O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Quando Emmanuel Macron subiu ao palco do Fórum Econômico Mundial, nesta semana, o discurso era sobre economia, geopolítica e futuro da Europa.
Mas o detalhe que roubou a cena em Davos foi outro: os óculos escuros estilo aviador, usados em ambiente fechado.
Houve comparações online com o personagem Maverick, interpretado por Tom Cruise nos filmes da franquia Top Gun. Já o presidente americano, Donald Trump, aproveitou seu próprio discurso para zombar de Macron pelos óculos.
O modelo usado por Macron é o Pacific S 01, da marca de luxo Henry Jullien, controlada pelo grupo italiano iVision Tech.
Após a imagem viralizar nas redes sociais, as ações da companhia dispararam cerca de 28% em um único pregão, o que representou um ganho aproximado de 3,5 milhões de euros em valor de mercado.
O episódio atraiu tanto interesse que o site da marca saiu do ar durante a maior parte da quarta-feira, segundo o jornal britânico The Guardian.
Leia Também

O uso dos óculos em ambiente interno levantou especulações. A presidência francesa explicou que Macron estava com fotossensibilidade causada por um vaso sanguíneo rompido no olho, condição benigna, mas que exigia proteção contra luz intensa.
O governo não confirmou oficialmente a marca do acessório. Ainda assim, executivos da fabricante reconheceram o modelo e afirmaram que óculos da marca haviam sido enviados ao presidente anteriormente.
O modelo que virou símbolo do episódio custa em torno de 659 euros (cerca de R$ 4.150) e faz parte de uma linha de luxo, com design clássico e materiais premium.
Não foi uma campanha publicitária planejada, mas um acidente de imagem com efeito financeiro real.
Segundo Stefano Fulchir, tudo começou no verão de 2024, quando foram contatados pelo Eliseu porque Macron precisava encontrar um alto funcionário durante o G20 e queria comprar um produto feito na França como presente diplomático.
"Eu disse que ficaria feliz em enviar um par para ele, mas eles recusaram", disse Fulchir ao The Guardian . "Ele não os aceitou como presente, mas queria comprá-los pessoalmente."
A Henry Jullien não é uma marca criada para viralizar. Fundada há mais de um século, a maison francesa construiu sua reputação longe do varejo de massa, apostando na produção artesanal de armações de luxo.
São óculos feitos em pequena escala, com materiais premium e processos quase artesanais.
“Este não é um óculos comum; é um produto de luxo que não quebrará depois de dois anos e que poderá ser usado por muito tempo”, disse Fulchir, ao The Guardian . “É um investimento, como joias, como um relógio.”
Antes de Davos, a marca era conhecida sobretudo por colecionadores, executivos e clientes de alto poder aquisitivo.
A controladora, iVsion Tech, é uma empresa italiana de capital aberto, que vem crescendo por aquisições e pela aposta em marcas premium. A compra da Henry Jullien fez parte dessa estratégia: posicionar o grupo no segmento de luxo artesanal.
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado