O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A dona das marcas Sadia e Perdigão passará a ter dois acionistas com participação combinada de mais de 50% do capital atuando em conjunto na companhia: a Marfrig e fundo saudita Salic
A Marfrig (MRFG3) ampliou sua posição acionária na BRF (BRFS3) em uma oferta subsequente de ações que movimentou R$ 5,4 bilhões. Com a operação, o grupo passa a ter uma influência ainda maior na dona da Sadia e Perdigão.
Na capitalização, aprovada pelos acionistas no início do mês, cada nova ação da companhia saiu por R$ 9,00 — a cifra é 1,01% superior aos R$ 8,91 registrados na ocasião do anúncio da oferta.
Com a conclusão da operação, a BRF passará a ter dois acionistas com uma participação combinada de mais de 50% do capital atuando em conjunto na companhia: o frigorífico rival e o fundo saudita Salic. Mas vale lembrar que não há um acordo de acionistas entre os dois grupos.
A BRF pretendia emitir inicialmente 500 milhões de ações na oferta. Desse total, Marfrig e Salic já haviam se comprometido a ficar com metade cada, desde que o preço por ação fosse de, no máximo R$ 9,00.
Mas a oferta ainda podia contar com um lote extra de 100 milhões de ações. Ele foi colocado graças à forte demanda pelo papel.
No pregão de ontem, BRFS3 fechou a R$ 9,54 por ação.
Leia Também
Vale destacar que, no mercado, já se fala que o futuro das duas empresas é uma fusão. Mas uma primeira tentativa de união da "vaca e do frango" — em referência aos principais negócios das companhias — acabou não indo para frente em 2019.
Com Marcos Molina na presidência do conselho e Miguel Gularte como CEO, a Marfrig já comandava a BRF mesmo sem ter o controle de fato.
Inclusive, como parte da operação, a empresa derrubou a chamada pílula de veneno (poison pill), cláusula do estatuto que obriga qualquer acionista que alcançar mais de um terço do capital a lançar uma oferta por todas as ações no mercado.
Ainda que não haja um acordo de acionistas entre a Salic e a Marfrig, a expectativa é que elas atuem em conjunto nas decisões da BRF. Até porque uma das condições dos árabes para entrar na oferta de ações foi a de que o frigorífico também entrasse com dinheiro novo na companhia.
Seja como for, a fase corporation "pura" não traz muitas saudades aos acionistas da BRF. Desde que se tornou uma empresa sem controlador definido, a empresa enfrentou uma série de crises internas e ainda sofreu com a conjuntura desfavorável para os negócios nos últimos anos.
A BRF pretende usar o dinheiro novo da oferta de ações para reduzir o endividamento. Nas contas do Santander, a empresa pode economizar até R$ 500 milhões em despesas financeiras com os recursos.
Mesmo com queda trimestral esperada, projeções indicam Ebitda acima de US$ 4 bilhões, impulsionado por metais básicos
A Metalúrgica Gerdau também anunciou nesta segunda-feira (27) o repasse de R$ 105,9 milhões (R$ 0,08 por ação) aos acionistas, com pagamento agendado para o dia 10 de junho
A empresa de saneamento de São Paulo vota nesta terça-feira (28) o desdobramento de seus papéis, e o Seu Dinheiro conta como funciona o ajuste de preço, as datas de corte e o impacto para quem já tem SBSP3 na carteira
Ao tirar Shell, ONGC e Brava do Campo de Argonauta, a estatal elimina as burocracias de negociação, simplifica a gestão e encerra processos de equalização que costumam dar dor de cabeça (e tomar tempo) para as petroleiras
Para analistas do UBS BB, tarifas antidumping contra a China e preços mais altos podem destravar valor para USIM5; Morgan Stanley está menos otimista
Com novo programa de recompensas e benefícios, banco quer fisgar cliente que fica no meio do caminho entre varejo e private, afirmou Thiago Mendonça ao Seu Dinheiro; veja a estratégia
Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia
A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover
A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa