O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Performance tímida da companhia em 2025 e a deterioração dos prêmios no agronegócio levaram o Safra a rever projeções; analistas enxergam crescimento zero nos próximos anos e recomendam venda da ação
A BB Seguridade (BBSE3) atravessou 2025 sem grande destaque, andando de lado enquanto o Ibovespa quebrava recordes e concorrentes do setor segurador exibiam resultados bem mais robustos. O peso veio da deterioração dos prêmios — sobretudo no agronegócio — que puxou os números para baixo.
E, para quem ainda sonhava com uma virada em 2026, o Safra jogou um balde de água fria na expectativa ao reforçar os alertas e reduzir projeções.
Os analistas rebaixaram o preço-alvo da ação em R$ 8, de R$ 47 para R$ 39, o que implica potencial de alta de 10%. Além disso, o banco cortou a recomendação de compra para venda.
Nos cálculos de Daniel Vaz, Maria Luisa Guedes e Rafael Nobre, o lucro por ação da BB Seguridade deve crescer 0% entre 2025 e 2028.
Como se não bastasse, o Safra também vê rendimento de dividendos menos atrativo em relação a outras empresas da cobertura, com yield anual estável entre 11% e 12% ao longo do período.
“O potencial de valorização em relação a empresas de maior qualidade dentro da nossa cobertura — especialmente a Itaúsa (ITSA4) — não se justifica do ponto de vista do retorno total”, afirmam os analistas.
Leia Também
Segundo o Safra, os desafios enfrentados nos segmentos de seguro rural, seguro de vida vinculado ao crédito e planos de previdência impactaram de forma relevante o desempenho operacional da companhia em 2025. Para 2026, o cenário segue ruim, principalmente no seguro rural.
Os analistas observam que a situação dos produtores até melhorou nos nove primeiros meses do ano passado. No entanto, desde o início da safra 2025/26, as linhas de crédito foram afetadas pela redução da concessão de crédito, que resultou em desempenho negativo dos prêmios desde setembro.
Além dos desafios operacionais persistentes, a BB Seguridade deve enfrentar comparações difíceis na receita financeira em 2026, segundo o Safra. Esse foi o principal motor do resultado em 2025, com crescimento de aproximadamente 50% em relação ao ano anterior.
A expectativa de cortes na taxa de juros também deve pressionar os resultados em 2026 e 2027. A sensibilidade estimada é de R$ 100 milhões a menos no resultado para cada corte de 100 pontos-base.
De acordo com o último Boletim Focus, a Selic deve recuar dos atuais 15% para 12,25% até o fim de 2026 — um corte acumulado de 2,75 pontos percentuais.
Além disso, a redução da diferença entre os índices de inflação — especialmente entre IGP-M e IPCA — tende a pressionar ainda mais a receita financeira da companhia.
Diante desse cenário, o Safra reduziu a projeção de lucro para 2026 em 11%, passando a estimar uma queda de 5% em relação a 2025 e um crescimento moderado de 1% em 2027.
As estimativas de lucro líquido para 2026 e 2027, de R$ 8,7 bilhões e R$ 8,8 bilhões, respectivamente, ficam 3% e 4% abaixo do consenso de mercado.
Para o banco, o único fator que poderia destravar valor para as ações seria uma renegociação mais favorável do contrato com o Banco do Brasil (BBAS3), cuja renovação está prevista para 2033 — o que poderia melhorar a rentabilidade de longo prazo.
“No entanto, não esperamos que essas negociações ocorram nos próximos 12 meses”, afirmam os especialistas do Safra.
*Com informações do Money Times
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.
Além do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o advogado Daniel Monteiro, considerado próximo a Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo nesta manhã
Telefônica paga R$ 0,11421932485 por ação, enquanto Marcopolo distribui R$ 0,085; confira datas de corte e quando o dinheiro cai na conta
Após vencer leilões e reforçar o portfólio, companhia ganha mais previsibilidade de caixa; analistas veem potencial adicional nos papéis
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa