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Depois de um quarta-feira agitada no noticiário corporativo, os números trimestrais das companhias listadas no Ibovespa prometem mais uma vez mexer com a bolsa
Depois de um quarta-feira agitada no noticiário corporativo, os números trimestrais das companhias listadas no Ibovespa prometem mais uma vez mexer com a bolsa.
Nesta quinta-feira, 8, o mercado deve digerir os dados de Braskem, Banco do Brasil - encerrando a temporada de resultados de grandes bancos de capital aberto - e Azul. O Seu Dinheiro separou para você um resumão com os principais dados sobre cada uma dessas empresas. Fique ligado!
A Braskem registrou lucro líquido de R$ 102 milhões no segundo trimestre do ano, uma queda de 79% em relação aos R$ 493 milhões apurados um ano antes. O Ebitda da companhia recuou 46%, de R$ 3,157 bilhões para R$ 1,712 bilhão. A receita líquida apresentou queda de 3% no comparativo anual (R$ 13,786 bilhões), para R$ 13,337 bilhões. Mas em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 12,978 bilhões), houve aumento de 3%.
O Banco do Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 4,432 bilhões no segundo trimestre, cifra 36,8% maior ante um ano, de R$ 3,240 bilhões. A carteira de crédito ampliada do BB era de R$ 686,564 bilhões ao fim de junho, 0,2% superior em relação a março. Em um ano, os empréstimos se reduziram em 0,4%. A rentabilidade do BB no critério mercado (RSPL) foi a 17,6% no segundo trimestre contra 16,8% nos três meses anteriores e 13,2% um ano antes.
A Azul saiu de prejuízo para lucro no segundo trimestre. A companhia aérea encerrou o período com lucro líquido de R$ 345 milhões, ante prejuízo de R$ 791,4 milhões no mesmo intervalo do ano passado. O Ebitda ficou em R$ 733,2 milhões, alta de 40,4% sobre os R$ 522,2 milhões do segundo trimestre de 2018. A receita líquida cresceu 31% para R$ 2,617 bilhões, de R$ 1,994 bilhão antes. O resultado financeiro líquido foi uma despesa 96,1% menor, para R$ 42,4 milhões.
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