Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Money Times

VEJA OS DETALHES

Um em cada cinco: auditoria ligada à Fictor Alimentos (FICT3) aparece em 113 fundos do entorno do Banco Master

Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos

Money Times
24 de março de 2026
11:16 - atualizado às 17:33
Imagem: Reprodução/Instagram/Palmeiras

Um levantamento com dados da CVM e da Anbima identificou que a UHY Bendoraytes, auditoria que deixou no início de março a Fictor Alimentos (FICT3), tem presença relevante em fundos administrados por estruturas recorrentes no entorno do Banco Master.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um universo de 939 fundos ligados a quatro administradoras, a UHY aparece com maior concentração na Master Corretora e audita 113 fundos associados a esse ecossistema.

No Brasil, todo fundo de investimento precisa obrigatoriamente de um administrador fiduciário e de uma auditoria independente, conforme as regras da CVM. O administrador é responsável pela estrutura operacional do fundo — cálculo de cotas, cumprimento das regras regulatórias e supervisão dos prestadores de serviço. Já a auditoria revisa as demonstrações financeiras e verifica se os ativos declarados correspondem à realidade.

O levantamento mapeou os fundos registrados em quatro administradoras que aparecem de forma recorrente em estruturas associadas ao Banco Master: Master Corretora, Banvox, Trustee e Reag.

Ao cruzar fundos e auditores responsáveis por cada veículo, a UHY aparece como auditora de 33 dos 52 fundos da Master Corretora— quase dois terços da estrutura. Na Banvox, a auditoria aparece em 44 dos 195 fundos. Já na Trustee, foram identificados 39 dos 267 fundos auditados pela firma. Na Reag, a presença é menor: 15 de 425 fundos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Banvox foi criado por Maurício Quadrado, ex-sócio do Master, e Daniel Vorcaro, CEO do Master, que já teve uma fatia de 20% da instituição financeira. Já a Reag, de João Carlos Mansur, era usada pelo banco como veículo de investimento, segundo investigações da Polícia Federal, assim como a Trustee, de Maurício Quadrado e constantemente associada ao investidor Nelson Tanure.

Leia Também

No total, a UHY atua ou atuou como auditora de 564 fundos de investimento no Brasil. Desses, 113 — cerca de um em cada cinco — estão ligados ao ecossistema do Banco Master, considerando apenas os fundos administrados pela Master Corretora, Banvox e Trustee, as três administradoras onde a presença da firma é mais expressiva.

A ligação entre Master e Fictor

O Grupo Fictor aparece conectado a esse ambiente financeiro por diferentes caminhos.

Além da Fictor Alimentos, a UHY também auditava dois fundos ligados à Fictor Asset: o FIP Multiestratégia e o Jakarta. Fontes do setor também afirmam que a UHY fazia a auditoria externa da Fictor Holding.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já documentos do processo de recuperação judicial mostram que a Fictor possui uma dívida de R$ 430 milhões com a Sefer Investimentos, atribuída à compra de cotas do fundo Krispy, administrado pela Trustee e também auditado pela UHY.

Na época do pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor, a Sefer negou ser credora da companhia. A Fictor afirmou que o valor estaria relacionado ao Banco Master.

A Sefer também é apontada por investigações como representante legal no Brasil da Master Holding, estrutura offshore de Daniel Vorcaro sediada nas Ilhas Cayman, o que conecta a dívida ao ambiente societário internacional do controlador do banco.

Outro ponto de ligação aparece na North Sea Capital. A gestora, por meio do fundo Delta — auditado pela UHY e administrado pela Master Corretora — foi utilizada pelo banco de Vorcaro na compra de ações do Banco de Brasília (BRB).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na prática, o fundo gerido pela North Sea — escolhida pelo Master como prestadora de serviço, auditado pela UHY e administrado pela corretora do próprio Master — serviu como veículo para uma operação estratégica do banco.

A North Sea também aparece entre os maiores credores do Grupo Fictor, segundo documentos do processo de recuperação judicial.

Os R$ 3 bilhões investidos por mais de 13 mil credores na Fictor através da s Sociedades em Conta de Participação (SCP) seguem fora de alcance.

Conexões familiares

Além das conexões institucionais, a reportagem identificou também vínculos familiares envolvendo o entorno da auditoria e os auditados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação da UHY no Brasil possui histórico de ligação com a família Bendoraytes. Um dos nomes associados ao grupo é Rodrigo Bendoraytes, que atuou como diretor de risco na UHY e, posteriormente, nas diretorias de auditoria interna do Will Bank e do Banco Voiter — instituições que tiveram ligação com o ecossistema do Master e acabaram liquidadas. Hoje, ele toca uma nova empresa chamada BHP Consulting.

Rodrigo Bendoraytes é casado com Luciana Angelo, que trabalha na própria UHY. Já Talitha Angelo, irmã de Luciana e cunhada de Rodrigo, atuou na Sefer Investimentos, empresa que abriga estruturas societárias utilizadas pelo grupo de Daniel Vorcaro no exterior, como diretora de compliance e de controles internos. Há um mês, ela passou a trabalhar na empresa de Rodrigo. Vale ponderar que vínculos familiares e migração de profissionais não são, por si, indício de irregularidade.

“Acontece no mercado. Auditores muitas vezes acabam migrando para os próprios clientes ou criando vínculos próximos com as estruturas que auditam”, disse uma fonte com conhecimento no assunto. Segundo ela, esse movimento é relativamente comum em ambientes corporativos, mas, em determinados contextos, exige mais atenção.

“Quando o auditor começa a chegar muito perto de temas sensíveis, algumas empresas preferem internalizar esses profissionais. Isso não é ilegal. Mas quando acontece em ambientes com estruturas financeiras complexas, precisa ser analisado com cuidado.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma fonte também afirma que a UHY fazia a auditoria de lastro de FIDCs da Sefer, verificando a existência, integridade, titularidade e legalidade dos direitos creditórios (recebíveis) que compõem a carteira dos fundos.

Investimentos cruzados

Outro ponto identificado é a presença de investimentos cruzados entre fundos do próprio ecossistema. Esse tipo de operação ocorre quando fundos aplicam recursos em outros veículos do mesmo ambiente institucional.

“Quando fundos começam a investir uns nos outros dentro do mesmo ecossistema você pode acabar criando um circuito interno de capital. Isso não é necessariamente irregular, mas pode inflar percepções de liquidez ou diversificação”, disse outra fonte do setor.

Para mapear essa dinâmica, o levantamento utilizou dados públicos de composição de carteira (CDA) disponibilizados pela CVM, que revelam quando um fundo investe em cotas de outro fundo. A análise focou nos fundos auditados pela UHY, verificando se investiam entre si dentro do ecossistema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em janeiro de 2024, foram identificados R$ 440 milhões em investimentos cruzados. Em janeiro de 2025, o número caiu para R$ 379 milhões e, em janeiro de 2026, recuou para R$ 263 milhões.

O patrimônio total dos fundos ligados ao Master e que foram auditados pela UHY, de acordo com os dados disponíveis, cresceu de R$ 2,3 bilhões em 2023 para cerca de R$ 12,8 bilhões, em 2026.

Esse salto se deve em grande parte a dois veículos: o Cutter FIF Multimercado Crédito Privado, administrado pela Reag, que saltou de R$ 584 milhões para R$ 5,8 bilhões, entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025; e o Revolution FI Renda Fixa, administrado pela Master Corretora, que apareceu nos registros de janeiro de 2026 com R$ 10,3 bilhões em patrimônio.

Outras auditorias

A UHY não é a única auditoria com forte presença no universo do Banco Master.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os 939 fundos analisados, a auditoria que aparece com veículos é a Next, com 359 fundos (38%).

A concentração, porém, varia conforme a administradora. Na Master Corretora, a UHY domina, com 63% dos fundos. Na Reag, porém, quem lidera é a Next, com cerca de 60%. Na Trustee, a liderança é da RSM, com 131 dos 267 fundos. No Banvox, por fim, a distribuição é mais fragmentada, com Next (27%) e UHY (23%) também em posições de destaque.

A Next, sediada em Blumenau e com menos de 50 funcionários, segundo informações disponíveis no LinkedIn, acaba sendo a auditoria predominante, com destaque para sua presença em fundos na Reag.

Entre os casos mais conhecidos auditados pela Next está o fundo Arleen, que adquiriu participação no resort Tayayá, ligado à família do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli. O fundo era administrado pela CBSF.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a RSM Brasil aparece em outro ponto sensível da história: foi escolhida para substituir a UHY na auditoria da Fictor Alimentos após a saída da firma.

Procurada, a UHY não comentou até a publicação desta reportagem. A Next também não respondeu aos contatos. O espaço permanece aberto para manifestação.

Já a RSM afirmou que não mantém relação direta de auditoria com o Banco Master. Sobre a Fictor, a firma informou que não possuía contratos vigentes com o grupo em 2025 e que foi contratada apenas em dois de março de 2026 para auditar a Fictor Alimentos, com os trabalhos ainda em fase de planejamento.

A empresa afirmou, ainda, que auditorias envolvendo administradores fiduciários (incluindo a Trustee, onde tem maior presença) representam menos de 1% de sua receita total, o que, segundo a companhia, indicaria ausência de concentração relevante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

TECNOLOGIA NA BOLSA

Nem o medo da IA segurou: Totvs (TOTS3) sobe na bolsa após balanço forte; veja o que dizem os analistas

7 de maio de 2026 - 14:33

Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx

NO SHAPE

Smart Fit (SMFT3) puxa ferro no 1T26: lucro salta 47%, e ações sobem forte na bolsa — veja se ainda dá tempo de entrar

7 de maio de 2026 - 12:14

Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil

COM ENERGIA RENOVADA

Axia (AXIA3) prepara sucessão do CEO Ivan Monteiro; e agora, quais serão os desafios do novo líder da elétrica?

7 de maio de 2026 - 12:03

O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras

REAÇÃO AO RESULTADO

Nem o lucro acima do esperado salva o Bradesco (BBDC4) na bolsa hoje, e ação cai forte na B3. Mercado ainda não comprou a virada?  

7 de maio de 2026 - 11:30

Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas

1T26 À PROVA

“Isso não é piora de risco”, diz CEO do Bradesco (BBDC4) após salto nas provisões do 1T26; desafio agora é convencer o mercado

7 de maio de 2026 - 10:55

Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) segue movendo céus e terra para crescer: no 1T26, vendas devem subir forte, enquanto lucro não acompanha

7 de maio de 2026 - 10:33

Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26

ENTREVISTA EXCLUSIVA

‘30% de ROE é atingível’: CFO do Inter afirma estar ‘mais convencido do que nunca’ no plano 60-30-30 — mas relógio da rentabilidade segue correndo

7 de maio de 2026 - 8:07

Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027

QUAL O FOCO AGORA

“2026 ainda é um ano muito incerto”, diz CFO da Espaçolaser; veja como foi o resultado no 1T26, e como empresa trará retorno ao acionista

6 de maio de 2026 - 20:47

“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro

SD ENTREVISTA

Nem o “trimestre mais fraco” segurou a Mater Dei (MATD3): lucro salta quase 80% no 1T26 e CEO aposta em virada das ações

6 de maio de 2026 - 20:07

Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço

BALANÇO 1T26

Ânima (ANIM3) sente as dores e delícias das novas regras do EaD, mas CEO crava: ‘mais positivo do que negativo’; veja destaques do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:10

A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período

BALANÇO

Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro recorde de R$ 156 milhões e VGV sobe 255%; CEO revela o motor dos números do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:03

Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia