🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances "O Roteirista", "Abandonado" e "Os Jogadores"

Especial Seu Dinheiro

Isto é incrível: Os dez eventos que marcaram os mercados em 2020

Com a crise provocada pela pandemia do coronavírus, os investidores vivenciaram momentos incomuns, inesperados e alguns beirando o bizarro ao longo de 2020

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
31 de dezembro de 2020
9:36 - atualizado às 8:44
Mercados inusitado 2020
Do conservador ao arrojado, nenhum investidor teve sossego em 2020 Imagem: Shutterstock

Coisas que nunca aconteceram antes acontecem o tempo todo. A frase do professor de Stanford Scott Sagan ganhou notoriedade neste ano de 2020, que mais parece ter saído de um roteiro de ficção científica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a crise provocada pela pandemia do coronavírus, os mercados passaram por eventos incomuns, inesperados e alguns beirando o bizarro, que viraram o “novo normal” ao longo de 2020.

Foi um ano em que nenhum investidor teve sossego. Os mais arrojados chegaram a sofrer perdas de mais de 30% na bolsa, com direito a seis circuit breakers em um único mês. Mas a recuperação das ações também aconteceu em velocidade nunca vista, graças ao anabolizante dos estímulos dos governos.

A vida do investidor conservador também não foi tranquila. Quem recorreu à segurança do Tesouro Selic viu o rendimento minguar com a queda dos juros para a mínima histórica de 2% ao ano. E isso nem foi o pior. Em setembro, o investimento considerado mais seguro do mercado amargou retorno negativo.

Tivemos ainda verdadeiras lambanças corporativas, como a notícia falsa de que Warren Buffett era acionista da empresa de resseguros IRB Brasil. O escândalo que envolveu também a maquiagem de balanços levou as ações da companhia a amargarem perdas da ordem de 80% no ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o investidor que comprou contratos de petróleo WTI em abril de 2020 conseguiu um feito ainda maior: perder mais de 100%. Isso porque a commodity operou com preços negativos em meio ao excesso de oferta.

Leia Também

Foram tantas as "coisas que nunca aconteceram antes" ao longo de 2020 que a redação do Seu Dinheiro chegou a mais de 20 itens no momento de selecionar os acontecimentos que fariam parte desta lista.

A seguir, o Felipe Saturnino eu trazemos para você os "dez mais" de 2020, em ordem cronológica. Deixamos de fora algum fato muito inusitado que ocorreu nos mercados neste ano? Então deixe o seu comentário no fim desta matéria.

Leia também:

1 - O surto que virou a pandemia do século

coronavirus

A notícia da descoberta de um novo coronavírus em Wuhan, na China, no fim do ano passado começou a afetar as bolsas no meio de janeiro, poucos dias depois de o Ibovespa atingir a máxima histórica de então, de 119.593 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ocasião, nem o mais pessimista dos investidores projetava uma pandemia global com mais de 75 milhões de infectados e quase 2 milhões de vítimas fatais.

No Brasil, onde o primeiro caso da Sars-CoV-2, causadora da Covid-19, foi confirmado logo depois do Carnaval, já são mais de sete milhões de casos confirmados e quase 200 mil mortos.

Com o alto índice de transmissão, governos de todo o mundo adotaram medidas de restrição à circulação que nocautearam a economia.

A covid-19 também levou a economia global a nocaute. A projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) é de uma contração de 4,4% do PIB mundial em 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2 - Ibovespa despenca 30% com 6 circuit breakers — março de 2020

Mesmo antes de o coronavírus se tornar uma pandemia global, os investidores começaram a se preparar para algum impacto na economia. O pânico nos mercados, contudo, só teve início em fevereiro, com a notícia de que a covid-19 se espalhava rapidamente na Itália.

No fatídico mês de março, as coisas pioraram. E muito. O Ibovespa passou por nada menos que seis "circuit breakers" no período. Vocabulário que certamente entrou no dicionário dos investidores pessoas físicas na B3 nessa época dura, o circuit breaker interrompe os negócios quando as variações negativas são muito acentuadas.

Em bom português, é uma pausa para que os operadores tomem uma aguinha e acalmem os ânimos na volta da sessão, tentando impedir uma derrocada ainda maior do índice.

No caso de uma queda de 10%, as negociações são paralisadas por meia hora. Se o tombo é de 15%, tudo para por uma hora. Mas, se o Ibovespa cai 20%, a sessão fica suspensa por tempo indeterminado — a bolsa, neste caso, pode até mesmo decidir por terminar os trabalhos no dia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Relembre a seguir os seis circuit breakers da B3 em 2020:

  • 9 de março: Além do fator coronavírus, a guerra de preços de petróleo entre Arábia Saudita e Rússia alimentou a aversão ao risco, o que levou o Ibovespa a fechar com um tombo de 12,2%, para 86 mil pontos.
  • 11 de março: Com a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarando oficialmente a pandemia de coronavírus, o circuit breaker foi acionado novamente.
  • 12 de março: Foram nada menos que dois circuit breakers no dia em que o Ibovespa marcou um tombo de impressionantes 14,78%. Na mínima do dia, marcou queda de 19,6% — ou seja, flertou com uma terceira paralisação. Esta foi a terceira pior sessão desde o início do Plano Real.
  • 16 e 18 de março: A B3 passaria por mais dois circuit breakers em março. Em meio à fortíssima volatilidade, o Ibovespa fechou o mês com queda de 30%, na pior performance mensal em 22 anos, saindo dos 100 mil para perto dos 70 mil pontos.

3 - O vexame do IRB — março de 2020

Desempenho das ações do IRB (IRBR3) em 2020. Fonte: Google

A empresa de resseguros IRB Brasil ostentava até o início de 2020 uma reputação invejável, com resultados sempre acima do esperado pelo mercado. Esse desempenho se refletia nas cotações das ações na B3, o que tornava a companhia uma das queridinhas dos investidores.

Tudo mudou em fevereiro deste ano, depois que a gestora carioca Squadra publicou um extenso relatório com questionamentos à contabilidade do IRB. No meio da confusão que se seguiu e derrubou as ações, surgiu a notícia de que ninguém menos que o megainvestidor Warren Buffett teria aumentado a participação na companhia.

O problema é que era fake news. A própria Berkshire Hathaway, a holding que concentra os investimentos do bilionário, veio a público esclarecer que “nunca teve nem pretendia ter” ações do IRB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vexame internacional derrubou a diretoria da companhia e meses depois foi descoberta uma fraude contábil nos balanços da resseguradora, que perdeu quase 80% do valor de mercado no acumulado de 2020 e tenta se reerguer com a diretoria e o conselho de administração reformulados.

4 - O petróleo abaixo de zero — abril de 2020

O ano de 2020 será lembrado como aquele em que os investidores pagaram para alguém ficar com seus barris de petróleo. Sim, a commodity desafiou as leis do mercado e conseguiu fechar em queda de mais de 100%.

A pandemia do coronavírus derrubou as cotações internacionais do petróleo em março com a expectativa de queda da demanda com a paralisação da economia global. A esse fator se somou um desentendimento entre Arábia Saudita e Rússia sobre os níveis de produção, o que levou a uma sobreoferta da commodity.

Mas o que aconteceu no mês de abril foi ainda mais inusitado. O contrato do petróleo tipo WTI desabou para US$ -37,63 o barril (isso mesmo, MENOS 37 dólares e 63 cents) na véspera do vencimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os contratos contavam com entrega física, mas com o excesso de oferta simplesmente não havia onde armazenar petróleo. Por isso, os compradores tiveram de pagar para que alguém se dispusesse a receber o produto no lugar deles.

5 - A injeção trilionária de dinheiro na economia pelos governos — maio de 2020

jerome powell padeiro
Montagem com Jerome Powell, o presidente do Fed, BC dos EUA

A emergência do coronavírus e, talvez, a sensação de que os bancos centrais agiram devagar demais durante a crise financeira de 2008 levaram a uma injeção inédita de estímulos monetários na economia global. A estimativa do Bank of America é que o auxílio tenha chegado a US$ 25 trilhões — quase 30% do PIB global.

O Federal Reserve (o banco central americano, Fed), não satisfeito com um, realizou dois cortes de juros extraordinários, trazendo a taxa para o patamar próximo de zero. O Fed também promoveu programas de afrouxamento monetário e compras de ativos como títulos do Tesouro americano e títulos de dívidas garantidos por hipotecas.

Em 27 de março, foi a vez do governo americano entrar em cena: o presidente Donald Trump assinou, então, um pacote de US$ 2 trilhões para aliviar a economia das consequências da covid-19. Neste fim de ano o Congresso norte-americano prepara a liberação de mais US$ 900 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em magnitudes diferentes, estímulos monetários e fiscais foram adotados por governos de todo o mundo. Aqui no Brasil, a taxa básica de juros (Selic) caiu às mínimas históricas (leia mais abaixo) e o governo pagou à população um auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 300 a partir de setembro). Foram quase R$ 600 bilhões em ações de combate ao coronavírus.

6 - A Selic em 2% ao ano e "forward guidance" no Brasil — agosto de 2020

O choque do coronavírus atropelou a expectativa de que enfim a economia brasileira começaria a reagir em 2020. Da projeção inicial de um crescimento de mais de 2%, o PIB deste ano deve registrar uma queda de pelo menos 4%.

A necessidade de estimular a economia paralisada pela crise do coronavírus levou o Banco Central a dar sequência ao ciclo de queda da taxa básica de juros (Selic). As taxas saíram de 6,5% no meio de 2019 para a inacreditável marca de 2% ao ano em agosto de 2020.

A crise também levou o BC a adotar o chamado "forward guidance", uma espécie de sinalização ao mercado sobre as próximas decisões sobre os juros. Até então, esse instrumento só havia sido usado por BCs de economias desenvolvidas, como os EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso, o Comitê de Política Monetária (Copom) indicou que manteria o juro nas mínimas históricas por um longo período, provavelmente até meados de 2022. Mas a piora na situação fiscal do país acabou fazendo com que o mercado não levasse muito a sério o forward guidance tupiniquim. A expectativa é que o BC retire essa sinalização nas próximas reuniões do Copom.

7 - Tesouro Selic negativo — setembro de 2020

Nem mesmo o dinheiro da reserva de emergência escapou de 2020. Quem ainda não acreditava no caráter inusitado de 2020 nos mercados teve de se render em setembro, quando o Tesouro Selic registrou rentabilidade negativa.

O título público com rendimento equivalente ao da taxa básica de juros é considerado o investimento mais seguro do mercado. Mas não escapou da onda de desconfiança dos investidores com a trajetória fiscal brasileira, diante do forte aumento das despesas durante a pandemia e o risco da derrubada do teto de gastos.

Em outras palavras, o mercado passou a cobrar uma taxa maior para financiar o governo brasileiro, o que fez com que o preço dos títulos caísse, afetando a rentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi no meio dessa confusão que o Tesouro Selic e os fundos DI que investem nesses papéis registraram retorno negativo, algo que não aconteceu nem mesmo durante a crise financeira de 2008. O Seu Dinheiro inclusive publicou uma reportagem com mais detalhes sobre o fenômeno e também o que fazer com a reserva de emergência.

8 - Número de pessoas físicas na Bolsa passa de 3 milhões — outubro de 2020

Se o ano foi tenso para os profissionais com grande rodagem do mercado, imagine então para aqueles que são novatos no riscado. Mas os investidores pessoa física, gente como eu e você, simplesmente não se afligiram com o momento mais delicado dos mercados financeiros desde 2008.

Eles aumentaram expressivamente a sua presença na B3 no decorrer do ano, se aproveitando da tensão para comprar ações a valores extremamente baixos e, de quebra, ainda ganhando um elogio pelo sangue frio.

Em setembro, as chamadas "sardinhas" — o jargão do mercado para as pessoas físicas na bolsa, em contraste com os "tubarões", como são conhecidos os grandes investidores — foram de novo notícia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O "cardume" atingiu o recorde de mais de 3 milhões de investidores, em um aumento de 80% em relação a 2019 (ao fim daquele ano, a bolsa registrava 1,68 milhão de CPFs cadastrados).

9 - Elon Musk vira o segundo homem mais rico do mundo — novembro de 2020

Capa da revista Newsweek com Elon Musk na capa
Capa da revista Newsweek com Elon Musk na capa

Louco ou visionário? Provavelmente os dois. Seja como for, 2020 foi sem dúvida o ano de Elon Musk. Desacreditado por muitos, o fundador e CEO da fábrica de veículos Tesla se tornou o segundo homem mais rico de 2020 em novembro.

Para alcançar a marca, o empresário ultrapassou Bill Gates, o fundador da Microsoft, com quem inclusive teve desavenças públicas ao longo do ano. Agora, está apenas trás de Jeff Bezos, o fundador da Amazon.

No último dia 21 de dezembro, a fortuna de Elon Musk era de US$ 167 bilhões (R$ 860 bilhões), de acordo com dados da Bloomberg. O avanço em 2020 foi puxado pela disparada das ações da Tesla, que acumulam alta de mais de 700%(!) apenas neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os avanços na adoção dos modelos elétricos justificam parte da valorização, mas não são poucos os analistas que consideram os papéis da montadora caros demais. Além da Tesla, Elon Musk é dono da SpaceX, que fez história ao levar astronautas ao espaço pela primeira vez em maio deste ano.

10 - Bitcoin bate novo recorde e conquista até Ray Dalio — dezembro de 2020

Montagem com notas de dólares e simbolo do bitcoin

Dois anos depois de atingir a marca de US$ 20 mil — e despencar em seguida —, o bitcoin renovou a máxima histórica. A principal criptomoeda do mercado voltou a registrar forte alta e atingiu o patamar de US$ 23 mil em dezembro de 2020.

Os investidores que compram bitcoin enxergam na criptomoeda uma proteção contra a impressão sem precedentes de dinheiro pelos governos para conter os efeitos da crise do coronavírus.

A divisa digital possui emissão limitada e não é controlada por nenhum país. O ano de 2020 inclusive foi marcado pelo halving, fenômeno que reduziu pela metade o número de bitcoins emitidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alta também é atribuída à entrada de investidores institucionais nesse mercado. Aos poucos, o bitcoin vem ganhando respaldo de nomes respeitados, inclusive o de Ray Dalio, gestor e o fundador da Bridgewater, uma das maiores e mais rentáveis gestoras de fundos do mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar