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Oferta anunciada em 2025 segue sem sair do papel após pedido de prazo da Aqwa, subsidiária da holding americana parceira da Fictor
Em meio ao pedido de recuperação judicial da Fictor Holding e uma onda de suspeitas envolvendo a companhia, a Aqwa Brasil Participações pediu 15 dias úteis à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para cumprir as exigências necessárias à realização da oferta pública de aquisição (OPA) da Atom Educação e Editora.
A companhia foi criada depois que a Fictor comprou a Atom Participações para abrir o capital da Fictor Alimentos (FICT3) por meio de um IPO reverso.
O que sobrou da empresa adquirida se tornou justamente a Atom Educação e Editora. Foi desse pedaço que mais tarde a Aqwa Brasil tentou comprar o controle, gerando a obrigação da OPA.
A Aqwa Brasil Participações é subsidiária da Aqwa Capital, holding sediada nos Estados Unidos. Ela e a Fictor Holding são as controladoras da Fictor Alimentos, com capital aberto na bolsa.
Mas essa oferta de compra e consequente fechamento de capital até hoje não saiu do papel. Segundo a Aqwa, o atraso está ligado a um ponto operacional básico: a definição do contrato com o intermediário financeiro que vai conduzir a oferta.
Ainda assim, a Aqwa Brasil afirmou que segue comprometida com a realização da OPA e disse estar trabalhando para resolver as pendências no menor prazo possível, de forma a preservar os direitos dos acionistas.
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No ano passado, a Fictor Holding encontrou um atalho para chegar à bolsa, usando o chamado IPO reverso. A empresa adquiriu a estrutura já listada da então Atom Participações, rebatizou a companhia como Fictor Alimentos e passou a negociar as ações sob o ticker FICT3.
Com isso, evitou um IPO tradicional e acelerou sua entrada no mercado de capitais ao usar uma empresa que já tinha registro na B3.
A parte operacional do antigo grupo acabou concentrada em outra empresa, a Atom Educação e Editora, que passou a ser a companhia listada na B3, negociada sob o ticker ATED3.
Foi essa empresa — já com ações em circulação no mercado — que, mais adiante, teve seu controle negociado com a Aqwa, dando origem à obrigação de realização da OPA.
Passados vários meses, a oferta ainda depende de ajustes operacionais para ser efetivamente lançada.
A companhia entrou com um pedido de recuperação judicial no último domingo (1), com dívidas que somam R$ 4 bilhões. A Fictor se vendia como um ecossistema de investimentos diversificado e sustentável.
Nos segmentos imobiliário e de energia, as promessas eram robustas. Projetos de condomínios residenciais e fazendas solares projetavam, juntos, receitas futuras superiores a R$ 1,8 bilhão.
Para financiar essa expansão, a empresa lançou mão de um modelo bastante utilizado no agronegócio: as Sociedades em Conta de Participação (SCPs). Por meio delas, captou cerca de R$ 3 bilhões com investidores privados para projetos agroindustriais específicos.
A empresa sustenta a visão de que a crise não foi fruto de uma implosão operacional. Foi, segundo ela, um colapso de confiança — um efeito dominó que começou fora da Fictor e terminou travando o caixa, assustando investidores e empurrando o grupo para a busca de uma proteção na Justiça.
O gatilho, de acordo com a própria companhia, veio do caso Banco Master, que a empresa tentou comprar por R$ 3 bilhões um dia antes da instituição virar alvo de uma operação da Polícia Federal. O controlador, Daniel Vorcaro, foi preso. Na sequência, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição.
Embora a Fictor alegasse ser apenas um potencial compradora, a associação foi imediata: manchetes destacaram suspeitas envolvendo o caso Master.
A Fictor Holding conseguiu ontem (2) proteção judicial de 30 dias contra cobranças de credores, concedido por uma decisão liminar da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.
O alívio, porém, veio com prazo curto e condições duras: antes de qualquer blindagem mais ampla, a empresa terá de convencer a Justiça de que as suspeitas de um esquema de pirâmide financeira não se sustentam. Entenda os detalhes nesta reportagem.
Com informações da Reuters e Valor Econômico
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