🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Vendas no radar

Maia se diz favorável à privatização de Eletrobras e Correios

Presidente da Câmara disse que o importante é que o governo mostre por que a gestão pública tem sido pior para o cidadão

Rodrigo Maia concede entrevista na Câmara dos Deputados
Imagem: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Após reunião com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ser favorável à privatização de estatais como Eletrobras e Correios, mas avaliou que uma eventual venda da Petrobras ainda encontra resistências.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não consigo responder de forma genérica sobre privatizações. Sou a favor da privatização da Eletrobras. Acho que o custo da administração da Eletrobras prejudica muito o Estado brasileiro. Isso acaba gerando prejuízo à sociedade. Esse é um caso importante", destacou.

Maia avaliou ainda ser cada vez menos necessário se manter uma estrutura como a dos Correios. "Não se sabe por que os Correios ainda têm a estrutura que têm", completou.

Já sobre a Petrobras, o presidente da Câmara admitiu que o ambiente ainda é de muita restrição para uma eventual privatização. "Mas o governo vendeu a BR Distribuidora e não teve manifestações e nem problemas. Então é um movimento que vai crescendo", avaliou.

Para Maia, o importante é que o governo mostre - em cada processo de privatização - por que a gestão pública tem sido pior para o cidadão do que seria uma gestão do setor privado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compensação da reforma da Previdência

Maia avaliou que a decisão do ministro em compensar cada bilhão perdido na reforma da Previdência por meio do projeto de novo pacto federativo é uma obrigação do governo federal.

Leia Também

QUEBROU

De novo: Oi (OIBR3) tem falência decretada pela Justiça pela segunda vez

VEM COISA BOA POR AÍ?

A declaração do CEO da Vale (VALE3) que fez as ações da mineradora subirem quase 2%

"Não é uma questão de querer, agora é uma questão de obrigação. Se o governo tinha uma expectativa de economizar R$ 1 trilhão em dez anos e agora tem a previsão de economizar R$ 800 bilhões, é óbvio que ele tem que tirar das contas dele os R$ 15 bilhões a R$ 20 bilhões que perdeu por ano. Não é uma questão de interesse", afirmou.

Segundo Maia, com o menor impacto fiscal da Previdência, os recursos que o governo projetou para distribuir para Estados e municípios também tiveram uma perda. "Foi uma decisão legítima do Senado, mas sem dúvida nenhuma vai ser preciso recompor o valor ao longo de dez anos", enfatizou.

Os senadores drenaram R$ 133,2 bilhões do impacto com a reforma da Previdência em dez anos no primeiro turno de votação da proposta, em relação ao valor aprovado pela Câmara. O maior prejuízo decorreu da retirada das mudanças no abono salarial, votada na terça-feira, 1º, no plenário em momento de apagão na articulação do governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não acho que isso é problema. O valor aprovado pelo Senado é um ótimo valor. O Senado fez um ótimo trabalho, assim como a Câmara", contemporizou Maia.

O presidente da Câmara ainda reclamou da oposição de governadores do Nordeste à reforma da Previdência e apontou que eles são justamente os maiores interessados nos recursos do novo pacto federativo.

"Precisa refazer as contas e refazer o pacto. Esse é um pacto estranho, porque aqueles que mais querem o pacto são aqueles que estão votando contra a reforma da Previdência. A gente não teve apoio de parte dos Estados, principalmente do Nordeste, na Previdência, e ao mesmo tempo eles querem exigir muito mais recursos do governo federal", afirmou. "É legítimo votar contra, mas é preciso compreender que votar contra também tem um preço a pagar sobre o quanto a União poderá distribuir para Estados e municípios", concluiu.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Braskem 24 de agosto de 2026 - 8:49
Escritório da Cosan (CSAN3). 21 de agosto de 2026 - 16:12
Celular com logo Nubank 21 de agosto de 2026 - 13:31
SÓ USO EDITORIAL shein ipo varejista asiática china chinesa blusinhas londres 21 de agosto de 2026 - 12:40
Logo da Petrobras e, ao fundo, ilustração de barris de petróleo e gráfico de ações 21 de agosto de 2026 - 11:15
Aeris (AERI3), fabricante de pás eólicas 21 de agosto de 2026 - 10:41
Montagem com fundo de gráfico de ações em vermelho e o logo de Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander em primeiro plano 20 de agosto de 2026 - 19:35
Bandeira dos EUA ao fundo, gráfico de ações em queda e o símbolo da Gerdau em primeiro plano 20 de agosto de 2026 - 13:30
branded content 20 de agosto de 2026 - 12:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar