Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Felipe Saturnino

Felipe Saturnino

Graduado em Jornalismo pela USP, passou pelas redações de Bloomberg e Estadão.

a hora e a vez do rali do câmbio

Dólar cai forte e fecha no menor nível desde julho; confira 5 razões para a queda da moeda

A moeda americana terminou novembro em queda firme e iniciou dezembro da mesma forma, tombando 2%. O que explica esse movimento? O Seu Dinheiro explica

Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
1 de dezembro de 2020
20:33
Dólar para baixo
Dólar em queda - Imagem: Shutterstock

O dólar terminou novembro em uma queda firme, seguindo o grande fluxo direcionado para ativos de risco (vide o desempenho do Ibovespa) e para moedas emergentes. E a moeda iniciou o mês de dezembro exatamente da mesma forma, marcando um tombo de 2,2%, cotado a R$ 5,2278.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Claro que, no quadro geral, é sempre bom lembrar que a moeda ainda registra ganhos extremamente altos em 2020 frente ao real brasileiro.

No período, ela avançou nada menos do que 30,5% e renovou máximas históricas, apontando uma depreciação do real por conta de um cenário de pânico gerado pela pandemia, para além do agravamento da questão fiscal e da já combalida economia brasileira.

Mas também é inegável que o ambiente externo se alterou sensivelmente nas últimas semanas e fez os investidores se reorientarem, optando pela rotação setorial — o que eles estão fazendo na bolsa nos últimos tempos — e pela opção por outras divisas.

Só em novembro, o dólar recuou aproximadamente 7%. Hoje, a divisa foi aos menores níveis desde 31 de julho, quando fechou cotada a R$ 5,2170.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que explica esse movimento de alívio no câmbio? A tendência é de queda? Não tem mais crise? Confira abaixo algumas razões que explicam a queda do dólar.

Leia Também

1 - A vacina, ao que parece, está vindo aí

É o que parece, caro leitor, é o que parece. A cada dia que passa, surgem novas notícias que dão conta de avanços no desenvolvimento de um imunizante contra a covid-19.

A mais recente delas é de hoje e mostrou que Pfizer e BioNTech solicitaram a autorização do uso emergencial de sua vacina à União Europeia (UE).

A UE também já havia recebido solicitação da Moderna para autorização emergencial. A agência do bloco europeu responsável por dar aval a medicamentos informou que poderá aprovar os pedidos de ambas as farmacêuticas para liberar o uso das vacinas entre dezembro e janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No geral, o último mês dos mercados pode ser definido pelas novas encorajadoras provenientes do "departamento de vacinas contra a covid-19".

Nesse período, imunizantes desenvolvidos pela Pfizer e pela Moderna apontaram eficácia superior a 90% e sugerem que foi possível encontrar uma solução de proteção contra o vírus.

Isso, claro, não quer dizer que a pandemia acabou. Pois, como sabemos, ela claramente não acabou, como indicam lockdowns na Europa, medidas de isolamento social nos Estados Unidos e regressão à fase amarela do Estado de São Paulo no plano de reabertura da economia.

Significa, de outro lado, que os investidores estão cada vez mais diminuindo o tamanho do risco coronavírus nas suas projeções, o que os faz abrirem mão de dólar e tomarem mais risco, como é o caso de ativos negociados em bolsas de valores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2 - O fator Joe e a fraqueza global do dólar

O fim da eleição presidencial americana por si só poderia ser indicado como um driver para a queda do dólar. Afinal, significa um risco a menos com que os investidores têm de se preocupar — e, no começo de 2020, era um fator a se olhar com cuidado.

O coronavírus, claro, disrompeu a ordem das coisas e desviou a atenção para outros aspectos em cena.

Mas a vitória de Joe Biden é especificamente um adicional de fraqueza global da moeda americana. O democrata é visto como um multilateralista que deve renunciar a tarifações como era o caso de Donald Trump. Nesse sentido, o risco de recrudescimento da guerra comercial contra a China fica mitigado. E este tem sido, lembremos bem, um fator de sustentação da força do dólar nos últimos anos.

Para além disso, Biden representa, possivelmente, mais estímulos fiscais, algo de que os mercados estão precisando e a economia também, segundo o Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A indicação de Janet Yellen, ex-presidente do Fed que promoveu um ciclo de alívio monetário nas taxas básicas de juros do país, para a secretaria do Tesouro também tem embalado os movimentos positivos dos mercados que esperam por mais liquidez disponível na praça. A perspectiva de mais dólares inundando disponíveis na economia reforça a visão de fraqueza da divisa americana.

A possibilidade de que um acordo por um pacote de estímulos fiscais enfim saia na maior economia do mundo voltou ao radar hoje: um grupo de senadores democratas e republicanos propuseram um plano de US$ 910 bilhões, a fim de encerrar o impasse existente na política americana que trava o andamento do socorro econômico.

O comportamento de hoje do Dollar Index (DXY), índice que compara o dólar a uma cesta de moedas como euro, libra e iene, ilustra o enfraquecimento da moeda em âmbito global. O DXY chegou, hoje, às suas mínimas desde abril de 2018, demonstrando a extensão do movimento.

3 - Commodities em retomada

O Brasil, você já deve ter ouvido falar, é uma economia baseada em commodities. O termo designa produtos agrícolas e minerais comercializados lá fora — como soja, petróleo, minério de ferro e celulose. Nossas principais exportações vem desses produtos básicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste caso, é possível dizer que o dólar vai se apreciar contra o real quando os preços de commodities caírem — e o inverso também é verdadeiro.

Nesses últimos tempos, o mercado internacional tem observado uma alta de petróleo e minério de ferro, produtos que guiam e muito o desempenho de duas blue chips das pesadas na composição do Ibovespa, Petrobras e Vale.

Esse movimento de alta se deve às perspectivas de vacinas contra o coronavírus, que põem em perspectiva a volta da economia à normalidade (o mundo pré-covid), em que as pessoas têm liberdade de circulação — e, neste caso, afetam o petróleo, combustível fóssil de que derivam gasolina e diesel, por exemplo.

Só em novembro, em meio à melhora da demanda com a expectativa da vacina, o preço do petróleo tipo Brent avançou 30% em Londres.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário, também se viu uma alta procura pelo minério de ferro. E isto se deve à demanda da indústria chinesa pelo aço, o que aprecia o minério negociado no porto chinês de Qingdao, que oferece a cotação de referência para o mercado.

Ontem, o minério de ferro negociado por lá aumentou os ganhos e fechou em alta de 1,55%, cotado a US$ 131,63 a tonelada, no maior nível em 7 anos. Este embalo das commodities sem dúvida tem feito peso sobre o dólar e ajudado na queda da moeda.

4 - Os gringos voltaram

Outro fator importante para entender o movimento de queda do dólar frente ao real hoje é a quantidade de influxos estrangeiros na bolsa brasileira.

Os gringos ficaram longe dos ativos locais por algum tempo e, em novembro voltaram com tudo. Não é coincidência que esse movimento suceda ou venha na esteira das eleições americanas e as perspectivas cada vez mais promissoras de vacinas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Provavelmente o que temos diante dos olhos é um caso de mitigação de riscos político e sanitário — e esses agentes financeiros aproveitam para realocar, não somente em outros setores, mas também em outros países.

Só no mês passado, eles ingressaram com mais de R$ 30 bilhões em recursos, chamando atenção para o apetite desses investidores.

"A gente continua se beneficiando de um fluxo estrangeiro no mercado, e a ausência de um noticiário negativo também ajuda em um cenário exterior favorável", diz Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos.

5 - Cenário fiscal ainda preocupa, mas sinais políticos reduzem risco

O Brasil tem uma questão grande a responder aos investidores: como irá controlar o crescimento da relação dívida pública/PIB ao longo do próximo e dos outros anos?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esta pergunta está posta não é de hoje. Os gastos emergenciais com a pandemia, no entanto, agravaram a necessidade de que ela seja respondida.

Em setembro, indicações de que o governo iria utilizar o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e os precatórios para financiar o seu programa social de renda básica pesaram de forma severa no humor dos investidores, estressando o dólar e puxando as taxas futuras de juros, fazendo a curva se inclinar ainda mais.

Desde então, o governo recuou da proposta, mas ainda não ofereceu pistas sobre o futuro do programa. Nesse contexto, o cenário para o auxílio emergencial ganhou importância, já que corresponde à ajuda econômica dada pelo governo a informais e microempreendedores individuais para suavizar os efeitos da covid-19 na renda da população.

O ministro da Economia Paulo Guedes até afirmou que, no caso de uma 2ª onda do coronavírus, o auxílio é uma certeza. O mercado também não gostou nada disso, e o ministro eventualmente também se retraiu do que disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, o presidente Jair Bolsonaro sinalizou que o auxílio emergencial não deverá ser estendido até o ano que vem. "Querem perpetuar benefícios. Ninguém vive dessa forma, é caminho para insucesso", disse o presidente, em visita às obras da Ponte da Integração Brasil-Paraguai.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, trouxe outra novidade para o radar que ajudou o dólar a cair. Ele marcou a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias para dentro de 15 dias. A indicação importante pois indica que, se de fato ocorrer, o governo não ficará sem poder gastar a partir de 1º de janeiro.

Além disso, Alcolumbre inclui à pauta da sessão apreciar 22 vetos de Bolsonaro — como, por exemplo, ao marco do saneamento básico e a regras dos programas emergenciais criados em meio à pandemia.

Olhando à frente

É bem claro que a crise não acabou, caro leitor. A pandemia está aí, as dificuldades fiscais do Brasil, também, e a economia passou por um baque e não se sabe como será a sua retomada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como já ouvi de operadores de câmbio, o dólar abaixo de R$ 5,50 pode ser uma farsa. Afinal, os problemas brasileiros não são poucos, mesmo.

De outro lado, a tendência no curto prazo é positiva.

Os sinais políticos no âmbito local podem dar o mercado uma puxada a mais e descomprimir um pouco do prêmio de risco que os agentes financeiros precificam nos ativos em ambientes de extrema incerteza. Sem dúvida, o Brasil oferece dúvidas a granel.

Nessa mesma linha, a perspectiva de uma vacina mais próxima e de um pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos no radar também contribuem para a fraqueza global do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isto porque, de um lado, diminui-se o risco sanitário cada vez mais, ainda que não haja clareza sobre os planos de vacinações, e, de outro, se se distribui mais dólares na praça, a oferta da moeda se amplia e o seu preço se reduz.

"Acho possível um câmbio abaixo de R$ 5,30 no fim do ano, dados os sinais positivos de curto prazo", diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.

"Sem dúvida o dólar teve evolução favorável para emergentes em novembro, mas temos muitos problemas fiscais e incerteza", diz Eduardo Velho, sócio-economista-chefe da JF Trust Investimentos. "É difícil dizer se vai continuar abaixo disso."

Ou seja, leitor, apesar dessa queda recente, não se esqueça: as coisas no mercado mudam rápido demais. E, no caso do Brasil, podem mudar até mais depressa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CÂMBIO E BOLSA

Dólar ladeira abaixo: moeda fecha a R$ 4,99 pela 1ª vez em dois anos; Ibovespa supera inéditos 198 mil pontos

13 de abril de 2026 - 15:50

Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

'ZERANDO' WALL STREET

De SpaceX a ‘herdeiro de Buffett’: BTG Pactual entra em outro IPO badalado em Wall Street como único representante brasileiro

13 de abril de 2026 - 15:23

Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

IBOVESPA EM FESTA

Em semana euforia no Ibovespa, ações da Hapvida, C&A e Auren ‘fizeram a festa’, enquanto outras ficaram de ressaca; veja as maiores altas e baixas da bolsa

11 de abril de 2026 - 17:00

Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda

DANÇA DAS CADEIRAS NO ALTO ESCALÃO

Hapvida (HAPV3) tem a maior alta do Ibovespa na semana e lembra do ‘gostinho’ de ser querida pelo mercado. O que impulsionou as ações?

10 de abril de 2026 - 19:03

A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras

CÂMBIO

Dólar a R$ 5,00: oportunidade de ouro para investir lá fora ou armadilha antes das eleições?

10 de abril de 2026 - 18:24

Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio

VAI PINGAR NO BOLSO DO ACIONISTA

B3 (B3SA3) deve distribuir R$ 6,3 bilhões em proventos neste ano, segundo o Citi; banco eleva recomendação e preço-alvo

10 de abril de 2026 - 18:04

Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa

IGNORANDO A GRAVIDADE

Bolsa brasileira melhor que o S&P 500: Ibovespa faz história e analistas veem espaço para o rali continuar

10 de abril de 2026 - 12:23

Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos

MENOR PATAMAR EM DOIS ANOS

Dólar abaixo de R$ 5? O que precisa acontecer para a moeda cair ainda mais — e o que poderia atrapalhar isso

9 de abril de 2026 - 16:29

Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização

DE VOLTA AO JOGO

Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos

9 de abril de 2026 - 14:42

Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira

MUDANÇAS NO PORTFÓLIO

Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações

9 de abril de 2026 - 12:00

O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas

VEJA OS DESTAQUES DA PRÉVIA OPERACIONAL

Tenda (TEND3) ‘faz a festa’ fora do Ibovespa após prévia operacional, mas calcanhar de Aquiles segue o mesmo. O que fazer com as ações?

8 de abril de 2026 - 16:40

A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores

SEGURANÇA E DEFESA

O superciclo de investimento de US$ 2,6 trilhões que sobrevive à trégua de Trump com o Irã e está apenas começando

8 de abril de 2026 - 14:12

Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.

UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia