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Guilherme Benchimol disse que a ideia sempre foi fazer uma listagem no Brasil, visto que a empresa sempre se posicionou “como disruptora do mercado local, democratizando investimentos”
Com determinadas mudanças regulatórias no Brasil, a listagem das ações da XP é uma possibilidade, disse, em teleconferência com jornalistas, o presidente e fundador da XP, Guilherme Benchimol. A maior corretora do País estreou nesta quarta-feira, 11, na Bolsa americana com uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) que movimentou US$ 2,25 bilhões, acima do esperado pelo mercado.
O executivo disse que a ideia sempre foi fazer uma listagem no Brasil, visto que a empresa sempre se posicionou "como disruptora do mercado local, democratizando investimentos". "Queria fazer no Brasil, mas a gente está sendo diluído desde 2010", disse.
Benchimol se refere à diluição dos sócios no capital da companhia com a entrada dos fundos de private equity Actis e depois com a General Atlantic. Há dois anos houve mais diluição com a compra de 49,9% pelo Itaú Unibanco. Benchimol disse que se a oferta fosse na Bolsa brasileira, os sócios da XP ainda se manteriam no controle, mas isso acabaria com a realização de uma nova ofertas de ações.
Com a possibilidade da ação super ordinária, permitida nos Estados Unidos, Benchimol disse que é possível manter o controle com 10% da ações. "Não interessaria a ninguém essa perda de controle e por isso fizemos a opção de ser listada aqui (Nasdaq). Somos a empresa mais brasileira de todas", disse.
A legislação brasileira não permite que empresas tenham ações super ordinárias, mas esse assunto vem sendo analisado pelo regulador. No caso da XP, as ações foram divididas em duas classes, sendo que os detentores das ações da "classe B" terão 10 vezes mais votos do que os que tiverem as ações "classe A".
Outra mudança que é necessária para que a XP e outras empresas brasileiras listadas em bolsas estrangeiras possam ter suas ações negociadas na bolsa local são alterações nas regras dos BDRs. Esse tema entrou em audiência pública hoje. É preciso, nesse item, permitir que empresas brasileiras possam ter BDRs negociadas no Brasil e, ainda, flexibilizar a regra para que o varejo possa comprar BDRs.
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O Brasil passará por "bons anos de crescimento", e o País avançará com a expansão da atividade dos empreendedores, sobretudo com a redução dos juros, afirmou o presidente da XP. "A economia está bem conduzida e o cenário está positivo. Esperamos que o PIB avance 2,5% em 2020", completou.
De acordo com Benchimol, os investidores, inclusive internacionais, querem austeridade fiscal, inflação e juros baixos. "O Brasil é tão absurdo que tem R$ 800 bilhões em caderneta de poupança, o pior investimento que existe", destacou. "Nosso mercado é um oceano azul, um mar de oportunidades. Quanto mais o País ficar confiável, mais investidores entrarão lá."
O empresário, que fundou a empresa em 2001, aos 24 anos, afirmou que o maior investimento nos próximos anos será em seus funcionários, que hoje são 2.300 e devem superar 3 mil no encerramento de 2020. Ele ressaltou que está atento a várias empresas do setor financeiro e que "estamos próximos das fintechs para trocar as melhores práticas."
Benchimol afirmou ainda que a empresa está com plano de "aumentar exponencialmente a educação financeira" no Brasil e destacou que o banco digital da companhia "deve ter uma solução completa" no próximo ano. Fontes de mercado apontam que a companhia poderá atuar em vários serviços, como cartões de crédito, transferências e pagamentos.
De acordo com o CEO da XP, os bancos grandes no Brasil geraram cerca de R$ 500 bilhões de receitas, e a sua empresa deve ser responsável por 1% deste montante em 2019. "Continuaremos crescendo e será natural atingir R$ 1 trilhão de recursos em custódia em algum momento", destacou. Ele fez os comentários em entrevista coletiva na Nasdaq.
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