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Os analistas do JP Morgan escolheram a Marcopolo (POMO4) como a ação favorita do setor, com preço-alvo de R$ 6 por papel até o fim deste ano
A regra é clara: para que carros, ônibus ou quaisquer parafernalhas mecânicas funcionem bem, todas as peças precisam estar no lugar. E, na visão do JP Morgan, as engrenagens estão começando se acertar para o setor de autopeças, permitindo que empresas como Marcopolo (POMO4) e Randon (RAPT4) consigam ter um desempenho agradável aos olhos dos passageiros — ou, no caso da estrada da B3, dos investidores.
Isso porque, apesar de um início de ano difícil, o banco prevê “uma melhora gradual no restante de 2023”. Segundo os analistas, a visão mais otimista para o setor é baseada em três pontos principais.
Entre eles, estão a melhoria da visão sobre os players nacionais, como reflexo da revisão para cima do PIB do Brasil, além da ajuda do setor de agronegócio no mercado de veículos pesados e o apoio do governo ao segmento, especialmente para ônibus.
“Estamos cada vez mais otimistas com o setor devido à melhora gradual das perspectivas macro do Brasil em função da redução das taxas de juros futuras, da desaceleração da inflação e da redução do risco-país”, afirma o banco, em relatório.
Já na análise dos principais players desse mercado, os analistas do JP Morgan escolheram as ações da Marcopolo (POMO4), que já tinham recomendação de compra, como as favoritas do setor para rodar nos pavimentos da bolsa brasileira.
Em paralelo ao gosto por POMO4, o banco norte-americano elencou a Tupy (TUPY3) como a segunda escolha preferida do setor — ela também já tinha classificação de compra
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Enquanto isso, a instituição se mostrou mais otimista com o futuro da Randon (RAPT4) e elevou a recomendação dos papéis para compra. Já em relação à MAHLE Metal Leve (LEVE3), o banco optou pelo acostamento: rebaixou a recomendação, de “neutro” para “venda”.
Os analistas mantiveram a Marcopolo (POMO4) como ação favorita do setor e fixaram o preço-alvo de R$ 6 por papel até o fim deste ano, equivalente a um potencial de alta de aproximadamente 54% em relação ao último fechamento.
Na análise do JP Morgan, as ações POMO4 estão baratas e com um valuation extremamente descontado.
Isso porque a empresa está sendo negociada a um múltiplo de seis vezes o valor de empresa/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português), “representando um desconto de 41% em relação à média histórica”.
Além disso, segundo os analistas, a preferência por POMO4 tem como base a exposição da companhia ao mercado de ônibus, que deve superar o segmento de caminhões neste ano e no próximo.
Além disso, o banco prevê um salto nos ganhos da companhia devido à recuperação das vendas e a implementação do programa do governo Caminhos da Escola, que estabelece a compra de ônibus para levar crianças aos colégios.
Porém, assim como todas as teses de investimento, a visão de compra para os papéis da Marcopolo possuem seus riscos. Entre eles:
A Tupy (TUPY3) ocupa o segundo lugar na lista de favoritas do JP Morgan para o setor. O banco possui recomendação de compra para as ações, com preço-alvo em R$ 36 por ativo.
A avaliação implica em um potencial de alta de 41% para os papéis TUPY3 em relação à cotação do último fechamento, de R$ 25,53.
Uma das questões que constroem a visão positiva dos analistas para as ações são as oportunidades de crescimento de fusões e aquisições recentes.
Além disso, a exposição da companhia a mercados externos, que já correspondem a cerca de 70% das receitas, pode ajudar a Tupy, que “deve se beneficiar do plano de infraestrutura dos EUA e do crescimento do PIB ainda esperado para este ano”.
Já em relação aos riscos à tese de investimento de compra de TUPY3 incluem:
Além da Marcopolo e da Tupy, o JP Morgan melhorou as previsões para as ações da Randon (RAPT4), elevando a recomendação, de “neutro” para “compra”.
Além disso, os analistas fixaram um preço-alvo de R$ 14 por papel, o que corresponde a um potencial de valorização de 24,4% em relação ao último fechamento.
Segundo o relatório, a visão mais otimista é reflexo também do valuation atrativo, com desconto de 30% em relação à média histórica.
Os analistas também destacam a internacionalização e diversificação dos negócios da empresa de Caxias do Sul, reduzindo a volatilidade dos resultados.
Outro ponto positivo para a companhia é que, na visão do JP Morgan, “o mercado de caminhões está próximo do pior momento, e deve começar a se recuperar nos próximos trimestres”.
A empresa também mantém uma JV com a Gerdau referente ao negócio de aluguel de equipamentos, em um investimento total de R$ 250 milhões.
Já em relação aos riscos da tese, o JP Morgan cita o crescimento da economia brasileira.
Isso porque, como a Randon possui grande exposição aos mercados locais caso a expansão do PIB brasileiro fosse revisada para baixo, as expectativas de resultados da empresa também seriam afetadas.
O banco também ressalta o crescimento da concorrência, que pode afetar as margens e a participação da Randon no mercado.
Enquanto isso, a MAHLE Metal Leve não caiu no agrado dos analistas. O JP Morgan cortou as estimativas para as ações LEVE3, com recomendação de “venda”.
Já em relação ao preço-alvo, o banco estipulou o valor de R$ 42 até dezembro de 2023, equivalente a uma leve desvalorização potencial de 0,5%.
Um dos motivos que fez a MAHLE sair da lista de “queridinhas” do JP Morgan é justamente o seu preço.
A instituição norte-americana enxerga a companhia com um valuation “relativamente caro”, especialmente devido ao forte desempenho das ações LEVE3 nos últimos 30 dias, que subiram 33% no período, contra um avanço de apenas 9% do Ibovespa.
Entretanto, o pagamento de dividendos polpudos pode colocar a tese de venda dos papéis em risco, assim como a possibilidade de um crescimento maior do que o esperado nos volumes no mercado doméstico e uma concorrência abaixo do esperado.
Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
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