🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dólar cai a R$ 4,10

Ibovespa acentua ganhos e se firma nos 112 mil pontos; Copom, S&P e Trump dão força ao mercado

O Ibovespa já se aproxima dos 112 mil pontos, impulsionado pelos sinais do BC quanto ao futuro da Selic, pela visão positiva da S&P Global em relação ao Brasil e por declarações de Donald Trump no âmbito da guerra comercial

Victor Aguiar
Victor Aguiar
12 de dezembro de 2019
10:24 - atualizado às 10:46
Selo Mercados AGORA Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Os mercados financeiros domésticos assumem um tom de comemoração, com o Ibovespa subindo e renovando as máximas. Os sinais do Copom quanto ao futuro da Selic, a postura otimista da S&P Global em relação ao Brasil e o tom animador de Donald Trump nas negociações com a China, somados, injetam ânimo nos investidores nesta quinta-feira (12).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por volta de 17h00, o Ibovespa avançava 1,14%, aos 112.223,91 pontos — na máxima, tocou os 112.298,12 pontos, um novo recorde intradiário. O dólar à vista fechou em queda de 0,62%, a R$ 4,0935, marcando a oitava baixa na moeda americana nas últimas nove sessões.

Ontem, o Copom cumpriu as expectativas do mercado e cortou a Selic em mais 0,5 ponto, levando a taxa básica de juros ao patamar de 4,5% ao ano. Em seu comunicado, o BC não fechou a porta para uma baixa de 0,25 ponto no início de 2020, mas sinalizou que o ciclo de alívio monetário está perto do fim.

O tom assumido pela instituição foi elogiado pelo mercado: economistas e analistas disseram que o BC cumpriu bem o papel de ancorar as expectativas, por mais que não tenha cravado o próximo passo.

A autoridade afirmou que vê a Selic em 4,5% ao ano no fim do ano que vem, uma indicação que traz clareza quanto aos objetivos a serem perseguidos — restam apenas "ajustes finos" no curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A concretização do corte de 0,5 ponto, somado às sinalizações positivas do Copom em relação ao futuro, já seriam suficientes para trazer bom humor às negociações nesta quinta-feira. No entanto, um fator surpresa contribui para melhorar ainda mais os ânimos por aqui: a elevação da perspectiva do rating do Brasil pela S&P Global.

Leia Também

A nota do país continuam em "BB-", três níveis abaixo do grau de investimento. No entanto, a perspectiva passou de "estável" para "positiva" — ou seja, a agência vê um cenário favorável para o país e indica que, na próxima revisão, o rating do Brasil tende a melhorar.

"O mercado está num tom mais positivo. A redução nos juros veio como era esperado pelo mercado, e a S&P causa um impacto positivo", diz Gabriel Machado, analista da Necton Investimentos. "Nos Estados Unidos, a decisão de juros também ficou em linha com as expectativas, os receios de recessão por lá têm se dissipado"

Animação no exterior

Lá fora, o clima é igualmente festivo nas bolsas: o Dow Jones opera em alta de 0,74%, o S&P 500 tem ganho de 0,76% e o Nasdaq avança 0,57% — o que coopera para que o Ibovespa consiga ganhar terreno sem maiores preocupações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse otimismo visto nos mercados de Nova York está relacionado à guerra comercial, mais especificamente a uma manifestação do presidente americano, Donald Trump. Ainda durante a manhã, ele foi ao Twitter para falar sobre o atual estado das negociações com a China — e o tom usado pelo republicano animou os agentes financeiros:

https://twitter.com/realDonaldTrump/status/1205134155853574145

"Estamos chegando muito perto de um grande acordo com a China. Eles querem, e nós também queremos!", escreveu o presidente americano.

O humor dos agentes financeiros melhorou ainda mais nesta tarde, após a Bloomberg reportar que os negociadores dos Estados Unidos fecharam os termos da primeira fase de um acordo comercial com a China — faltaria apenas o aval do presidente Trump para o acerto ser concretizado.

O timing para o fechamento de um acerto entre Washington e Pequim é crucial para os mercados, uma vez que, no próximo domingo (15), o governo dos EUA começará a aplicar uma nova rodada de sobretaxas às importações da China — e, desta vez, as tarifas incidirão sobre produtos populares, como smartphones e laptops.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, os investidores aguardam ansiosamente o anúncio de algum tipo de acordo entre as partes, de modo a suspender ou prorrogar a aplicação dessas taxas — o que traria um enorme alívio aos mercados financeiros no mundo. E o tuíte de Trump vai exatamente nessa direção.

A manifestação do presidente americano também trouxe alívio às negociações de câmbio: o dólar passou a cair com maior intensidade em escala global, tanto em relação às moedas fortes quanto as de países emergentes.

Essa movimentação também foi refletida por aqui, levando o dólar à vista à faixa de R$ 4,09 — mais cedo, a divisa apenas flutuava ao redor da estabilidade, com um leve viés negativo.

Varejo e construção em alta

Por aqui, ações do setor de varejo e construção civil dominam a ponta positiva do Ibovespa nesta quinta-feira. De acordo com Machado, a perspectiva de manutenção da Selic em patamares baixos por um período prolongado dá ânimo a esses ativos, mais sujeitos aos ciclos da economia local.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O cenário de juros baixos é bom para o consumo, já que o crédito fica mais barato. Também há o lado do endividamento dessas empresas: taxas menores reduzem as despesas financeiras, o que se traduz em mais lucro", diz o analista da Necton.

Entre as varejistas, Via Varejo ON (VVAR3) opera em alta de 6,40%, GPA PN (PCAR4) avança 3,23% e Lojas Americanas PN (LAME4) tem ganho de 5,26%; entre as construtoras, MRV ON (MRVE3) e Cyrela ON (CYRE3) são os destaques, com valorizações de 6,26% e 2,46%, respectivamente.

Top 5

Veja abaixo os cinco papéis com as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira:

  • Via Varejo ON (VVAR3): +6,40%
  • MRV ON (MRVE3): +6,26%
  • Lojas Americanas PN (LAME4): +5,26%
  • B2W ON (BTOW3): +4,06%
  • Usiminas PNA (USIM5): +4,03%

Confira também as ações com os piores desempenhos do índice:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Sabesp ON (SBSP3): -4,07%
  • JBS ON (JBSS3): -0,79%
  • Marfrig ON (MRFG3): -0,72%
  • Qualicorp ON (QUAL3): -0,58%
  • BRF ON (BRFS3): -0,47%

Juros em queda

Os sinais emitidos pelo Copom, não descartando a possibilidade de mais um corte de 0,25 ponto na Selic no início de 2020, provocaram ajustes negativos na ponta curta da curva de juros. No vértice longo, o tom também foi negativo, mas, nesse caso, a reação se deve mais à visão otimista da S&P para o futuro do país.

Veja como ficaram os principais DIs nesta quinta-feira:

  • Janeiro/2020: de 4,42% para 4,40%;
  • Janeiro/2021: de 4,61% para 4,54%;
  • Janeiro/2023: de 5,74% para 5,75%;
  • Janeiro/2025: de 6,35% para 6,34%;
  • Janeiro/2027: de 6,70% para 6,68%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar