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Holding, assets e principais fundos do grupo retornaram com bloqueio zerado; recursos identificados somam R$ 360 mil e foram classificados como insuficientes
A ofensiva para travar recursos de empresas e fundos ligados ao grupo Fictor acabou esbarrando no vazio. No sistema de rastreamento de ativos financeiros (Sisbajud), as ordens de bloqueio praticamente não encontraram dinheiro nas contas.
Em uma das decisões, a Justiça determinou a constrição de até R$ 7,32 milhões, em ações movidas por investidores que relatam perdas milionárias. O objetivo era localizar valores via bloqueio eletrônico e preservar recursos para um possível ressarcimento. Na prática, porém, quase nada apareceu.
Embora a ordem tenha alcançado bancos, corretoras, instituições de pagamento e administradores fiduciários, as respostas apontaram, na maioria dos casos, ausência de saldo ou inexistência de relacionamento ativo.
Entre as empresas citadas, a Fictor Holding teve bloqueio de R$ 0,00. O mesmo ocorreu com Fictor Invest e Fictor Asset, que também retornaram sem valores constritos.
Nos fundos vinculados à marca, o cenário se repetiu. O Fictor Agro Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado Investimento no Exterior não apresentou recursos localizados.
O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Fictor também teve bloqueio zerado, assim como o Fictor Energia Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia.
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As únicas quantias encontradas foram parciais e de menor porte. No EUD Fictor Consignado FIDC, houve bloqueio de R$ 237 mil. Já no Fictor Consignado II FIDC, foram R$ 123 mil — ambos classificados como cumprimento parcial por insuficiência de saldo.
Em termos práticos, quando o Sisbajud retorna um bloqueio “zerado”, isso significa que não há dinheiro disponível em conta ou ativos financeiros passíveis de constrição imediata nas instituições consultadas.
O advogado Vitor Gomes Rodrigues de Mello, que representa parte dos investidores, afirma que o resultado “reforça suspeitas de esvaziamento patrimonial, pulverização de recursos e possível utilização de estruturas complexas para dificultar a rastreabilidade do dinheiro”.
Apesar do bloqueio praticamente nulo, os informes mensais indicam que alguns fundos ligados ao grupo possuem patrimônio contábil relevante — concentrado, sobretudo, em cotas de outros fundos, e não em caixa.
No caso do Fictor Invest FIDC, o último documento divulgado mostra patrimônio superior a R$ 270 milhões, mas com “disponibilidades” zeradas. A carteira é composta basicamente por aplicações em outros veículos.
Em termos de liquidez, o relatório aponta R$ 3,5 milhões com liquidez imediata, R$ 39,5 milhões em até 30 dias e R$ 176,7 milhões com prazo superior a 360 dias.
Já no Fictor Agro, segundo os dados mais recentes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 72,2% da carteira estava alocada no Fictor Invest FIDC.
Essa estrutura em camadas — em que um fundo investe em outro dentro do mesmo ecossistema — ajuda a entender por que não há recursos bloqueáveis em conta corrente. O patrimônio existe no papel, mas está alocado em participações indiretas, o que pode dificultar uma execução judicial rápida.
*Com informações do Money Times
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