O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Jerome Cadier, presidente da Latam no país, negou que tenha entrado na disputa só para atrapalhar os planos da Azul e disse que poderá fazer proposta por mais de uma das 7 partes da Avianca
Ao entrar na disputa pelos ativos da Avianca depois da mudança no plano de recuperação judicial da companhia, a Latam poderá fazer proposta por mais de uma das sete partes em que a empresa será dividida. A afirmação é de Jerome Cadier, presidente da Latam no país.
Cadier conversou comigo por telefone ontem à tarde para comentar a decisão de oferecer pelo menos US$ 70 milhões por uma das Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), estruturas criadas para vender as partes da Avianca. A Gol também entrou na disputa com uma proposta semelhante.
As condições para a participação no leilão dos ativos, inclusive o lance mínimo que obrigatoriamente precisa ser feito por uma das unidades, foram elaboradas pelo fundo Elliot, um dos principais credores e interessados em obter o máximo de recursos possíveis pela Avianca.
Foi o fundo quem procurou a Latam para apresentar a proposta alternativa de recuperação da empresa aérea, que detém 11% de participação de mercado no setor aéreo brasileiro, de acordo com a Anac.
"Ou a gente entrava nesse modelo ou assistiríamos a Azul avançar com plano que estava em vigor", disse Cadier.
A Azul lançou no mês passado uma oferta de US$ 105 milhões para ficar com a "parte boa" da Avianca, que detém direitos de uso dos horários de pouso e decolagem nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Santos Dumont, os chamados "slots".
Leia Também
O CEO da Latam negou, porém, que tenha entrado na briga apenas para atrapalhar os planos da rival, e disse que seria difícil justificar a decisão apenas com base em barrar um concorrente.
"São aeroportos super-relevantes para a companhia, e quanto mais opções de voos e horários oferecermos, maior é a rentabilidade do nosso produto", afirmou.
Foi a mudança para o novo formato de venda da Avianca, com a divisão em mais unidades, que permitiu a entrada a Latam, segundo Cadier.
Ele disse que nem a empresa nem provavelmente a Gol teriam condições de fazer uma proposta nos moldes da Azul. Para Cadier, uma aquisição pelo modelo anterior poderia levar a questionamentos do Cade, órgão de defesa da concorrência.
"Seria uma longa discussão, e a companhia não tem tempo", afirmou o presidente da Latam, ao comparar uma companhia aérea a um banco, já que ninguém compra uma passagem com antecedência de uma empresa da qual não se conhece o futuro.
Nesse sentido, ele entende que a mudança na proposta de venda da Avianca é benéfica tanto para os credores como para os consumidores que compraram passagens da companhia e aguardam uma definição do caso.
O presidente da Latam não revelou por qual ou quais pedaços da Avianca pretende dar lance. Além de seis unidades compostas pelos slots nos principais aeroportos do país, um dos pedaços da empresa, com o programa de fidelidade "Amigo", será oferecido separadamente.
Caso a Justiça aprove o novo plano e a Latam saia vencedora do leilão, Cadier diz que a empresa deverá assumir os atuais aviões e funcionários da Avianca que fazem parte da unidade adquirida.
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast