🔴 É HOJE: VEJA COMO BUSCAR GANHOS NA BOLSA EM POUCOS DIAS OU HORAS – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

REBAIXAR NÃO É ABANDONAR

Não é hora de pânico: BofA corta Brasil da lista de bolsas para comprar, mas vê valor em ações selecionadas; confira as eleitas

Banco norte-americano prefere dois outros países da América Latina, mas diz onde estão escondidas as chances entre as ações brasileiras

Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos
Imagem: Montagem Seu Dinheiro/ Canva/ istock/ cabral_augusto83

O Bank of America virou a mão para o Brasil, e rebaixou a recomendação para as ações brasileiras de overweight — equivalente a comprar — para marketweight —  equivalente a neutro.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na prática, significa que os estrategistas do BofA deixaram de enxergar o País como uma aposta preferencial na América Latina — e passaram a olhar com mais carinho para Chile e Colômbia. 

Basicamente três coisas mudaram na visão do banco sobre o Brasil: os juros vão ficar mais altos do que se esperava, os lucros das empresas estão sendo revisados para baixo, e o calendário eleitoral começa a incomodar. 

O problema dos juros no Brasil

Desde janeiro de 2026, o BofA estava com recomendação de compra para o Brasil. A aposta era que o Banco Central continuaria cortando a Selic, o que costuma ser gasolina para a bolsa: juros menores barateiam o crédito, estimulam o consumo e tornam as ações mais atraentes em comparação com a renda fixa. 

Esse cenário mudou. A equipe de economia do banco agora projeta a Selic em 14,25% ao final de 2026 — ante a projeção anterior de 13,25%. Isso significa apenas mais um corte na reunião da próxima semana, seguido de uma pausa prolongada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o investidor pessoa física, a lógica é direta: Selic mais alta por mais tempo significa que a renda fixa continua competitiva. Por que se arriscar na bolsa se o Tesouro Direto paga bem? E para as empresas, especialmente as mais endividadas, juros elevados por mais tempo comprimem margens e pesam no caixa. 

Leia Também

BALANÇOS

Foguete decola, streaming trava: SpaceX sobe e Netflix cai após resultados trimestrais; entenda os números

DE PARIS A MARSELHA

Ruas em chamas na França, mercados pegam fogo na Europa — e isso mexe com os investimentos

A pressão inflacionária segue como pano de fundo: o BofA aponta que os riscos de inflação continuam inclinados para cima, em parte por conta da fraqueza do real e com o aumento da volatilidade ligada às eleições deste ano.  

O Brasil ainda tem oportunidades — mas seletivas 

Rebaixar não é o mesmo que abandonar. O BofA continua vendo valor em empresas específicas dentro do Brasil, especialmente aquelas preparadas para um ambiente de crédito mais difícil. 

Nos bancos, a preferência recai sobre nomes como Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4) e BTG Pactual (BPAC11) — instituições financeiras com balanços sólidos ou que se beneficiam de uma Selic elevada para ampliar receitas.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No setor elétrico, o banco trocou a Copel (CPLE3) pela Equatorial (EQTL3), que oferece, segundo os analistas, valuation atraente e flexibilidade de alocação de capital. 

Por outro lado, três empresas saíram da carteira recomendada: Sabesp (SBSP3), por não apresentar gatilhos de curto prazo; a Ecorodovias (ECOR3) e a Anima Educação (ANIM3), ambas mais vulneráveis em um cenário de juros altos por tempo prolongado.  

O raciocínio é simples: empresas alavancadas que dependem de queda de juros para melhorar seus números perdem a graça quando o corte é adiado, segundo o BofA. 

Por que Chile e Colômbia entram no lugar? 

Enquanto o Brasil perde um pouco do brilho, o BofA aumenta a exposição a dois países andinos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Colômbia, o banco adicionou o Davivienda à carteira. O argumento: o banco colombiano negocia a um preço descontado em relação aos pares da região, mas está melhorando a rentabilidade. Em outras palavras, é barato com fundamento para ficar menos barato. 

No Chile, duas adições. O BCI, banco com margens resilientes e ganhos de eficiência, e a Coca-Cola Andina, engarrafadora chilena com forte momento de lucros.  

O cenário macro do Chile também ajuda: o time do BofA espera crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) chileno acima do potencial, impulsionado por reformas em curso. 

A Colômbia segue como overweight (compra) na visão do banco — um dos poucos países da região nessa categoria — justamente pela valuation atrativo em comparação com os vizinhos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A bolsa caiu 15% — o que você deve fazer agora?

México: cuidado redobrado 

O México permanece em marketweight (neutro), mas o tom ficou mais cauteloso.  

O BofA vê três obstáculos: crescimento do PIB mais fraco, risco crescente de que o acordo comercial norte-americano (USMCA) passe a ter revisões anuais — o banco estima 70% de probabilidade para esse cenário — e incerteza política crescente.  

O lucro das empresas listadas na bolsa mexicana também perdeu força, de acordo com a análise.  

O contexto regional: queda desde abril 

O pano de fundo para tudo isso é um recuo expressivo dos mercados latino-americanos. O índice MSCI LatAm acumula queda de 14% desde a máxima de 14 de abril.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O gatilho foi um dado forte de empregos nos EUA, que reacendeu o debate sobre os juros norte-americanos: se o Federal Reserve (Fed, o banco central do país) precisa manter a taxa elevada por mais tempo, o dólar sobe, os emergentes sofrem e o capital migra de volta para os Estados Unidos. 

Para o investidor brasileiro, é importante saber que o vento que soprava a favor do Ibovespa no começo do ano arrefeceu.  

Não é hora de pânico — o BofA ainda vê valor em empresas selecionadas —, mas também não é hora de apostar todas as fichas no mercado local na expectativa de um ciclo de cortes que, por ora, foi adiado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 14 de outubro de 2026 - 17:16
Wall Street, mercado norte-americano, EUA, bolsas carteira internacional 14 de outubro de 2026 - 14:06
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 13 de outubro de 2026 - 17:32
Em um fundo rosa claro, vários dispositivos da Apple para o lar aparecem na parte inferior da imagem. Na parte superior, a frase: Welcome, HomeView 13 de outubro de 2026 - 13:31
Montagem que traz o prédio da Apple ao lado esquerdo, com o símbolo da maçã ao lado, e Elon Musk no lado direito, olhando para a maçã 12 de outubro de 2026 - 18:45
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 12 de outubro de 2026 - 16:31
Imagem gerada por IA mostra Warren Buffett lendo 'A Arte da Guerra' na frente de uma lareira. 12 de outubro de 2026 - 11:57
prêmio nobel 10 de outubro de 2026 - 7:48

UM RISCO NEM TÃO ADMINISTRADO ASSIM

O Nobel de Economia que alertou para o risco e viu seu fundo perder 44% em um mês

10 de outubro de 2026 - 7:48
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 9 de outubro de 2026 - 18:31
prêmio nobel 9 de outubro de 2026 - 8:35
prêmio nobel 8 de outubro de 2026 - 8:49
prêmio nobel 7 de outubro de 2026 - 10:17
prêmio nobel 5 de outubro de 2026 - 13:39
Brasil segue sem um Nobel oficial, mas já teve um filho de estrangeiros nascido no Rio, um físico injustiçado e a primeira vencedora do “Nobel da Agricultura 3 de outubro de 2026 - 7:14
Henry Kissinger 2 de outubro de 2026 - 15:05

NÃO ACEITAMOS DEVOLUÇÃO

Henry Kissinger, o Nobel da Paz que tentou devolver o prêmio, mas não conseguiu

2 de outubro de 2026 - 15:05
Peter Handke 30 de setembro de 2026 - 16:32
nvidia ações nvda ia 28 de setembro de 2026 - 19:18
Montagem com um fundo com notas de dólares e, ao centro, uma mão segurando um iPhone Duo aberto. 28 de setembro de 2026 - 14:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar