🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado se desvia de tensão comercial

Mercado espera por sinal de que relação entre EUA e China não vai piorar, enquanto ativos no Brasil ignoram incertezas sobre guerra comercial

Olivia Bulla
Olivia Bulla
22 de novembro de 2019
5:26 - atualizado às 9:34
Na agenda do dia, IPCA-15 é destaque e deve calibrar apostas sobre Selic

Os ruídos envolvendo a guerra comercial e as negociações entre Estados Unidos e China devem continuar ditando a dinâmica do mercado financeiro hoje, como tem sido nos últimos dias. Desta vez, porém, o sinal positivo prevalece entre os ativos de risco no exterior, com os índices futuros em Nova York indicando uma sessão de ganhos nesta sexta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pregão na Ásia também foi de alta, exceto em Xangai, que caiu 0,6%. O convite de Pequim para uma nova rodada de negociações com Washington serviu de alívio na tensão comercial, atenuando as preocupações quanto ao progresso na resolução das pendências para alcançar um acordo preliminar entre as duas maiores economias do mundo.

Ou seja, o mercado está ansioso por uma sinalização favorável, indicando que não haverá piora na questão comercial. A ida de representantes dos EUA para a China ainda neste mês deve suspender as tarifas contra produtos chineses previstas para dezembro. Mas o apoio de Washington às manifestações em Hong Kong prejudica a relação sino-americana.

Por isso, os demais mercados têm oscilações tímidas. Na Europa, as principais bolsas oscilam na linha d’água. O rendimento (yield) dos títulos norte-americanos também está de lado, ao passo que o dólar segue firme em relação às moedas rivais. O petróleo, por sua vez, recua, enquanto o ouro avança.

Brasil esnoba

Por aqui, a Bolsa brasileira ignorou ontem a cautela externa com as incertezas sobre a guerra comercial, bem como o sinal negativo visto em Wall Street nos últimos dias, e fechou em alta firme, de mais de 1%. A recomendação positiva de vários bancos de investimento estrangeiros sobre o Brasil animou a renda variável, garantindo um forte volume financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seria o primeiro sinal de que os “gringos” decidiram participar da festa dos ativos domésticos e estão dispostos em alocar seus recursos, diante da percepção de que a economia brasileira deve ter crescimento firme em 2020. E a chegada deles deve dar um impulso extra nos negócios locais, que aguardavam ansiosamente por esse “empurrãozinho”. Com isso, o dólar oscilou entre leves ganhos e perdas, orbitando ao redor da faixa de R$ 4,20.

Leia Também

Mas o destaque ontem ficou com a recomposição de prêmios nos juros futuros. O movimento refletiu a fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de que qualquer ação por causa de desconforto com a valorização do dólar será via taxa de juros - e não por meio de intervenções no mercado câmbio. Essa explicação reduziu a chance de a queda da Selic se estender até 2020, com o ciclo podendo chegar ao fim em dezembro.

Afinal, se quando iniciou os cortes no juro básico o BC foi ousado e começou com uma dose mais alta, de meio ponto, o que justifica uma desaceleração suave na reta final do processo? O mais provável é a interrupção de forma abrupta, ao invés de ajustes residuais, de 0,25 ponto, no início do ano que vem. E a agenda do dia deve agitar esse cenário.

Agenda traz prévias

A semana chega ao fim com a agenda econômica repleta de dados preliminares deste mês. No Brasil, saem as prévias de novembro da confiança da indústria (8h) e da inflação oficial ao consumidor (9h). A expectativa é de que o IPCA-15 ganhe força em relação às leituras anteriores, subindo 0,2% em relação a outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde junho, o IPCA-15 vem registrando taxas mensais próximas a zero, o que confirma o cenário benigno da inflação. Se confirmada a previsão para novembro, será a menor taxa para o mês desde 2003, quando subiu 0,17%. Já a taxa acumulada em 12 meses deve ser a menor do ano para o período, com alta de 2,70%.

Com isso, a prévia da inflação oficial deve ficar abaixo do piso do intervalo de tolerância do Banco Central. Ainda assim, será importante observar o acúmulo de pressões inflacionárias vindo tanto da valorização do dólar, com o repasse (pass-through) afetando itens agrícolas, quanto da maior demanda chinesa por proteínas, impactando a cesta básica de alimentos.

Os números do IPCA-15 serão lidos com lupa, de modo a calibrar as expectativas sobre o rumo da Selic em 2020. Já no exterior, saem leituras parciais sobre a atividade nos setores industrial e de serviços na zona do euro e nos EUA, pela manhã. Também será conhecida a versão final do índice de confiança do consumidor norte-americano em novembro, às 12h.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar