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Ministro disse que tentou mostrar aos ministros do STF os impactos de qualquer medida sobre a venda de ativos por estatais brasileiras
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira, 30, que tentou mostrar aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) os impactos de qualquer interferência judicial sobre a venda de ativos por estatais brasileiras, em especial da Transportadora Associada de Gás (TAG) pela Petrobras. A corte julga nesta data a liminar que suspendeu a venda da empresa.
"Passei o dia conversando com ministros do STF ontem. Me arrependo de ter só ido na emergência, conversas com STF têm que ser regulares", disse o ministro.
Guedes considerou que "aparentes interferências" na economia são legítimas, sobretudo no momento em que se debate uma exploração do pré-sal que pode render de R$ 500 bilhões a R$ 1 trilhão nos próximos 30 anos.
Ele reclamou, no entanto, da interferência judicial no processo de venda da TAG que, segundo ele, foi "transparente e competitivo".
"Se tudo o que a Petrobras tiver que vender precisar ser analisado juridicamente, os investimentos não virão. O Brasil é um País hostil aos investidores", criticou Guedes.
Apesar disso, o ministro negou ter tentado influenciar os votos dos membros do STF sobre o caso. "Não tento influenciar o julgamento, só esclarecer", respondeu. "Decisões judiciais tem efeitos que podem ser extraordinários ou devastadores", acrescentou.
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Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen