Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Juros

Banco Central reduz juros para 4,5% ao ano, mas não garante novos cortes

Com a nova redução de 0,5 ponto percentual em decisão unânime tomada pelo Copom, a Selic renova a mínima histórica

Copom
Reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, responsável por definir a Selic - Imagem: Raphael Ribeiro/BCB

Como esperado pela maior parte do mercado, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros em mais 0,5 ponto percentual. Com a decisão tomada por unanimidade pelo Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic renova a mínima histórica e encerra 2019 em 4,5% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A grande dúvida é o que acontece daqui para frente. O atual corte pode ter sido o último do atual ciclo. "O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária", informou o BC, no comunicado que acompanhou a decisão.

A possibilidade de novas reduções, porém, não foi descartada e dependerá da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, segundo o Copom. O BC identifica fatores de risco em ambas as direções.

Pesa a favor de novos cortes na Selic o nível de ociosidade elevado da economia. Por outro lado, o Copom considera que o efeito do atual ciclo de queda dos juros, em um contexto de transformações na intermediação financeira, "aumenta a incerteza sobre os canais de transmissão e pode elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária".

Esse risco se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes ou eventual frustração em relação à continuidade das reformas, segundo o Copom.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde o início do atual ciclo de cortes da Selic, a taxa já caiu 2 pontos percentuais. A próxima reunião do Copom acontece nos dias 4 e 5 de fevereiro do ano que vem.

Leia Também

A PREÇO DE ÁGUA?

Toyota Hilux, Ford Ranger e mais: a medida de Milei que pode reduzir preço de carros no Brasil

BONANÇA FICOU PRA TRÁS

A farra do Brasil acabou? Para o UBS, agora é hora de apertar os cintos na bolsa de valores; por que o cenário virou?

Recuperação gradual

Os dados de atividade econômica a partir do segundo trimestre indicam que o processo de recuperação da economia brasileira ganhou tração, segundo o BC. "O cenário do Copom supõe que essa recuperação seguirá em ritmo gradual."

No cenário externo, os diretores do Banco Central entendem que os estímulos monetários nas principais economias, em contexto de desaceleração econômica e de inflação abaixo das metas, produz um ambiente relativamente favorável para economias emergentes.

Para o Copom, as diversas medidas de inflação subjacente encontram-se em níveis confortáveis, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A decisão de reduzir a Selic em 0,5 ponto é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2020 e, em grau menor, o de 2021, segundo o BC.

Precisamos de mais reformas

O Copom reiterou que a conjuntura econômica do país prescreve uma política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural.

Para consolidar a queda do chamado juro estrutural e para a recuperação sustentável da economia, o BC entende que é preciso perseverar no processo de reformas da economia. "O Comitê ressalta ainda que a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes", acrescentou o Copom, no comunicado.

Projeções

O BC aproveitou a decisão sobre a Selic para atualizar as projeções para a inflação. No cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus, as projeções do Copom situam-se em torno de 4,0% para 2019, 3,5% para 2020 e 3,4% para 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse cenário supõe trajetória de juros que encerra 2019 em 4,50% a.a., reduz-se para 4,25% no início de 2020, encerra o ano em 4,50% e se eleva até 6,25% a.a. em 2021. Também supõe trajetória para a taxa de câmbio que termina 2019 em R$ 4,15, 2020 em R$ 4,10 e 2021 em R$ 4,00.

No cenário híbrido com taxa de câmbio constante a R$ 4,20 e trajetória de juros da pesquisa Focus, o Copom projeta inflação em torno de 4,0% para 2019, 3,7% para 2020 e 3,7% para 2021.

*Em breve mais informações

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
carteira de trabalho clt SD 28 de maio de 2026 - 14:57
28 de maio de 2026 - 14:10
instagram meta m1ta34 (1) 28 de maio de 2026 - 13:35
Site da CVM 27 de maio de 2026 - 16:29
Cybertruck, utilitário da Tesla 27 de maio de 2026 - 15:45
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 27 de maio de 2026 - 14:08
27 de maio de 2026 - 12:57

SEGREDOS SUBTERRÂNEOS

Como 6,3 mil toneladas de ouro foram parar no subsolo de Nova York

27 de maio de 2026 - 12:57
ID da foto:2091499839 azeite de oliva 27 de maio de 2026 - 11:38
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia