🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

BALANÇO DA ANBIMA

Super-ricos compram títulos isentos e ações; mas, para o ‘povão’, os CDBs são a nova poupança — veja como investiram os brasileiros em 2025

O volume total de investimentos dos brasileiros atingiu R$ 8,59 trilhões no ano passado, impulsionado pelo crescimento da alocação da alta renda

ações dividendos selic e renda fixa valorização bolsa small cap
Imagem: Canva/Montagem: Giovanna Figueredo

Os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) caíram no gosto do “povão” e se tornaram a “nova caderneta de poupança”. Ao final de 2025, R$ 1,33 trilhão do volume financeiro de investimentos do país estava alocado em CDBs, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os títulos bancários não têm o maior estoque entre os produtos financeiros — posto da previdência privada, com R$ 1,55 trilhão —, mas registraram o maior crescimento nominal, aumentando o estoque em R$ 288 bilhões em um ano.

O crescimento dos títulos bancários em relação a 2024 foi de 27,7%, enquanto a poupança registrou retração no mesmo período, de 1,1%, somando R$ 961,4 bilhões em estoque.

Mas a disseminação dos CDBs se prova mesmo em outro recorte dos dados da Anbima: os investimentos por região do país.

Seja no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste ou Sul, os CDBs aparecem como investimento financeiro número um em todos eles. Os dados da Anbima mostram que esses títulos são figurinha carimbada na carteira de dois segmentos de investidores: o varejo tradicional e o varejo de alta renda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maior parte dos CDBs está na carteira do “povão” (varejo tradicional), que concentram 47,6% do estoque desses títulos.

Leia Também

Conteúdo BTG Pactual

O fundo de renda fixa que financia o tênis brasileiro: Match Point Brasil, da EQI, completa um ano e projeta R$ 1 bi de patrimônio

PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO

Heranças agora podem ser divididas de forma desigual, entende STJ; saiba quando um herdeiro pode receber mais que outro

Já o varejo alta renda absorveu 41,8% desses certificados. A pequena parcela restante está nas mãos dos super-ricos (segmento private), que detêm apenas 10,6% do estoque.

Luciane Effting, presidente do fórum de distribuição da Anbima, credita o fenômeno dos CDBs a três fatores:

  • Facilidade de investir no produto: é simples de entender e qualquer banco tem;
  • Caixinhas e cofrinhos de liquidez diária, que democratizaram o acesso; e
  • Juros de 15% ao ano, que tornam a rentabilidade alta sem esforço e com baixo risco.

Há algum tempo, quase todas essas características eram atribuídas à caderneta de poupança — tirando a rentabilidade, claro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM: Até onde vai a garantia do FGC: mesmo com R$ 52 bilhões a menos, o fundo ainda pode proteger os investidores?

Investimentos dos super-ricos

Segundo os dados da Anbima, a concentração de investimento dos super-ricos está em duas classes: ações e títulos isentos de imposto de renda.

Aqui, vale esclarecer quem são os super-ricos (private), a alta renda e o varejo tradicional (“povão”).

A Anbima segue a segmentação feita pelas instituições financeiras, que avaliam o patrimônio do cliente para classificação interna. Essa diferença fica clara ao observar o ticket médio de investimento de cada classe de renda ao final de 2025:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Private: R$ 15,8 milhões
  • Alta renda: R$ 137,3 mil
  • Varejo tradicional: R$ 14,9 mil.

Mais da metade (68,6%) dos investimentos em ações no ano passado ficaram concentrados no private. A alta renda detinha 18,7% das aplicações, enquanto o varejo tradicional correspondia a 12,7%.

Nos títulos isentos de renda fixa a concentração por faixa de renda e patrimônio era menor: 43% private, 31,3% alta renda e 25,7% varejo tradicional. Como títulos isentos a Anbima considera CRAs, CRIs, LCAs, LCIs, LIGs e debêntures incentivadas.

Também é possível observar uma concentração maior dos super-ricos nos fundos multimercados (71,3%) e nos fundos de ações (67,8%).

Os fundos de renda fixa e fundos estruturados (FIIs, FIDCs e FIPs) estão nas mãos da alta renda, principalmente, com 46,3% e 42,2% de participação, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investimento por classe — de renda — em 2025

No ano passado, os brasileiros investiram 15,5% a mais, um aumento de R$ 1,15 trilhão em volume de capital.

O crescimento veio principalmente do varejo de alta renda, que aumentou em 21,2% sua alocação geral, conforme os dados da Anbima. O varejo tradicional cresceu 10,3%, enquanto o segmento private aumentou em 14,9%.

Em termos de produtos financeiros, para além do avanço dos CDBs, os fundos de renda fixa e os títulos isentos também brilharam no ano passado. Seus volumes totais aumentaram R$ 223 bilhões e R$ 191 bilhões, respectivamente.

Percentualmente, FIDCs saíram à frente, com alta de 122,8% em um ano, para um volume total de R$ 52 bilhões. Na sequência aparecem os ETFs (+47,8%) e os títulos públicos (+43,4%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Varejo tradicional 

Investimento Alocação (R$ bi) % de participação no total 
Poupança 814,31 84,7% 
CDB 633,60 47,6% 
Previdência 418,91 27,1% 
Isentos* 367,00 25,7% 
Fundo de renda fixa 233,22 23% 
Ações 102,53 12,7% 
Títulos públicos 83,56 31,7% 
Fundos estruturados 68,90 30,5% 
Fundos multimercados 48,24 9% 
Fundos de ações 21,75 8,6% 
* CRA, CRI, LCA, LCI, LIG e Debêntures incentivadas 
Fonte: Anbima - distribuição de produtos de investimento em 2025   

Varejo alta renda 

Investimento Alocação (R$ bi) % de participação no total 
Previdência 851,74 55,1% 
CDB 556,40 41,8% 
Fundo de renda fixa 469,48 46,3% 
Isentos* 446,96 31,3% 
Ações 150,97 18,7% 
Poupança 140,36 14,6% 
Títulos públicos 124,68 47,3% 
Fundos multimercados 105,06 19,6% 
Fundos estruturados 95,33 42,2% 
Fundos de ações 59,68 23,6% 
* CRA, CRI, LCA, LCI, LIG e Debêntures incentivadas 
Fonte: Anbima - distribuição de produtos de investimento em 2025   

Private 

Investimento Alocação (R$ bi) % de participação no total 
Isentos* 614,04 43% 
Ações 553,81 68,6% 
Fundos multimercados 382,17 71,3% 
Fundo de renda fixa 311,30 30,7% 
Previdência 273,61 17,7% 
Fundos de ações 171,47 67,8% 
CDB 141,10 10,6% 
Fundos estruturados 61,44 27,2% 
Títulos públicos 55,36 21% 
Poupança 6,73 0,7% 
* CRA, CRI, LCA, LCI, LIG e Debêntures incentivadas 
Fonte: Anbima - distribuição de produtos de investimento em 2025 

  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
offshore investimentos internacionais wall street 18 de agosto de 2026 - 11:00
crédito mais barato negociar 13 de agosto de 2026 - 8:00
formas de aumentar o crédito 12 de agosto de 2026 - 16:00
Ao fundo, uma imagem aérea da Amazônia. Logo da BTG Pactual Asset 12 de agosto de 2026 - 11:05
Matt Damon e Zendaya em longa 'A Odisseia' 9 de agosto de 2026 - 14:03
maior salário dinheiro atividade renda extra ações 8 de agosto de 2026 - 11:00
6 de agosto de 2026 - 12:00
copa btg trader day trade positivo 4 de agosto de 2026 - 15:00
Homem aposta em máquina caça-níquel com eletrodos na cabeça e pesquisadores ao redor 24 de julho de 2026 - 12:24
23 de julho de 2026 - 17:17
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar