticamente uniforme: nesta quarta-feira (27), o dólar à vista marcou a sexta baixa consecutiva, recuando mais 1,47% e fechando o dia a R$ 5,2790 — a menor cotação de encerramento desde 17 de abril.

Com o desempenho de hoje, o dólar à vista já acumula um alívio de 5,39% apenas nesta semana; desde o começo de maio, a baixa chega a 2,94%. Vale lembrar que, no meio do mês, a moeda chegou a tocar os R$ 5,97 na máxima intradiária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o que aconteceu para esse novo dia de alívio no câmbio? Bem, basicamente... nada. Tivemos apenas a conservação dos vetores da maneira como estavam anteriormente: o cenário doméstico segue tranquilo e o panorama externo continua otimista.

Leia Também

DIRETO PELA B3

IA, Ibovespa e até farmacêuticas gringas: Itaú BBA diz como investir em 800 ações com retorno de 23% ao ano sem dor de cabeça

EM TOM DE CAUTELA

Lula turbina Bolsa Família em 15% e faz o Ibovespa perder 3 mil pontos. Por que o mercado torceu o nariz? 

Ok, é claro que algumas notícias contribuíram para a manutenção das forças da maneira vista nos últimos dias. Em destaque, o lançamento de um plano de auxílio econômico na Europa, no montante de até 750 bilhões de euros.

Uma novidade que, inclusive, deu ânimo às bolsas globais: as principais praças europeias fecharam em alta de mais de 1%, os índices americanos subiram e, por aqui, o Ibovespa fechou o dia com ganhos de 2,90%, aos 87.946,25 pontos — na máxima da sessão.

É o maior nível desde 10 de março, quando o Ibovespa ainda estava acima dos 90 mil pontos. E, com os ganhos de hoje, o índice já sobe 9,24% em maio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem estresse

Esse otimismo visto lá fora se deve às iniciativas lançadas pela União Europeia para combater os impactos econômicos do coronavírus. O grupo lançou um plano de auxílio de 750 bilhões de euros aos Estados-membro do bloco — o pacote ainda precisa ser aprovado pelos governos dos países.

A iniciativa soma-se aos inúmeros planos de estímulo lançados pelos Estados Unidos ao longo das últimas semanas e contribui para aumentar a percepção de que a recuperação da atividade nas áreas mais afetadas pela Covid-19 contará com o apoio maciço das autoridades globais.

Além disso, o próprio processo de reabertura econômica na Europa e nos EUA contribuiu para manter o bom humor dos investidores Desde a semana passada, o retorno gradual das atividades em países como Itália, Espanha e França tem ajudado a dar força às bolsas e tirado pressão do câmbio.

O noticiário mais ameno vindo da Europa se sobrepôs, inclusive, às tensões geopolíticas envolvendo EUA e China. A troca de acusações em relação à responsabilidade pela pandemia, somado aos atritos envolvendo a soberania de Hong Kong, elevaram a percepção de que a guerra comercial entre as potências poderá ser reativada a qualquer momento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, enquanto não há grandes novidades nesse front o mercado preferiu se focar nos anúncios e iniciativas vistos na Europa — e, assim, o tom foi positivo nos mercados globais nesta quarta.

Sem descuidar de Brasília

Por aqui, o mercado continuou atento aos desdobramentos do cenário político. Apesar da percepção de diminuição das turbulências em Brasília, ainda há muitos fatores de risco no radar dos investidores.

Em primeiro lugar, tivemos a expectativa quanto à assinatura, pelo presidente Jair Bolsonaro, do pacote de auxílio financeiro emergencial a Estados e municípios — e, em paralelo, a perspectiva de veto ao aumento no salário dos servidores públicos, conforme alinhado com governadores na semana passada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contudo, a relação entre a administração Bolsonaro e os governadores passou por novas tensões recentemente, considerando a operação da Polícia Federal (PF) contra o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. E, nesta quarta, uma nova operação da PF, desta vez contra apoiadores de Bolsonaro, gerou alguma tensão em Brasília.

Nada, no entanto, que tenha mexido com a percepção de risco por parte dos investidores, que continuaram assumindo uma postura menos defensiva no dólar e na bolsa. No mercado de juros, o dia foi de poucas movimentações a ponta curta teve um tom mais estável, enquanto a longa seguiu caindo:

  • Janeiro/2021: estável em 2,38%;
  • Janeiro/2022: de 3,24% para 3,24%;
  • Janeiro/2023: de 4,34% para 4,29%;
  • Janeiro/2025: de 6,01% para 5,98%.

Top 5

Veja abaixo as cinco maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
USIM5Usiminas PNA5,70+16,33%
CVCB3CVC ON15,25+12,96%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PN6,08+11,76%
GGBR4Gerdau PN13,26+10,96%
CSNA3CSN ON9,45+10,79%

Confira também as maiores baixas do índice:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
TOTS3Totvs ON20,32-1,69%
BTOW3B2W ON94,00-1,47%
VIVT4Telefônica Brasil PN48,72-0,57%
SULA11SulAmérica units44,01-0,18%
EGIE3Engie ON41,64-0,05%
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Um farol escrito Ibov é atingido por uma onda forte escrito Wall Street 16 de setembro de 2026 - 17:15
Entrada do escritório da Pátria Investments | Fundos imobiliários PATC11 VBI Real Estate 16 de setembro de 2026 - 13:01
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 15 de setembro de 2026 - 18:45
cyrela porto rd saúde ações 15 de setembro de 2026 - 16:40
Vista panorâmica de turbinas eólicas em um campo verdejante com um céu azul claro. 14 de setembro de 2026 - 19:47
Um farol escrito Ibov é atingido por uma onda forte escrito Wall Street 14 de setembro de 2026 - 12:32
14 de setembro de 2026 - 10:01
Assaí (ASAI3). 13 de setembro de 2026 - 13:06
Imagem gerada por inteligência artificial contrastando o mercado financeiro do Brasil e dos Estados Unidos, com as bandeiras dos dois países, gráficos de ações e símbolos icônicos da B3 e Wall Street. 10 de setembro de 2026 - 15:01
9 de setembro de 2026 - 17:02
Touro da bolsa de valores surfando 8 de setembro de 2026 - 13:12
Bandeira do Brasil e gráfico de ações para representar o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira 8 de setembro de 2026 - 12:46
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar