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Hoje, o CDB do banco está disponível para correntistas e para investidores com conta na corretora Guide Investimentos, XP, Genial, Easynvest, Modal e Daycoval
Para quem acompanha mercado financeiro, uma das coisas que mais vem chamando a atenção é o número de bancos digitais que estão surgindo. E eles chegaram para brigar. Na disputa por clientes, um dos nomes que pode despontar é o do C6 Bank. Apesar de ainda estar restrito a quem recebeu um convite para abrir a conta, o banco já apresentou duas estratégias que podem aumentar o número de correntistas.
Entre as novidades está o oferecimento de Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Um dos destaques é o CDB com rentabilidade bruta de 117% do CDI, com prazo de três anos. Em um levantamento que fiz na plataforma Yubb, o CDB do C6 Bank perde apenas para o título do Banco Máxima, com retorno bruto de 118% do CDI em um prazo de três anos. Hoje, o CDB do banco está disponível para correntistas e para investidores com conta nas corretoras Guide Investimentos, XP, Genial, Easynvest, Modal e Daycoval.
Além dele, o banco oferece um CDB pós-fixado de liquidez diária com aplicação inicial de R$ 100 e rentabilidade bruta de 100% do CDI. Há também outras três opções: CDB pós-fixado com prazo de seis meses e rentabilidade bruta de 103% do CDI; CDB com prazo de um ano e rentabilidade de bruta de 112% do CDI e, por fim o CDB pós-fixado com prazo de dois anos e rentabilidade de 116% do CDI.
Todos os CDBs têm aplicação inicial de R$ 100, o que é bastante positivo para diversificar a carteira e garantir uma boa rentabilidade.
Hoje, há também outras opções disponíveis. Uma delas é o CDB do Banco Máxima, que oferece um rendimento bruto de 114% do CDI, mas o valor inicial de aplicação de R$ 1 mil e o prazo é de um ano, segundo a plataforma Yubb.
Outra é a opção do banco Sofisa Direto que oferece CDBs com aplicação inicial de R$ 1. Em uma promoção lançada recentemente pelo banco, se o Brasil for campeão da Copa América, a instituição poderá oferecer CDBs com rentabilidade bruta de até 120% do CDI.
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Na prática, esse certificado funciona como um título de dívida que um banco emite para captar recursos. É como se você, investidor, emprestasse dinheiro para o banco e recebesse o pagamento de juros sobre esse empréstimo.
Pelo fato de ser um título de crédito privado, um dos riscos que o investidor corre é o de inadimplência do emissor. Mas a boa notícia é que esse tipo de certificado possui garantia do Fundo Garantidor de Crédito, que cobre perdas de até R$ 250 mil por CPF/CNPJ e conglomerado financeiro.
Pelo fato de ser um banco novo, uma das estratégias utilizadas para atrair clientes tem sido oferecer taxas mais interessantes do que a média do mercado. Isso ocorre porque como o risco de investir em um CDB de banco tradicional seria menor, os bancos menores ou mais novos precisam atrair correntistas oferecendo retornos mais atrativos do que os bancões.
Além do CDB, os correntistas do C6 Bank também poderão aproveitar outra novidade. A instituição fechou uma parceria com a startup de tecnologia, Greenpass. O interessante é que ela possui um “chip de pedágio” que será distribuindo aos primeiros clientes do banco como o C6 Taggy, uma versão personalizada do chip.
A instituição foi criada pelos ex-sócios do BTG Pactual Marcelo Kalim, que se tornou presidente do novo banco, e Carlos Fonseca. Pelos nomes e pelo dinheiro envolvido - um total de R$ 500 milhões em investimentos dos acionistas - o mercado aguarda com grande ansiedade o projeto do C6 Bank, cujo nome é derivado do símbolo do carbono (C) e do número atômico (6) na tabela periódica.
A autorização de funcionamento do C6 pelo Banco Central foi publicada em 18 de janeiro deste ano no Diário Oficial da União.
*A matéria foi atualizada com mais algumas opções de CDBs do C6 Bank
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