O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a taxa Selic no seu menor patamar histórico, muitos investidores de renda fixa conservadora estão chateados com o retorno das suas aplicações. Mas juros baixos, na verdade, não são tão maus assim…
O juro básico, no Brasil, está no seu menor patamar histórico. Na data em que eu escrevo, a meta para a taxa Selic esta em 6,50% ao ano. Isso tem deixado os investidores que gostam da renda fixa mais conservadora meio desanimados, pois o retorno dessas aplicações, atrelado às taxas básicas de juros, está bem minguado.
Mas afinal, juro baixo é bom ou ruim? Eu respondo a esta questão no vídeo a seguir:
Confira abaixo a transcrição do vídeo:
Com a Selic nos seus menores patamares históricos, os juros nominais no país nunca estiveram tão baixos. E em se tratando de Brasil, esse fato costuma ser noticiado de forma positiva. Só que o investidor brasileiro, que é muito conservador e acostumado com a renda fixa, não está tão contente assim com o retorno das suas aplicações. Afinal, juro baixo é bom ou ruim?
De uma forma bem genérica, quanto menores os juros, menos arriscada a economia. Os juros só podem cair em economias onde a inflação não é elevada e está sob controle, e onde o governo não está à beira da bancarrota.
Leia Também
Além disso, juros baixos tornam as dívidas mais baratas, o que é ótimo para quem toma crédito. Endividados podem renegociar os seus empréstimos e financiamentos, e o custo da dívida pública também cai. Esse aspecto incentiva a tomada de crédito para consumo e investimentos, estimulando a economia.
Agora, para quem empresta - como o investidor de renda fixa - realmente a rentabilidade pode não ser lá grande coisa. No Brasil, até a poupança paga menos quando os juros caem abaixo de um certo patamar, porque o retorno da caderneta passa a ficar atrelado à Selic. Por outro lado, como juros mais baixos estimulam a economia, surgem oportunidades em investimentos de mais risco.
Então, de uma maneira geral, juro baixo é bom. Tanto que as nações mais desenvolvidas do mundo têm taxas básicas de juros beeeem mais baixas que o Brasil. Mesmo com os nossos menores juros históricos, a gente ainda está longe das taxas do mundo rico. Afinal, o juro caiu pra estimular nossa economia deprimida, mas apesar da expectativa de retomada, os problemas fiscais continuam por aí. Em outras palavras, em se tratando de Brasil, juro baixo geralmente é coisa boa sim, mesmo que a nossa renda fixa tranquilinha fique menos rentável.
Mas juros baixos também podem significar que o desemprego está alto, e que a economia está em recessão, precisando de estímulo. Se o crescimento reagir conforme os juros vão caindo, ótimo! Os investimentos de mais risco também vão ter uma performance positiva. Mas se o marasmo econômico continuar, mau sinal! Tanto para os investidores quanto para a sociedade em geral.
Só que mais importante do que olhar o juro nominal é olhar o juro real, que é a diferença entre a taxa básica de juros e a inflação. Se a Selic está baixa, mas ainda é muito maior que a inflação, o estímulo à economia não é assim tão eficiente, porque ainda continua muito vantajoso aplicar na renda fixa. Por outro lado, juros reais elevados sinalizam que a inflação está relativamente baixa, então ainda tem espaço para a taxa básica cair mais.
Do ponto de vista do investidor, mesmo que o retorno da renda fixa tenha diminuído, se você ainda está ganhando bem acima da inflação, a vantagem continua grande. Porque o que realmente te deixa mais rico é essa diferença entre o seu ganho e a alta dos preços.
Se você gostou do vídeo, não se esqueça de se inscrever no nosso canal de YouTube. E pode deixar sugestões e dúvidas nos comentários.
Confuso com o metaverso? Pois saiba que é possível ganhar dinheiro com ele hoje — e os analistas do Seleção Empiricus mostram como
Analista explica que a tendência é de grandes investimentos nesse mundo paralelo nos próximos anos; confira o vídeo
Analista dá 5 dicas valiosas para os investidores se darem bem com fundos imobiliários
Analista da Empiricus lista três oportunidades com potencial rentabilidade para você fazer ainda este ano
As ações ON da B3 (B3SA3) amargam perdas relevantes no ano, apesar do aumento no volume negociado na bolsa e no número de investidores.
No Seleção Empiricus, os analistas debateram a queda do e-commerce e opinaram sobre a briga entre Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3)
Com o cenário de alta da inflação e falta de insumos na cadeia produtiva, especialista comenta os investimentos mais acertados para o próximo ano
Analista de criptoativos pontua que com a descentralização financeira, flexibilidade e rapidez nas transações das criptomoedas podem gerar mais ganhos
O roxinho está se preparando para a abertura de capital. Conforme o ponto médio da faixa indicativa de preço, pode ser listado a US$ 48 bilhões, o que representa R$ 260 bilhões.
A Itaúsa (ITSA4) é uma holding de investimentos com posições relevantes no Itaú e na XP, mas que também tem fatias da Alpargatas e da Dexco
A Gerdau (GGBR4) mostrou que ainda vive um momento operacional firme; CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5), no entanto, seguem com folga no balanço
Grandes varejistas do país, Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) têm defensores ferrenhos na bolsa; saiba mais sobre as teses de investimento
Analista explica o contexto do criptomercado frente aos desafios econômicos ao redor do mundo
Analista avalia o cenário intrincado da oferta de petróleo no mundo, que afeta os preços da commodity
Analista de criptomercado comenta sobre a situação atual desse cenário
A Oi (OIBR3 e OIBR4) está perto de concluir a recuperação judicial; neste vídeo, listamos 5 pontos para entender o futuro da empresa
O analista que previu mais de 20.000% de valorização com a cripto AXS agora tem outra aposta: as smartcoins
O analista Enzo Pacheco explica as oportunidades desse mercado que tem ganhado cada vez mais espaço nos Estados Unidos
Como o atual momento de escassez mundial pode acabar afetando seus investimentos? Esse é o assunto que o analista Matheus Spiess explica no vídeo de hoje
Analista de criptomoedas, Valter Rebêlo, comenta sobre o processo de regulamentação das criptomoedas ao redor do mundo