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A receita da empresa ficou em R$ 24,045 bilhões, crescimento de 1,9% na comparação com os R$ 23,597 bilhões no segundo trimestre de 2018
A BR Distribuidora divulgou lucro líquido de R$ 302 milhões no segundo trimestre de 2019, crescimento de 14,8% na comparação com os R$ 263 milhões em igual período do ano passado. Frente ao trimestre imediatamente anterior, de R$ 477 milhões, entretanto, o lucro líquido mostrou uma queda de 36,7%.
O Ebitda ajustado (sem o IFRS 16) apresentou leve queda de 0,8% no ano e queda de 37,3% no trimestre, para R$ 504 milhões. Considerando a nova norma contábil, o Ebitda ajustado da empresa foi de R$ 541 milhões, alta de 6,5% no ano, mas queda de 35,7% no trimestre. Segundo a empresa, o indicador foi prejudicado pelo menor lucro bruto no período - efeito de perdas de estoque após a redução dos preços do diesel e da gasolina em junho de 2019.
A margem Ebitda unitária caiu de R$ 86/m3 no primeiro trimestre de 2019 para R$ 54/m3 no segundo trimestre deste ano. O recuo, segundo a BR, refletiu "menores margens de comercialização praticadas ao longo dos meses de abril e maio, numa estratégia de busca de aumento de volume de venda nos segmentos de revenda e grandes consumidores".
A receita da empresa ficou em R$ 24,045 bilhões, crescimento de 1,9% na comparação com os R$ 23,597 bilhões no segundo trimestre de 2018, e alta de 7,2% na comparação com o trimestre imediatamente anterior. De acordo com a empresa, o avanço refletiu os maiores volumes de vendas e o aumento do preço médio de comercialização dos derivados, de 4,7% na comparação com os primeiros três meses do ano.
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
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