O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mercado espera por sinal de que relação entre EUA e China não vai piorar, enquanto ativos no Brasil ignoram incertezas sobre guerra comercial
Os ruídos envolvendo a guerra comercial e as negociações entre Estados Unidos e China devem continuar ditando a dinâmica do mercado financeiro hoje, como tem sido nos últimos dias. Desta vez, porém, o sinal positivo prevalece entre os ativos de risco no exterior, com os índices futuros em Nova York indicando uma sessão de ganhos nesta sexta-feira.
O pregão na Ásia também foi de alta, exceto em Xangai, que caiu 0,6%. O convite de Pequim para uma nova rodada de negociações com Washington serviu de alívio na tensão comercial, atenuando as preocupações quanto ao progresso na resolução das pendências para alcançar um acordo preliminar entre as duas maiores economias do mundo.
Ou seja, o mercado está ansioso por uma sinalização favorável, indicando que não haverá piora na questão comercial. A ida de representantes dos EUA para a China ainda neste mês deve suspender as tarifas contra produtos chineses previstas para dezembro. Mas o apoio de Washington às manifestações em Hong Kong prejudica a relação sino-americana.
Por isso, os demais mercados têm oscilações tímidas. Na Europa, as principais bolsas oscilam na linha d’água. O rendimento (yield) dos títulos norte-americanos também está de lado, ao passo que o dólar segue firme em relação às moedas rivais. O petróleo, por sua vez, recua, enquanto o ouro avança.
Por aqui, a Bolsa brasileira ignorou ontem a cautela externa com as incertezas sobre a guerra comercial, bem como o sinal negativo visto em Wall Street nos últimos dias, e fechou em alta firme, de mais de 1%. A recomendação positiva de vários bancos de investimento estrangeiros sobre o Brasil animou a renda variável, garantindo um forte volume financeiro.
Seria o primeiro sinal de que os “gringos” decidiram participar da festa dos ativos domésticos e estão dispostos em alocar seus recursos, diante da percepção de que a economia brasileira deve ter crescimento firme em 2020. E a chegada deles deve dar um impulso extra nos negócios locais, que aguardavam ansiosamente por esse “empurrãozinho”. Com isso, o dólar oscilou entre leves ganhos e perdas, orbitando ao redor da faixa de R$ 4,20.
Leia Também
Mas o destaque ontem ficou com a recomposição de prêmios nos juros futuros. O movimento refletiu a fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de que qualquer ação por causa de desconforto com a valorização do dólar será via taxa de juros - e não por meio de intervenções no mercado câmbio. Essa explicação reduziu a chance de a queda da Selic se estender até 2020, com o ciclo podendo chegar ao fim em dezembro.
Afinal, se quando iniciou os cortes no juro básico o BC foi ousado e começou com uma dose mais alta, de meio ponto, o que justifica uma desaceleração suave na reta final do processo? O mais provável é a interrupção de forma abrupta, ao invés de ajustes residuais, de 0,25 ponto, no início do ano que vem. E a agenda do dia deve agitar esse cenário.
A semana chega ao fim com a agenda econômica repleta de dados preliminares deste mês. No Brasil, saem as prévias de novembro da confiança da indústria (8h) e da inflação oficial ao consumidor (9h). A expectativa é de que o IPCA-15 ganhe força em relação às leituras anteriores, subindo 0,2% em relação a outubro.
Desde junho, o IPCA-15 vem registrando taxas mensais próximas a zero, o que confirma o cenário benigno da inflação. Se confirmada a previsão para novembro, será a menor taxa para o mês desde 2003, quando subiu 0,17%. Já a taxa acumulada em 12 meses deve ser a menor do ano para o período, com alta de 2,70%.
Com isso, a prévia da inflação oficial deve ficar abaixo do piso do intervalo de tolerância do Banco Central. Ainda assim, será importante observar o acúmulo de pressões inflacionárias vindo tanto da valorização do dólar, com o repasse (pass-through) afetando itens agrícolas, quanto da maior demanda chinesa por proteínas, impactando a cesta básica de alimentos.
Os números do IPCA-15 serão lidos com lupa, de modo a calibrar as expectativas sobre o rumo da Selic em 2020. Já no exterior, saem leituras parciais sobre a atividade nos setores industrial e de serviços na zona do euro e nos EUA, pela manhã. Também será conhecida a versão final do índice de confiança do consumidor norte-americano em novembro, às 12h.
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking