O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Marca é atingida menos de seis meses depois que a bolsa alcançou a marca histórica de 1 milhão de investidores. O rápido aumento do número de pessoas físicas é reflexo direto do “incômodo” com a queda da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 5,5% ao ano, segundo Gilson Finkelsztain, presidente da B3
Menos de seis meses depois de alcançar a marca histórica de 1 milhão de investidores, a bolsa brasileira deve cruzar ainda nesta semana uma nova barreira e chegar a 1,5 milhão de pessoas físicas que investem diretamente em ações.
Quem mencionou o número foi o presidente da B3, Gilson Finkelsztain, com quem eu conversei, ao lado de outros jornalistas, durante o evento que marcou o IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial de ações) da C&A. O dado oficial do mercado deve sair por volta do dia 10 de novembro.
Embora ainda esteja longe da meta de 5 milhões de pessoas físicas estipulada ainda na década passada pelo ex-presidente da bolsa Edemir Pinto, o crescimento recente no número de investidores é bastante animador. Em setembro, a bolsa atingiu 1,441 milhão de investidores, um avanço de 89% em 12 meses.
O rápido aumento do número de pessoas físicas na bolsa é reflexo direto da queda da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 5,5% ao ano, e da rentabilidade das aplicações tradicionais de renda fixa.
"A pessoa física está desconfortável com o investimento em CDI", disse Finkelsztain aos jornalistas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Para o presidente da B3, a necessidade de buscar alternativas mais rentáveis para o dinheiro no novo cenário de juros baixos será uma constante pelo menos nos próximos dois anos. A entrada na bolsa de nomes conhecidos do grande público, como a C&A, também ajuda a popularizar o investimento em ações.
Leia Também
Finkelsztain não mencionou, mas outro fator que certamente ajudou a despertar o interesse do pequeno investidor pelo mercado foi o bom desempenho da bolsa. Nos últimos 12 meses, o Ibovespa registra alta de 26% e ontem o principal índice da bolsa voltou a fechar em nível recorde.
Apesar do crescimento em número, o perfil do investidor pessoa física na bolsa ainda tem muito a avançar. Em setembro deste ano, 78% dos investidores eram homens e apenas 22% mulheres. Esses percentuais pouco mudaram desde 2002, quando começa a série histórica da B3.
Em volume de recursos aplicados em ações, a proporção era praticamente a mesma (76% homens e 24% de mulheres) no fim de 2018 – último dado disponível.
Seja como for, a migração para a bolsa vem ocorrendo tanto entre os investidores que decidiram comprar ações diretamente como aqueles que aplicam via fundos.
De janeiro a setembro, a captação dos fundos de ações alcançou R$ 47,7 bilhões, de acordo com dados da Anbima, associação que representa as instituições que atuam no mercado de capitais. Os fundos multimercados, que também têm uma parcela da carteira em renda variável, captaram R$ 56 bilhões apenas neste ano.
Quem ainda estava reticente com o mercado brasileiro era o investidor estrangeiro. Mas essa realidade também começa a mudar, segundo o presidente da B3.
"O estrangeiro está começando a entender o que está acontecendo no Brasil, com a retomada da economia puxada pelo setor privado", afirmou.
Finkelsztain atribuiu parte do comportamento do investidor de fora do país às incertezas externas, como a guerra comercial entre Estados Unidos e China. "Tirando a incerteza, o número de ofertas na bolsa vai acelerar", disse.
A perspectiva da volta do investimento dos gringos, somada ao avanço das pessoas físicas e fundos brasileiros, pode levar a uma inusitada situação de falta de papéis para investir na bolsa, segundo o presidente da B3. Hoje a bolsa negocia ações de pouco menos de 400 empresas, reconhecidamente pouco diante do tamanho da economia brasileira.
Para Finkelsztain, a tendência a partir do ano que vem é que empresas de menor porte testem as águas do mercado de capitais. "O tíquete médio das ofertas de ações ainda é muito alto, mas as operações de companhias de médio porte vão começar a achar demanda", afirmou.
A B3 também vem discutindo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) formas de manter o máximo possível de ofertas de ações no mercado brasileiro.
Essa mudança é necessária para a bolsa, que deverá perder para o mercado norte-americano o IPO da XP Investimentos, considerado o mais esperado do ano.
A expectativa é que a xerife do mercado de capitais flexibilize a regra ainda neste ano para permitir que empresas como a XP abram o capital lá fora, mas possam listar recibos de ações (BDRs) na bolsa brasileira.
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior